Os rumores começaram ontem à tarde: Twitter estaria trabalhando em seu próprio serviço de “photo-sharing” para competir com Twitpick e yFrog. Quem primeiro saiu com a notícia foi o TechCrunch, citando múltiplas e anônimas fontes. Depois foi o All Things D que “confirmou” a história e foi mais longe, afirmando que o serviço seria anunciado ainda esta semana. O Mashable, cuja equipe costuma ser muito bem informada, comentou que a história é verossímil, considerando que a empresa pediu aos desenvolvedores para pararem de construir “clients” para terceiros e, em seguida, comprou a TweetDeck. E informou que entrou em contato com o pessoal do Twitter, mas a resposta deles foi, surpresa, surpresa, “nada a comentar”.

Fontes: TechCrunch, All Things D, Mashable

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Estadão.com.br:

Reprodução desse ambiente de negócios no mundo virtual atrai segmentos variados

SÃO PAULO – Uma feira de negócios com centenas de empresas que exibem seus produtos em um ambiente 24 horas por dia. Estamos falando das feiras virtuais, que acontecem na internet e começam a atrair organizadores de feiras, expositores e visitantes, além de entidades como o Sebrae (ver abaixo).

Daniel Teixeira/AE
Diretor de marketing da Salvapé, Renato Autilio, aponta custos menores na participação de feiras online (f0to de Daniel Teixeira/AE)

As feiras online simulam uma feira real – ou presencial – de negócios e representam uma nova oportunidade para pequenas empresas de apresentar seus produtos com tecnologia de ponta por um custo menor em comparação a uma feira física.

A Salvapé, distribuidora de produtos tecnológicos de saúde – como um termômetro para bebês usado na testa -, participa atualmente da feira online Expobaby. Seu diretor de marketing, Renato Autilio, afirma: “Para fechar um negócio, o gasto por vendedor físico, que se desloca até o cliente, é de R$ 150. Um vendedor de telemarketing custa R$ 70. Já o gasto por vendedor em uma feira virtual sai por R$ 35.”

“A feira online pode servir tanto como extensão de uma feira real, ajudando a aumentar a audiência do evento, quanto pode funcionar como uma feira independente, que só funciona no mundo virtual”, diz Aquiles Gonzalez, de 56 anos e diretor da Integra Global. A empresa desenvolve ferramentas de negócios online e investiu cerca de R$ 3,6 milhões em uma plataforma eletrônica que reúne feiras online (www.expobusiness.com.br).

Elas têm direito a pavilhão de exposições e sala de conferências. Os expositores contam com estandes personalizados nos quais as empresas apresentam seus produtos, catálogo de fotos e vídeos com palestras. Os participantes, ainda podem utilizar canais de comunicação como o chat para conversar online com visitantes.

Com seis feiras no ar atualmente – entre elas a Expobaby, dirigida a consumidores finais e empresas compradoras, e a Exposervice, que fornece serviços corporativos como secretárias, destinados apenas a um público especial -, o Expobusiness cobra em média de R$ 500 a R$ 2mil por mês do expositor.

“A participação em uma feira presencial pode sair por até R$ 50 mil”, afirma Gonzalez.

Autilio, da Salvapé, empresa de médio porte, poderia estar pagando menos de R$ 2 mil por mês na feira, mas optou pela modalidade de estande mais cara, de R$ 5,4 mil mensais. “Nessa categoria podemos expor diversos vídeos e mudar os produtos das prateleiras todo dia. E isso com a vantagem de evitar o desgaste da participação em uma feira física, que envolve transporte de produtos, montagem da estande e deslocamento da equipe”, diz o executivo. “Um estande de 100 m² custa cerca de R$ 100 mil para uma feira física de uma semana.”

Clientes

O executivo vê mais um benefício na participação das feiras virtuais. “A fase mais importante para uma empresa é depois da feira, quando ela vai efetivar negócios que começaram no evento.” Muitas vezes, porém, expositores não dão prosseguimento aos contatos realizados na feira. Já numa feira virtual, a cliente recebe a lista de visitantes com todas suas informações – e os interessados podem acessar o evento de qualquer parte do País. “Isso aumenta muito nossa audiência.”

A Exposst, feira virtual de saúde e segurança do trabalho, entrará no ar em setembro e irá durar até dezembro, com 100 expositores, segundo a gerente de marketing Bianca Alves, de 31 anos. “Os produtos dos expositores online terão mais tempo de exposição em comparação com uma feira física e os gastos são menores”, diz Bianca, organizadora do evento.

“Numa feira presencial de três dias, gasta-se cerca de R$ 10 mil por uma estande de 9 m². No caso da Exposst, o estande mais barato custa R$ 3 mil mensais, e a mais cara R$ 13 mil, dependendo dos recursos utilizados como chats, vídeos e fotos de produtos exibidos, por exemplo”, acrescenta a gerente.

O grupo Feira & Cia, organizador da Exposystems, feira física especializada na indústria de feiras, decidiu criar uma versão online do evento. “Três meses antes do início da Exposystems, em setembro, colocamos a feira no ar como uma forma de atrair atenção, e deixamos mais três meses depois do final”, diz o diretor Anselmo Carvalho.

“Excluímos na contagem de visitantes online os que também foram à feira física. A visitação virtual gerou um acréscimo de 30% de audiência, ou 1.000 visitantes.”

Agência Dinheiro Vivo:

No ano passado, o setor de TI (Tecnologia da Informação) faturou US$ 81 bilhões no país, equivalente a 4% do PIB e representando o sexto ou sétimo mercado mundial. Não entraram nessa conta o setor de telecomunicações e de datacenter.

Desse total, foram exportados US$ 2,5 bi, enorme avanço perto de exportações zero quatro anos atrás, mas quase nada perto dos US$ 60 bi exportados pela Índia.

Quando Dilma Rousseff foi à China, foi solicitado à Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) um estudo com subsídios para alterar o desenho do comércio bilateral – muito focado em exportações de commodities pelo Brasil e de manufaturas pela China.

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Os números levantados são portentosos. O mercado brasileiro já é enorme, cresce a 12% ao ano, emprega 1,2 milhão de profissionais com salário médio 2,5 vezes a média nacional.

Nos próximos dois anos, Brasil será quinta economia do mundo, metade do PIB mundial será dos BRICs, tem uma demografia favorável, em comparação com Estados Unidos, Japão e Europa – com População Economicamente Ativa declinante.

Apenas devido ao bônus demográfico, os emergentes jogarão 300 milhões de consumidores no mercado, demandando serviços de TI em saúde, educação, sistema bancário, áreas onde o Brasil é competitivo.

Para 2020, estima-se um mercado global de TI na casa dos US$ 3 trilhões, dos quais US$ 900 bi serão dessas tecnologias nas quais o Brasil é candidato natural.

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A partir daí, aparecem os entraves a serem trabalhados.

Custo de mão de obra. Devido aos encargos trabalhistas, é a mais cara do mundo. Foi proposto para o Ministro da Fazenda Guido Mantega e para o Secretário Executivo Nelson Barbosa trocar os 20% do INSS por um percentual entre 2,7% a 3,2% do faturamento. Essa troca evitará perdas de arrecadação, mesmo sem contar o chamado bônus da formalização: os funcionários que hoje trabalham em regime de Pessoa Jurídica.

Formação de mão de obra. Até 2020, só para atendimento de desenvolvimento de software, hardware e serviços, o setor necessitará de 770 mil trabalhadores a mais. Hoje em dia, à falta de técnicos de informática, o setor tem contratado pessoas com maior especialização (e maior salário) para serviços menores. Além disso, há um enorme conjunto de buracos, de especializações não atendidas pela oferta de mão de obra. No caso de engenheiros de software, por exemplo, praticamente toda a mão de obra formada é contratada pela Petrobras, Embraer e INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Segundo Gil, a grande saída será o Pronatec (Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica). Se funcionar conforme o planejado, diz Gil, permitirá formar pelo menos 400 mil alunos/ano para o setor. Outro avanço é a ampliação para 75 mil bolsas de nível superior para cursar no exterior.

Infraestrutura de TI. Brasscom contratou um estudo da A.T.Kearney que estimou que para a Copa e as Olimpíadas serão transmitidas 36 bilhões e imagens. Não há infra para tanto.

Em 2020, o mercado interno brasileiro será de US$ 200 bi. As exportações poderão chegar a US$ 20 bi. Mas, antes, há esses desafios a serem enfrentados.

A história fica ainda mais estranha quando você fica sabendo que os parceiros da Microsoft lançaram 10 celulares com Windows Phone 7 desde o lançamento da plataforma. Já o número de celulares com Android da Microsoft atingiu a fenomenal quantidade de… zero!

Então, como é que…? Calma, a gente conta.

Acontece que em abril de 2010 a Microsoft e a HTC se envolveram em uma pequena batalha legal sobre algumas patentes que a Microsoft alegava que a HTC estava infringindo em seus celulares com Android. A briga nunca evoluiu para uma ação formal, porque a HTC ofereceu um acordo: pagaria um fee de licença no valor, segundo Walter Pritchard, analista do Citi, de 5 dólares por aparelho.

Ao mesmo tempo, a Microsoft estava licenciando sua plataforma Windows Phone 7 para outros fabricantes a um custo que se acredita de 15 dólares por equipamento.

Da última vez que publicou números, a Microsoft disse haver vendido 2 milhões de licenças da Windows Phone 7. Dois milhões multiplicados por 15 dólares dá 30 milhões de dólares.

A HTC, enquanto isso, vendeu aproximadamente 30 milhões de celulares com Android. E 30 milhões multiplicados por US$5 dá 150 milhões de dólares!

Está aí. Sem fabricar um simples celular com Android, a Microsoft arrecadou cerca de 150 milhões de dólares com a plataforma. E isso só com o seu negócio com a HTC! É perfeitamente imaginável, porém, que ela tenha feito negócios similares com outros pesos pesados que estão usando Android (Samsung, LG…). Nesse caso…

Fonte: mobilecrunch.com

A Pixable é uma startup que desenvolve ferramentas para criação e categorização de fotos no Facebook e em outros sites de compartilhamento de fotos. Uma das suas primeiras aplicações foi aqueles mosaicos maneiros com as fotos de todos os seus amigos.

Cerca de 800 mil pessoas já permitiram o acesso da Pixable a suas fotos no Facebook. Em troca, criam álbus, slideshows, calendários, etc. Essa informação começa a render. Hoje, por exemplo, publicou o infográfico abaixo sobre as fotos no Facebook. Alguns dados: 10% são fotos para o perfil (é muito, não acham?), mulheres sobem mais fotos do que homens, a cada ano os participantes trocam mais frequentemente suas fotos do perfil. E por aí vai.

Confiram:

Fonte: TechCrunch

Adnews:

Começa a valer a partir desta quinta-feira, 26, o novo serviço de pagamentos via celular do Google. A função só está disponível para quem possui um dispositivo equipado com o sistema operacional da companhia e pode ser aproveitada em estabelecimentos conveniados, informou o IDGNow!.

O “Google Wallet” é um aplicativo que armazena no smartphone informações dos cartões de crédito e débito; para que o portador faça uma compra, basta aproximar o aparelho do ponto de pagamento e digitar uma senha.

A novidade usa a tecnologia NFC (Near Field Communications) para cuidar da transmissão das informações, que são todas criptografadas para evitar interceptações. De acordo com o site, um mesmo aplicativo pode armazenar conteúdo de diversos cartões e poderá, futuramente, guardar dados de documentos.

O serviço está em fase de testes, através de parcerias com o Citibank e a Mastercard. Redes equipadas com o PayPass da Mastercard – entre elas Subwar, Macy’s e Walgreens – já estão aptas a receber esse tipo de pagamento.

A intenção do Google é colocar o Wallet para funcionar em larga escala ainda neste ano.

Wagner Fontoura, para o ProXXIma News:

O Twitter divulgou alguns infográficos que mostram o número de tuites de cada região do planeta. Estados Unidos, Brasil, Indonésia e Japão são alguns dos principais emissores de mensagens.

Mapa-de-tuítes-mundial

No mapa abaixo, é perceptível o quanto a rede social é muito utilizada nas costas dos Estados Unidos, porém pouco difundida no meio-oeste do país.

Mapa de tuítes EUA

Já no Brasil,  São Paulo é líder no envio de tuites. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

Mapa de tuítes Brasil

A notícia saiu no blog Engadget. A equipe de pesquisa da montadora na Europa mostrou o protótipo de um assento de carro capaz de monitorar o coração do motorista. Funciona com seis eletrodos embutidos que medem sem entrar em contato direto com a pele. A tecnologia pode detectar seu o motorista está tendo um ataque cardíaco e transmitir a informação para o sistema de segurança do veículo. De acordo com os pesquisadores, o sistema é altamente acurado, fazendo leituras corretas em 98% do tempo.

Meio & Mensagem:

Uma das maiores explosões da internet em muito tempo. É dessa forma que a gerente de marketing da produtora de games Mentez, Regina Rossito, define o fenômeno dos jogos sociais. Fáceis de aprender, divertidos e capazes de atingir públicos variados, os games online investem em gráficos coloridos e cativantes que potencializam a integração nas redes sociais, fazendo com que os internautas possam interagir ainda mais entre si.

Os números são superlativos. Atualmente, 250 milhões de pessoas jogam games online, das quais mais de 60 milhões estão no Farmville, de longe o game social mais popular do mundo, lançado no Facebook em 2009, no qual o jogador tem o desafio de gerir uma fazenda virtual.

O sucesso, como não poderia deixar de ser, aguçou a concorrência. Na terça-feira, 17, a cantora Lady Gaga lançou o seu próprio game, o Gagaville, uma parceria com a Zynga, criadora do Farmville. O jogo, que ficará no ar por apenas nove dias, foi feito para promover o novo CD da artista, Born This Way. Conforme o tamanho do sucesso, imagina-se que poderá permanecer na rede.

Amplo alcance

O alcance desses jogos no Brasil é considerável. Segundo pesquisa realizada pela consultoria holandesa Newzoo, dos 46 milhões de usuários de internet brasileiros, pouco menos de 15 milhões jogam algum tipo de jogo social. Outro dado interessante é que 77% das mulheres internautas jogam algum tipo de game social ou casual, aqueles mais simples que não fazem parte de nenhuma rede social.

De olho no crescimento acelerado desse mercado, a Mentez, responsável pela produção de títulos como Colheita Feliz e Guerra Tribal, lançou recentemente o game Cidade Maravilhosa: Rio, criado especificamente para o Orkut, com planos para uma versão Facebook.

“Com os jogos de Orkut e Facebook, as pessoas voltaram a ter uma interação maior entre si. Enviam “presentes”, convidam para participar dos jogos. Acredito que esse boom tem a ver com a interação proporcionada, desafios de competição com seus amigos da rede. E até mesmo na maneira diferente de fazer novos amigos que só esses jogos permitem”, diz Regina Rossito, da Mentez.

Outra produtora a se valer do bom momento dos games sociais é a Vostu, que possui uma equipe de 500 funcionários no Brasil, Argentina e EUA, trabalhando exclusivamente para o mercado brasileiro, e por ora joga suas fichas no Mega City, jogo que permite ao internauta construir sua própria cidade. A aposta é alta., e incluía a top model Adriana Lima, convidada a participar de um comercial do jogo, veiculado na TV pela primeira vez no dia 12 de maio.

“Temos necessidade de investir em mídia offline também, pois os jogos da Vostu já ultrapassaram a barreira da internet. Hoje em dia eles são assunto do dia a dia das pessoas, é quase como discutir sobre uma novela. Queremos nos aproximar ainda mais do nosso público e experimentar diversas formas de comunicação com eles”, diz Tahiana D’Egmont, responsável pelo marketing da Vostu.

Em relação à publicidade incluída nos jogos, também chamada de ingame advertising, há um consenso entre as grandes produtoras de que a propaganda convencional não é a melhor escolha. Ao invés de optar pelo modelo tradicional de mídia display, as empresas têm procurado trabalhar com branded placements nos games.

No caso da Atrativa Real Games, a publicidade aparece em momentos estratégicos, para não atrapalhar o andamento do jogo ou irritar o internauta, como conta Kelly Fray, sales manager da produtora. “Aproveitamos o momento de relaxamento do público para passar a mensagem dos anunciantes de forma que não seja agressiva. Pensamos em peças publicitárias interativas que possam divertir. E colocamos propagandas em momentos como o carregamento de páginas, para não atrapalhar”.

O site Mashable lançou recentemente uma nova área chamada Gadget of the Day Series. Toda semana, eles apresentam cinco “gadgets” que atraíram o interesse da equipe. A gente aqui do Laboratório é fã do Mashable e fã de vocês, nossos leitores. Daí, resolvemos traduzir o que eles comentam lá. A matéria completa, com todas as fotos, pode ser vista aqui.

Polaroid 300. A Polaroid trouxe de volta a nostalgia com a Polaroid 300 Classic Instant Camera. Qualquer um que adora os resultados imprevisíveis e frequentemente lindos que se obtêm com essas câmeras, assim como os amantes de moda “vintage”, os fãs de lomografia e os “descolados” vão amar esse modelo. Por causa do preço do filme, entretanto, a brincadeira pode sair cara.

WiebeTech RTX220 QR. Quem é profissionalmente ligado em foto e video vai adorar a imagem dessa soluções de micro armazenamento. Ela usa uma implementação RAID. É boa também para pequenos negócios que precisam manter seus dados espelhados ou rapidamente acessível. O RTX-220 QR é caro, mas vale a pena.

Boxee Box. Uma caixa que leva conteúdo tanto da web como de uma rede doméstica. O seu novo firmware suporta aplicativos com conteúdo comercial e de assinatura, como Netflix.  O browser do Boxee é perfeito para surfar a web em tela grande.

Microsoft Arc Touch Mouse. Procurando por um mouse realmente descolado? Então precisa conhecer esse. Ele tem uma faixa de toque, que permite clicar e rolar, ir página anterior e próxima, etc. Leva um tempo para se acostumar, mas é charmoso e fácil de transportar.

 Wow-Keys keyboard. É um teclado comum com um espaço para inserir seu iPhone 4. Aí você pode rodar os programas do celular na tela do seu PC e pode digitar nele para inserir dados em seu iPhone. É bom para qualquer um que precise inserir montes de texto em um iPhone ou iPod touch, e para qualquer uma que goste de usar um touchpad com o computador, controlando varios aplicativos com multitouch. A questão é se vale o preço.

Fonte: Mashable.com