Programa de fidelidade da Kellogg’s envolve consumidores de 90% de seus produtos

O Family Rewards foi lançado pela Kellogg’s cerca de um ano atrás com um objetivo muito ambicioso: conseguir reunir dados sobre o comportamento dos consumidores de todas as suas marcas. Historicamente, esse tipo de iniciativa esbarrava em um obstáculo muito grande:  a atual estrutura de marketing que é financiada por produtos individuais ou, no máximo, grupos de produtos reunidos em marcas guarda-chuvas. Leia o resto deste post »

Consumidores vão guiar GM de volta aos bons tempos

General MotorsA GM atravessou momentos difíceis nos últimos anos, envolvendo uma percepção de baixa qualidade dos veículos, declínio de market share, perdas financeiras e até um pedido de falência em 2009. Mas eis que, como uma fênix, a empresa ressurge com vigor renovado, um foco preciso no consumidor, uma liderança entusiasmada e uma esperança fervorosa de que pode voltar ao topo da indústria automotiva. Os sinais são muitos positivos: pela primeira vez, a GM foi escolhida como a empresa automobilística que oferece a melhor qualidade, de acordo com a pesquisa anual da J.D.Power & Associates, publicada em junho agora. Segundo disse Jim Moloney, general director, customer and relationship services da GM, em entrevista ao site da Loyalty Marketers Association, alguns fatores foram fundamentais, começando por uma nova mentalidade no Contact Center. Leia o resto deste post »

Com a tendência cada vez maior de formação dos hipermegagrupos de comunicação, como ficará os inevitáveis conflitos de interesse?

Maurice Levy, CEO da Publicis, que vai dividir o co   mando da Publicis Omnicom com John Wren

O assunto deve ter passado pela cabeça de muita gente neste final de semana ao ser anunciado, neste domingo, que o grupo francês Publicis, número três mundial da publicidade, e o americano Omnicom, número dois do setor, irão se fundir para criar um novo líder do setor que se chamará Publicis Omnicom Group. Leia o resto deste post »

Grandes empresas contam grandes histórias

Contar a história da sua empresa pode ser complicado. Mesmo se você tiver um grande material, uma história legal e uma idéia fantástica, você ainda precisa encontrar um jeito de dizer isso de uma maneira interessante e compartilhável. Portanto, antes de começar a escrever palavra por palavra a seção “Quem Somos” do seu site, dê uma olhada nesses três exemplos criativos. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Mastercard: os 3 fatores-chave da fidelização Leia o resto deste post »

Quer que sua empresa seja seu legado? Ouça seus funcionários

A maneira como você trata os outros nos diz mais sobre seus valores do que qualquer coisa que você proclamar. Sua cada plano, decisão e ação – em casa, no trabalho e na sua comunidade – cria o seu legado de liderança. Começa assim o artigo escrito por S. Chris Edmonds, consultor e autor de vários livros sobre liderança, para o Smartblog on Leadership. E ele foi mais longe. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Novo Inbox do Gmail segrega mensagens promocionais Leia o resto deste post »

“Unmarketing”. Estamos face a uma nova tendência?

O termo unmarketing, aparentemente, foi cunhado pelo autor Scott Stratten

Segundo Ernan Roman, veterano profissional de marketing direto = marketing diálogo, em artigo para DM News, talvez o maior desafio a enfrentar hoje seja a crescente descrença dos consumidores com as mensagens dos anunciantes. Pesquisa recente da Forrester confirmou que 90% dos consumidores descreem das mensagens comerciais, inclusive as que chegam via mídias sociais. A saída? A velha e boa honestidade, afirma Roman. Leia o resto deste post »

Trabalhe para o Google e viva mais

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Ray Kurzweil, durante o Inforum Event

Você já deve ter ouvido falar em como é legal trabalhar no escritório central do Google, em Mountain View, coração do Vale do Silício, na Califórnia. Espaços de lazer, comida e cerveja grátis, etc., etc. Outros escritórios pelo mundo também oferecem esse tipo de “perks”, tentando tornar a vida do funcionário mais agradável. O fato é que a disputa por bons profissionais na área de tecnologia está cada vez mais acirrada. Engenheiros de software, em particular, estão sendo disputados pelas indústrias praticamente a tapas. Mas a novidade agora não é mais no campo dos benefícios tradicionais. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Smartwatch vai fazer decolar pagamentos via mobile? Leia o resto deste post »

Nesta semana, vamos começar pelas novidades tecnológicas.

GlassupUm concorrente do Google Glass promete um óculos de realidade aumentada por uma fração do custo daquele. É o Glassup, feito por uma empresa italiana, que é similar ao Glass em praticamente tudo: funciona com o smartphone e coloca emails, mensagens de text0, atualizações do Facebook e notícias bem em frente aos nossos olhos. Só o preço não é parecido: US$ 399 (o dispositivo do Google está sendo vendido a US$ 1.500). Gianluigi Tregnaghi, o criador do GlassUp, afirma haver desenhado o produto dois anos atrás — antes que o Google anunciasse o Glass. Leia o resto deste post »

Cinco equívocos a evitar no marketing digital

Segundo Corey Pierson, fundador do Custora, “o cenário do marketing digital pode parecer um campo minado. Todos os dias, novas estratégias, diretrizes e melhores práticas parecem estar surgindo para criar engajamento nas mídias sociais, branding em todos os canais, e estabelecer relacionamentos digitais autênticos com os clientes. Mas, da mesma forma que a revolução digital mudou a forma dos profissionais realizarem seus trabalhos, também reforçou alguns dos princípios fundamentais do marketing.” E ele aponta cinco coisas a evitar. 1. Concentrar-se exageradamente na redução do custo de aquisição dos clientes (nem todos os clientes são iguais: é preciso olhar o valor do cliente a longo prazo e decidir onde investir mais e não menos); 2. Usar segmentação ineficiente (é a velha história do 80/20: identifique os dois ou três diferenciais que geram 80% da receita e usam 20% do tempo e do dinheiro); 3. Tornar-se obcecado com as métricas erradas (em outras palavras, não confunda táticas com objetivos; descubra por que está medindo as coisas e lembre-se que, no final, o que vale é o valor do cliente); 4. Negligenciar o básico (especificamente, procure criar grupos de controle e teste uma variável por vez); e 5. Comparar maçãs com laranjas (é fundamental comparar grupos diferentes de consumidores para entender como seus esforços de aquisição, fidelização e retenção estão funcionando, mas preocupe-se em compará-los em relação ao mesmo ponto do ciclo de vida). Leia também: Setor de Call Center deve movimentar R$ 40 bilhões e outras notícias do mercado de Marketing Direto = Marketing Diálogo no Portal Abemd

Vem aí a Data Management Conference – Latam Leia o resto deste post »

Construindo um programa de fidelidade B2B com táticas B2C

Certa vez, F. Scott Fitzgerald definiu inteligência como ”a capacidade de manter duas idéias opostas na mente no mesmo momento e ainda manter a capacidade de funcionar.” Em outras palavras, os sucessos brilhantes — e os fantásticos programas de fidelização B2B — irão ocorrer se você for capaz de equilibrar idéias e prioridades concorrentes. Em B2B, precisamos equilibrar duas exigências: aquelas que definem o negócio e as dos consumidores individuais, e elas estão muitas vezes em conflito. Felizmente, no entanto, estas prioridades opostas podem ser conciliadas — as ferramentas para ganhar a fidelidade de um consumidor e as ferramentas para obter o compromisso de toda uma organização podem ser as mesmas. A diferença reside nas suas funções, e é nossa tarefa intensificar e desenvolver a “inteligência” necessária para fazer ambas funcionar. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Pesquisa: onde a fidelidade do consumidor está? Leia o resto deste post »