É bom quando a gente pode ver uma nova tecnologia sendo aplicada para o bem de todos, não? Em um caso recente, publicado pelo site Futurism.com, muito mais gente vai poder usar a própria visão para isso. Graças a córneas humanas impressas em 3D.

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Dados são gerados por 90 milhões de transações online semanais em suas 25.000 loja 

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Resultado de imagem para augmented realityEcossistema saiu do estágio de novidade e já começa a criar valor para os usuários; próximo passo: via web
A realidade aumentada está agora ativada em mais de 500 milhões de dispositivos. Existem mais de 2.000 aplicativos de AR disponíveis na iOS App Store e outros mais de 200 no Google Play. O crescimento do ecossistema móvel foi impulsionado, em parte, por três casos de uso: aplicativos criativos, contextuais e conectados. Esses mesmos casos de uso estão empurrando o ecossistema de AR para além do estágio inicial de novidade, criando um verdadeiro valor para os usuários. O próximo passo, acreditam os analistas, é o crescimento da RA sem aplicativos — como é o caso da solução brasileira pdlighter.com.br. Fonte: Venture Beat
Como mapear e perceber as métricas de engajamento que são importantes
O envolvimento do cliente é uma prioridade para muitos, mas o fato é que não existe um plano de ação único para medi-lo. Algumas marcas simplesmente identificam e registram os engajamentos de clientes, enquanto outras realmente entendem o valor de cada ação. O site eMarketer entrevistou dezenas de executivos de empresas e produziu um documento, “Understanding Customer Engagement: How to Map and Make Sense of the Metrics that Matter”, que busca entender e estruturas as métricas de engajamento do cliente.  na organização. Ele compartilha os requisitos para usar essa estrutura e dá exemplos de empresas que navegam com sucesso pelos esforços de envolvimento do cliente. Uma das empresas mais envolvidas com o projeto é a Beckon, provedora de inteligência de marketing. Ela trabalha com marcas para gerar pontuações e proporções de envolvimento do cliente que podem ser preditores de resultados reais de negócios, como o valor da vida útil (LTV) e as vendas. O envolvimento do cliente é geralmente definido como qualquer ação iniciada pelo cliente que mostre algum tipo de intenção, interesse, conexão ou colaboração com a marca. Essas ações podem diferir por canal. “Se é uma comunicação por e-mail, pode ser uma abertura. Se for um banner, pode ser um clique. Se for uma plataforma social como o Facebook, pode ser um ‘like'”, explicou Jennifer Zeszut, co-fundadora e Chief Customer Officer da Beckon. As marcas podem analisar uma contagem de volume básico de engajamentos totais, por exemplo, 1,2 milhão de engajamentos de clientes em um trimestre, e isso pode ser usado como referência em relação aos trimestres anteriores. Pode-se avaliar os engajamentos por cliente — número total de clientes e número total de engajamentos. Outro exemplo poderia ser o engajamento por cliente individual. As marcas que podem rastrear engajamentos em um nível de cliente podem criar uma métrica para ver quais clientes têm o nível mais alto de engajamento. Essas métricas podem ser uma forma de descobrir segmentos de compradores e quem está pronto para navegar pelo funil ou que tipo de aumento de vendas esperar. Outros profissionais de marketing usam essas métricas para testar mensagens criativas e diferentes. “Para algumas marcas, algumas métricas do tipo de engajamento são muito preditivas de receita. Mas os preditores de vendas e receitas são diferentes de atribuição, causa ou retorno sobre o investimento. Você está procurando um indicador da marca — algo que se move de forma confiável com a receita “, acrescentou Zeszut. Fonte: eMarketer
Apesar do Waze ser do Google, solução só funciona com iPhones

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https://futurism.com/wp-content/uploads/2017/02/dna-slides-1400x600.jpgDr. Robert Chapman, PhD Candidate, Goldsmiths, University of London, é categórico: não. E fornece as evidências disso no artigo publicado no TheScientificAmerican.com e que traduzi. Continue lendo »

Resultado de imagem para champions leagueNeste sábado, 26, o mundo acompanhará mais uma final da UEFA Champions League e, segundo pesquisa do IBOPE Repucom, o evento vem despertando cada vez mais o interesse dos brasileiros. Continue lendo »

Resultado de imagem para [General-Data-Protection-Regulation-GDPRObjetivo é dar mais transparência às relações entre empresas e consumidores e expandir os direitos de privacidade dos titulares de dados

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Screen Shot 2018-05-24 at 7.56.13 am.jpgRecurso digital exclusivo impulsionará a excelência criativa e impulsionará os negócios

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Resultado de imagem para adobe buys magentoÉ sua terceira maior aquisição para criar um sistema de ponta a ponta 

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Chatting on a smartphoneInteligência artificial da Semantic Machines pode produzir conversas que não apenas respondem ou prevêem perguntas com mais precisão, mas também fluem naturalmente 
A Microsoft anunciou hoje que adquiriu a Semantic Machines, uma startup de Berkeley que quer resolver um dos maiores desafios da IA de conversação: fazer os chatbots parecerem mais humanos e menos como, bem, bots. O diretor de tecnologia da Microsoft AI & Research, David Ku, declarou que, “com a aquisição da Semantic Machines, estabeleceremos um centro de excelência de conversação em Berkeley para avançar os limites do que é possível em interfaces de linguagem”. Segundo o co-fundador e cientista chefe da SM, Dan Klein, “a tecnologia de diálogo de hoje é principalmente ortogonal. Você quer que um sistema de conversação seja contextual, então quando você interpreta uma frase, as coisas não ficam isoladas”. Focando na memória, a Semantic Machines afirma que sua inteligência artificial pode produzir conversas que não apenas respondem ou prevêem perguntas com mais precisão, mas também fluem naturalmente, algo que Siri, Google Assistant, Alexa, a própria Cortana da Microsoft e outros assistentes virtuais ainda não conseguem. Fonte: TechCrunch

Walmart lançou um serviço de personal shopping exclusivo para mães de cidades afluentes

O Code Eight, uma startup de compras pessoais, escondida mais do que incubada dentro do Walmart, foi rebatizada de Jetblack. Nas listas de ofertas de empregos, o serviço é descrito como um “serviço de compras e concierge pessoal somente para membros que combina a conveniência do comércio eletrônico com a atenção personalizada de um assistente pessoal”. Os visitantes do Jetblack.com são recebidos por uma página de destino que diz: “Bom trabalho, você nos encontrou!” O site diz também que o “Jetblack está atualmente em beta em Manhattan”. E oferece aos visitantes uma opção para solicitar acesso antecipado. A startup está sendo liderada pela cofundadora da Rent the Runway, Jenny Fleiss, que se juntou ao Walmart no ano passado para liderar a iniciativa. Desde então, o Walmart revelou pouco sobre o projeto, mas em dezembro o site Recode havia noticiado o lançamento do Code Eight, com uma descrição semelhante. O cliente-alvo foi descrito como um “consumidor urbano de alto patrimônio líquido” — tradução: pessoas ricas que moram em grandes cidades, ou seja, bem distinto do cliente típico do Walmart. Itens domésticos são entregues gratuitamente dentro de 24 horas; outras compras são entregues no prazo de dois dias úteis. As devoluções são recebidas gratuitamente no prédio ou na casa de um cliente. Fonte: Recode