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A partir desta terça-feira (30) os internautas que se cadastraram no Jumo começam a acessar o site, que pretende aproximar pessoas “de bem” pela internet, na intenção de “mudar o mundo”. Criada por um dos fundadores do Facebook, a rede social irá agregar quem busca soluções para os mais diversos problemas ao redor do planeta (acesse).

Em entrevista ao jornal americano “Washington Post”, Chris Hughes, de 26 anos, havia dito que quando o assunto é educação, saúde, economia ou outro tema que abranja a população, “o problema básico é que há milhões de grupos trabalhando nesses assuntos, mas não há nenhum sistema que os conecte”.

Hughes pensou na rede social a partir das experiências que teve como cofundador do Facebook e como diretor de redes sociais na campanha do presidente norte-americano, Barack Obama. Após ver o quão poderosa pode ser esse tipo de ferramenta, ele decidiu que era hora de usar as redes para questões filantrópicas; então reuniu uma equipe com especialistas que conseguissem criar um algoritmo para monitorar o interesses dos internautas em causas sociais por meio do Twitter, YouTube ou nos e-mails.

O Jumo (“juntos em concerto”, em yoruba, idioma da África Ocidental) tinha mais de 66 mil registros de usuários no começo deste mês, antes mesmo de estar funcionamento efetivamente. Para usá-lo o internauta precisa ter conta no Facebook, pois será necessário passar pelo conector do site de Mark Zuckerberg para acessar a rede. Lá há áreas de debates e os usuários poderão opinar sobre as ações humanitárias que estiverem acontecendo.

 

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Saiu a sétima edição do F/Radar, um levantamento semestral que a F/Nazca realiza para quantificar o número de brasileiros que acessam a internet, considerando os locais e períodos de acesso, navegação, compras online, transversalidade das mídias e consumo de notícias. Nesta edição, explora-se pela primeira vez o universo dos jogos eletrônicos.

Eis alguns destaques do estudo:

– O país tem hoje 54% de pessoas acima de 12 anos que costumam acessar a Internet (ou 81,3 milhões).

– A penetração em casa segue em patamares baixos: apenas 27% dos brasileiros possuem conexão com banda larga em casa e 6% com conexão discada.

– 57% dos brasileiros afirmam que “costumam colocar algum conteúdo feito por si próprio na Internet”

– 93% dos brasileiros se consideram mais informados e 60% mais independentes desde que começaram a usar a Internet.

– A única mídia de informação que mantém relevância estável em todas as faixas etárias são as ferramentas de busca, como o Google, mantendo-se em torno de 50% para todas as faixas etárias.

– Embora a televisão continue sendo a mídia de consumo de informação preferida (45%), seguida pela Internet (40%), pelo rádio (7%), pelo jornal impresso (4%) e pela revista (2%), os jovens de 12 a 24 anos se informam prioritariamente nas suas redes sociais (80% entre 12 e 15 anos, 60% entre 16 e 24 anos) e nas ferramentas de busca (55% de 12 a 15 anos e 52% entre 16 e 24 anos).

– Os portais, sites de mídia impressa e blogs só possuem relevância para os mais velhos.

– A pesquisa compreende todos os brasileiros acima de 12 anos, em 143 municípios e é realizada pelo Datafolha.

Leia o release publicado pela agência aqui.

 

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Começaram a aparecer as possíveis mudanças que serão feitas no iPad quando surgir a segunda versão. O aparelho, que deve ser apresentado no início de 2011, terá uma câmera para videochamadas e uma porta USB, entre outras novidades.

As informações foram passadas pelo jornal chinês Economic Daily News (EDN) e repercutidas pelo Terra. Pelo menos cinco alterações devem acontecer. A câmera para videochamadas virá com recurso FaceTime, que já está presente nos lançamentos mais recentes da Apple (como o iPhone 4); o iPad 2 também terá “melhor mobilidade”, pois haverá tamanhos menores de tela e ela será feita com um vidro mais fino; a tela, aliás, será a “Retina Display”, que permite melhor resolução e é outro recurso já disponível em produtos mais novos da empresa. A última novidade é um giroscópio de três eixos, usado para melhorar o desempenho do tablet em relação aos jogos.

O segundo iPad não surgirá para um mercado despreparado, como aconteceu em abril. Jornais, revistas e anunciantes já aprenderam a explorar as possibilidades da invenção da Apple, inclusive dando exclusividade a ela. É o caso do Daily, jornal que Rupert Murdoch disponibilizará somente para usuários do gadget.

Outro tipo de “impresso” será criado apenas para iPad, uma revista da Virgin, empresa de Richard Branson que atua em setores como fonográfico, de TV a cabo e de telefonia celular. O lançamento acontecerá no próximo dia 30, em Nova York, e a revista será focada em entretenimento, negócios, viagens e cultura, de acordo com a Folha.

Não foram divulgados detalhes como preço ou data em que o produto estará disponível para consumo. No caso do jornal de Murdoch, ele custará R$ 0,99 por semana e será colocado no mercado no começo de 2011.

 

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Agora, a Microsoft e a Apple, além de se preocupar uma com a outra, terão um novo concorrente. Até o final deste mês, o Google colocará a disposição do mercado um netbook que, como é previsto, só rodará programas do gigante das buscas. A ideia é que o sistema aposte em softwares baseados na internet como o Gmail e Picasa.

As informações do jornal Folha de S. Paulo mostram que a companhia americana não revelou os detalhes, mas a previsão é que o produto seja terceirizado e que receba o nome Google. O projeto ainda prevê que os computadores com o Chrome iniciem em segundos, em vez de minutos.

 

Segundo um relatório da Cisco Systems, mais de 97% de todos os emails enviados pelas net são “indesejados”, o que caracterizaria um spam. Ainda no relatório, aparece a origem geográfica desses spams. E o Brasil está no topo da lista, com 7,7% desses envios. No segundo posto, estão os EUA, com 6,6%. Seguem-se Índia, 3,6%, Coréia do Sul, 3,1%, Turquia, 2,6%, Vietnam, 2,5%, China e Polônia, 2,4%, Russia, 2,3%, e Argentina, 1,5%.

Aproveitando o ensejo, vocês sabem de onde se tirou o termo ‘spam’ (que é a marca de um apresuntado muito popular nos EUA) para ser usado como “email indesejado”? De um sketch humorístico do grupo inglês Monty Python. Vejam o vídeo:

Fonte: Alltop.com

A dica é do Mashable. Primeiro, eles confirmam que Damon Albarn, líder do Gorillaz (sabe, aquele grupo musical em desenho animado), vai lançar um álbum gravado inteiramente no iPad. Em seguida, eles elencam 1o vídeos onde os artistas executam os números com seus iPhones, iPods e iPads. Detalhe importante: não são amadores desfiando um sonzinho tosco. Assistam e confiram como alguns aplicativos realmente espetaculares oferecem aos equipamentos da Apple um incrível potencial para a criação musical.

Sweet Dream (Beyoncé), por Yoari & iBand (iPhone&iPad Band):


(o texto abaixo, lindo, foi reproduzido de blog No Passo do Roteiro. Vale a pena passar lá de vez em quando para acompanhar o trabalho da artista.)


Ilustração: série de fotos na av. Paulista, de Mônica Rodrigues Fernandes

Domingo de sol, meia horinha de caminhada na Paulista, um homem toca jazz na frente do Center 3, dois travestis entretém os pedestres, alguns assistem o show de rock dentro do Trianon, outros, o de música indígena na frente do parque. Arte na rua. São Paulo.

mais amor por favor.

Depois da primeira colagem dos Microrroteiros com clima hostil, esta frase me veio à cabeça. Nem tava ali, na hora, nos lambe-lambes e pixações do artista Ygor Marotta, mas lembrei dela como a síntese perfeita do que parecia tá se perdendo.

Na Praça do Patriarca, um sósia do Bob Marley recita poesias para uma roda que se forma. No mesmo lugar, seu José, morador de rua, canta uma moda de viola de sua infância, e Juninho põe a galera pra dançar com uma performance de Beat Box e Gaita. Eles passavam pela praça e aceitaram o convite dos palhaços Adão e Gastão para entrar na Roda dos Artistas.

mais amor por favor. Lembrei desta frase depois de uma colagem onde meus lambes pareciam o extremo oposto dos postes cinzas. Não gosto de extremos. Lembrei de novo, ao ler a notícia das agressões dos jovens na Paulista. Lembrei muito nas últimas semanas. Finalmente me dispus a escrever o que tava coçando há tempos, ao lembrar mais amor por favor, enquanto lia a matéria do site UOL: Prefeitura expulsa artistas de rua da av. Paulista; para jurista, proibição é “ato nazista”.


Segundo a matéria, a população é contra tirar os artistas das ruas. Isso é bom.

A maioria dos entrevistados justificou ser contra o ato em solidariedade aos artistas, que precisam sobreviver do seu trabalho. Isso é bom? Claro. Eles realmente precisam sobreviver, e é bacana ver que as pessoas ainda se importam.

Ao mesmo tempo, essa justificativa foi um ponto que me incomodou bastante. Como um raciocínio incompleto, que revela a crença das pessoas num papel injustamente secundário para a Arte. Posso estar enganada, mas é isso que me coça há tempos.

Arte na rua.

O papel da Arte não é ser o meio de sobrevivência do artista. O pagamento é (e deveria ser levado mais a sério, ser mais justo) uma conseqüência direta do seu trabalho, remuneração da profissão, como qualquer outra.

Assim como o papel da Medicina é salvar vidas (entre outros), o papel da Arte é emocionar, fazer refletir, questionar, divertir, dialogar por outros meios, gostar, não gostar. Influir diretamente na formação de um ser humano mais capaz.


E Situação ou Oposição, até onde eu sei, a liberdade de expressão e o próprio contato diário com a cultura são a favor de todo mundo.

Por que não na rua?

Postes e muros de São Paulo foram pintados de cinza. Ou melhor – sem sacanagem, mas vamos assumir – cor de burro quando foge parece uma boa definição praquela tinta.


mais amor.

Por que a melhor alternativa para uma cidade-casa de milhares de artistas, com toda a sua diversidade cultural característica e essa cara urbana caótica, é tirar a arte das ruas? Manter somente o cinza e o barulhinho do trânsito, da construção, do mala que acelera o motor na sua janela?

Adoro o cinza paulistano, mas tem cinzas e cinzas pra se trabalhar. E alguns – muitos – casam perfeitamente com Arte.

No bairro de Pinheiros, pequenos pedaços de fita crepe colados na calçada pelo pessoal do Aprendiz, formavam o desenho de uma árvore e nos faziam lembrar a existência delas. Talvez, até mais do que as árvores reais que esquecemos, apressados, mirando a calçada.

Convido você pra participar da minha utopia. Utopia de uma leiga total em questões sociais e econômicas. Mas que adora observar. E sonha.

Não é melhor admirar um painel de grafites, preso no trânsito, do que uma parede vazia? Ou ler um texto, uma poesia, assistir uma performance, do que pensar na morte da bezerra enquanto espera o ônibus?

São Paulo é urbana, contemporânea, casa de milhares de artistas. Arte de rua é a cara de São Paulo.

Entra na minha utopia. Imagina uma revolução cultural na cidade, onde a sujeira e o vazio são preenchidos com arte. Mais do que hoje. Incentivar, não reprimir. Grafite, música, teatro, dança, literatura, mágica. A internet tá cheia disso, por que não a rua?

Na minha utopia, conseguiríamos nos desvencilhar da ameaça pão-e-circo e nos convenceríamos da importância de toda forma de expressão artística, como parte da educação cotidiana. O acesso de todos à toda arte. Do gargalhar ao refletir. Da elaborada ao improviso. Da patrocinada àquela que nasce na rua e que só poderia ter nascido ali. Arte livre na expressão.

Cultura é ruim pra cidade? Pra população? Pro comércio, pra segurança, pro turismo? Cultura é contra o que, afinal? E não to falando de pintar a casa do outro sem permissão ou interferir na obra de arte alheia. Tô falando de usar os espaços que a cidade dispõe. Palcos e murais.


Utopia, utopia.

Como alertado, quem vos fala é uma leiga. E sonhadora. Na liberdade de usar seu blog para se expressar. Mas, numa boa. Será que não chegou a hora das pessoas que sabem, começarem a trabalhar mais seriamente para mostrar o real valor da Cultura?

Existe mesmo e já foi lançado no mercado. Mas, na verdade, você pode fazer mais do que simplesmente comprar e levar para casa (custa só 400 mil dólares). O PR2 Robot é uma plataforma aberta de pesquisa e desenvolvimento de robótica. Ou seja, você pode usar a plataforma para desenvolver suas aplicações.

O “pai” da “criatura” é um laboratório de pesquisa em robótica e também incubadora tecnológica chamado Willow Garage, cujo foco é o desenvolvimento de hardware e software opensource para aplicações de robótica pessoal.

No início deste ano, o pessoal da Willow anunciou que iria distribuir o PR2 para 11 instituições com as melhores propostas para utilização dos PR2 e em abril foi anunciado o resultado. Os projetos são muito interessantes e podem ser lidos aqui.

 

Com muitas atrações, muito conteúdo – e grátis, ainda por cima!

Segundo o Blue Bus, o  youPIX é “feito pra quem cria e compartilha conteúdo na web e redes sociais. O elenco de atraçoes vai incluir David After Dentist, o garoto que protagonizou 1 dos vídeos mais vistos no mundo todo (mais de 70 milhoes de views), Lingerie Day ao vivo, levando do Twitter para o mundo real as tuiteiras que mudam seu avatar para uma foto de lingerie, Cospobre de virais, pocket show da Ximbica, e ainda drinks e pratos criados baseados em sites da web, como o próprio Blue Bus, Jacaré Banguela, Twitter e Foursquare pelo Chef Renato Carioni e pelo Dr. Drinks do Papo de Homem.

Ainda segundo o site/blog, “os promotores esperam que os debates esquentem os ânimos – como o papo ‘Cultura Digital, Global ou Local?’ com a participaçao em vídeo do pesquisador do Berkman Center for Internet and Society da Universidade de Harvard que recentemente deu uma palestra no TED citando o caso ‘Cala a Boca Galvao’ – com a participaçao de Pedro Dória (Estado), Cris Dias (JWT), Tiago Dória (jornalista) e Rene de Paula (Locaweb), mediados por Bob Wollheim (Sixpix). Ou ainda ‘Os Novos Influenciadores’, com Carlos Cardoso, PC Siqueira (Mas Poxa Vida), Marcelo Tripoli (iThink), Bob Fernandes (Terra Magazine), Mauricio Cid (Nao Salvo), mediaçao de Alexandre Matias (LInk).  Na 5a (25) Bia Granja (youPIX) e Angela Bismarchi comandam a premiaçao da ediçao 2010 do Melhores da Twittosfera/89FM junto com Maestro Billy (DJ do Caldeirao do Huck). E na 6a (26) @interney comanda o 1o Blog Talent Show, espaço onde blogueiros terao 2 minutos para apresentar seu projeto.”

Em1985,  foi lançado o Windows 1.0. Tinha 32 páginas de informações e custava 99 dólares (preço sugestão varejo). E, apesar das chacotas da já crescente comunidade de macmaníacos, foi fundamental para a popularização dos computadores. A primeira versão, na verdade, não era um sistema operacional completo, mas uma interface gráfica que rodava sobre o DOS. Confira abaixo a cara do bicho:

Fonte: Mashable.com