Clientes da Nike by Melrose terão acesso à produtos exclusivos, serviços personalizados e uma decoração temática

A Nike inaugurou há duas semanas, no coração do bairro de West Hollywood, em Los Angeles, sua primeira loja conceito Nike Live, que recebeu o nome de Nike by Melrose – em referência à avenida em que está localizada. O nome não foi escolhido apenas pela localização, mas porque a loja tem produtos baseados nas preferências dos clientes locais e em informações fornecidas pelos membros do Nike Plus. Além disso, tem uma decoração especial com a temática da Califórnia. A empresa também utilizou dados de compra online para oferecer no novo espaço uma seleção de best seller do site. A ideia por trás da Nike Live é trazer experiências digitais para as lojas físicas. “Isso representa o que os consumidores pensam na hora de comprar. Eles não colocam barreiras entre o físico e o digital”, disse Heidi O’Neill, presidente da divisão que cuida de produtos diretos para consumidores. Embora a Nike by Melrose seja a primeira loja do tipo “Live” da Nike, a empresa já deixou claro que não será a última. Novos lugares do mundo receberão unidades em 2019 – como Tóquio. Fonte: Startse
Aparelhos ativados por voz força profissionais de marketing a pensar diferente

Os consumidores estão se sentindo mais confortáveis usando assistentes de voz, alto-falantes inteligentes e outros dispositivos ativados por voz para uma variedade de tarefas diárias. Uma pesquisa realizada nos EUA pela PwC em fevereiro de 2018 descobriu que pesquisar informações, tocar música, enviar mensagens e fazer compras estava entre as atividades conduzidas por grandes porcentagens de usuários de assistentes por voz. À medida que essa confiança nas primeiras comunicações de voz cresce, também aumenta o interesse entre as marcas. Empresas de todos os setores estão experimentando para descobrir como esses novos canais de comunicação podem ajudá-los a interagir com seus públicos-alvo e construir o engajamento da marca de maneira mais personalizada e sem atritos. A voz, no entanto, é diferente de tudo que veio antes, o que está forçando as marcas a pensar de maneira diferente sobre como criarem suas campanhas. Em vez de usar mensagens “push” tradicionais, elas precisam trabalhar mais para tornar as interações da marca úteis e valiosas – ou correm o risco de se tornar irrelevantes. Na ausência de publicidade, um número crescente de marcas está experimentando aplicativos de terceiros (chamados de “skills” para o Amazon Alexa, “ações” para o Google Assistant e aplicativos em outras plataformas). Eles permitem que os usuários façam tudo, desde criar listas de compras, encontrar receitas e obter dicas de beleza, ouvir música, agendar compromissos, controlar dispositivos de casa inteligente e meditar. Fonte: eMarketer

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A expressão do título foi utilizada por um ex-head global de inovação de uma importante rede de agências de publicidade em entrevista publicada na seção Confissões, do site Digiday, com a garantia de que seu nome seria mantido em sigilo. Resolvi resenhá-la e publicá-la porque aqui no Brasil, também, há muitas notícias sobre o “imenso amor” das agências por startups, inovação e coisas do gênero.

Segundo o entrevistado, há mais coisas entre o céu e a terra nessa onda de implementação de laboratórios de inovação do que sonha a vã filosofia da imprensa especializada. O primeiro ponto abordado na entrevista é a contradição entre a busca pela diminuição de custos, algo que vem ganhando tons de desespero face à fragmentação de mídias e abordagens, e o que o entrevistado chama de “síndrome do brinquedo novo brilhante”, o desejo tanto de clientes como de agências de serem conhecidos como inovadores.

Essa síndrome é piorada por um pensamento de muito curto prazo e o fato de abordarem os desafios errados, não lidando com as causas e sim com os efeitos. Acima de tudo, porém, há uma ausência de parâmetros de mensurabilidade para garantir que as inovações terão efeitos de longo prazo.

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