NetflixTrês meses antes, a empresa previa um crescimento da ordem de 2 milhões de novos assinantes globalmente Leia o resto deste post »

O site Entrepreneur.com publicou um artigo muito interessante de Jeremy Gin, CEO da SiteJabber, uma comunidade de pessoas que fazem reviews de negócios. São milhões de membros que já submeteram reviews de mais de 60 mil empresas. A partir desse imenso repositório extraíram algumas lições sobre como se fabrica atualmente aquilo que é provavelmente o mais valioso ativo de uma empresa: a confiança do cliente. Leia o resto deste post »

Pensador, durante COLLOQUY Summit, usa exemplo da Nike: a empresa não vende mais produtos, vende autorrealização e transformação Leia o resto deste post »

Consome menos tempo e é mais conveniente do que telefonar foram as principais respostas a uma pesquisa Leia o resto deste post »

Conexão entre experiência e fidelidade, novos modelos, perspectiva global e novos mercados

A fidelidade do consumidor ainda é uma top prioridade para os tomadores de decisão no marketing das empresas, afirma Emily Collins, analista senior da Forrester Research. Mas os dados da consultoria mostram que, para continuar relevante, é preciso continuar crescendo. E os provedores de soluções de fidelização estão fazendo isso em 4 áreas chave: apostando alto na conexão entre experiência do consumidor e fidelidade (premiando experiências e não apenas transações, por exemplo), revolucionando os modelos tradicionais de fidelização, adotando uma perspectiva global e expandindo para novos mercados. Fonte: Colloquy

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Um dos segredos é aprender a usar os dados de forma mais inteligente e mais responsável
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Photo credit: TargetCom seus Connected Healt integrados aos smartphones dos clientes, a rede está indo além de oferecer um serviço, está criando um produto real
Se você quiser tirar a temperatura do futuro de varejo, o melhor lugar para fazer isso é provavelmente uma das 550 lojas da Target. Através delas, o varejista de US$ 73,8 bi está pilotando centros de “bem estar”, chamados Connected Health, uma clara consequência da recente parceria com a rede de farmácias CVS Health. Essas seções incluem equipamentos médios, como monitores de pressão sanguínea que podem rastrear e registrar informações sobre a saúde dos clientes registrados nos centros via smartphones. Esses centros podem ajudar a Target a rastrear também as necessidades de outros consumidores. Dessa forma, a Target está indo além da oferta de bem estar como um serviço, o que muitos outros varejistas já fazem. Em vez disso, a rede está reformulando o atenção com a saúde dos seus clientes, tornando-a um real e consumível produto de varejo, através dos smartphones. Fonte: Forbes

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Para aprender mais sobre o mercado de entregas no mesmo dia, a UPS investe em potencial concorrente. Leia abaixo

Apps móveis e mídias sociais são vistos como canais com pouca segurança, daí a preferência por telefones e websites

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Cupons digitais estão em alta. Veja abaixo

Fazer programas mais divertidos, usar mais mobile e mídias sociais e não confiar que “o silêncio é de ouro”

A equipe do site Colloquy publicou uma lista muito relevante do que fazer e do que não fazer para tornar mais eficazes as estratégias de fidelização. Em relação ao que “não fazer”, eles sugerem “não atolar na lama”, ou seja, é importante dar diversão aos participantes. Games, videos, conteúdo interativo, o que for necessário. Os administradores também não devem confiar em “o silêncio é de ouro”, ou seja, não achar que a falta de reclamações é um bom sinal. Pode ser que não, e participantes que vão embora sem reclamar irão levar outros. Entre os pontos que você deve fazer, destacamos o “mobile-ize”, ou seja, entender que o mundo virou móvel. Da mesma forma, é importante usar mídias sociais. E parcerias. Além disso, eles aconselham a “cavar mais fundo”, ou seja, entender de uma vez por toda que nem todos os participantes são iguais – e alguns são mais iguais, e melhores, do que outros. Fonte: Colloquy

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Barbie adota a diferença. Veja abaixo

Dependendo da política, aumentam as compras e diminuem as devoluções

Uma nova pesquisa da Universidade do Texas/Dallas descobriu que uma política mais leniente em relação à devolução de produtos tem um surpreendente efeito positivo nas decisões de compra dos consumidores. O estudo demonstrou que a ideia de que todas as politicas afetam compras e retornos de maneira similar está errada, analisando principalmente como as devoluções e as compras eram afetadas por cinco elementos: tempo, dinheiro, esforço, escopo e trocas. No geral, políticas mais generosas levaram a mais compras – e até mesmo em um quantidade ligeiramente menor de devoluções. “Na fase de pré-compra, os consumidores provavelmente pesam os custos e benefícios da compra”, afirmou Ryan Freling, da equipe de pesquisadores. “Se a política de devoluções é mais generosa – inclusive em relação ao escopo, ou seja, mais itens com direito a devolução – um consumidor pode dizer ‘oh, isso está em liquidação, parece um bom valor, vou comprar e se precisa eu o devolvo’.” Fonte: Retail Wire

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