Acabamos de ver no Mashable.com que o Facebook foi não apenas o item mais buscado do ano como passou o Google como o website mais visitado em 2010, de acordo com um novo relatório da Experian Hitwise (mercado dos EUA).

Pelo segundo ano seguido, “facebook” esteve no topo dos termos buscados pelos internautas norteamericados . A palavra respondeu por 2.11% de todas as buscas, segundo o Hitwise. Mais impressionante ainda é o fato de que três outras variações de Facebook ficarm entre os  top ten: “facebook login” em 2º, “facebook.com” em 6º  e “www.facebook.com” em 9º. Combinados, corresponpondem a 3.48% de todas as buscas, um crescimento de 207% desde o ano passado.

Também na lista dos termos mais buscados estão  YouTube, Craigslist, MySpace, eBay, Yahoo and Mapquest. Outras empresas que tiveram grandes avanços foram Hulu, Netflix, Verizon e ESPN. A palavra “games” também apareceu pela primeira vez na lista dos top 50 termos de busca do Hitwise.

Mais interessante ainda é a ascensão do Facebook  ao 1º posto na lista dos websites mais visitados. A rede social foi responsável por 8.93% de todas as visitas no EUA em 2010 (janeiro a novembro), batendo Google(7.19%), Yahoo Mail (3.52%), Yahoo (3.30%) e YouTube (2.65%). No entanto, o Facebook não gerou mais tráfego do que todas as propriedades do Google somadas (9.85%).

Mas é só uma questão de tempo, diz o pessoal do Mashable. Algum tempo atrás eles já previam isso. Leiam em Facebook is getting bigger than Google. De acordo com o comScore, o tráfego do Facebook nos EUA cresceu 55% no último ano e não dá sinais de diminuir a velocidade de crescimento.

Leiam mais aqui.

 

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(Artigo de Philip Ruppel, president da McGraw-Hill Professional,empresa líder mundial na publicação de conteúdo impresso e eletrônico para comunidades científicas, técnicas,médicas e de negócios)

Sem dúvida, o e-book, ou livro eletrônico, é a maior coisa que atingiu a indústria de publicações desde a invenção do tipo móvel. Editoras e revendas estão relatando um crescimento astronômico.

A McGraw-Hill tem desempenhado um papel ativo no desenvolvimento da tecnologia de e-books desde o lançamento do RocketBook (um dos primeiros leitores de e-books), mais de 10 anos atrás. Hoje, a produção e a distribuição de e-books ocupa um lugar central em nossa estratégia de crescimento.

É portanto da linha de frente da revolução do e-book que trago para vocês essas 5 tendências.

1. E-Books Aperfeiçoados Estão Chegando e Vão Ficar Cada Vez Melhores

Os consumidores já mostraram que amam os e-books por sua conveniência e acessibilidade, mas em última instância um livro eletrônico é o mesmo que um livrp impresso, apenas em formato digital. O e-book de um futuro não distante sera muito mais do que texto. A interatividade chegou e mudará a natureza do e-book.

Imagine um video que mostra como consertar uma torneira pingando ou resolver complexos problemas de matemática estatística; audio que pronuncia palavras de uma língua estrangeira à medida em que você as lê; e uma planilha que deixa você conferior o que você lembra e compreender o que lê. Esses recursos interativos e mais estão sendo desenvolvidos agora e estarão no mercado em uma questão de semanas, e não de meses.

Os editores já estão trabalhando em designs para os e-books aperfeiçoados do futuro. Imagine também: se você não sabe cinco questões de seu teste de geometria, seu livro se adaptará e mudará para ajudar a você a aprender as questões e conceitos que não sabe? O seu novo romance oferece uma plataforma para que os grupos de leitura possam discutir o livro diretamente com o autor? Alguns recursos dos e-books de hoje, como entrevistas com o autor e trechos de filmes, são idéias de ontem. Os consumidores vão exigir um tipo de experiência mais ampla.

2. A Guerra de Equipamentos Está Próxima do Fim

Os equipamentos estão proliferando até o ponto da confusão. O consumidor deve comprar um Nook,um Kindle, um Sony e-reader, um iLex ou qualquer um dos outros 20 e-readers que estão no mercado? Ou devem comprar um iPad,um Galaxy Tab, ou oputro tablet com Android? Ou nada disso? Você já notou, no metro, ou no ônibus, quantas pessoas estão lendo em seus telefones? Para um número cada vez maior de leitores, o celular é bom para ler sobre qualquer coisa. À medida em que caminhemos, a confusão do consumidor vai provavelmente levar a uma consolidação rápida em torno de alguns vencedores — ninguém quer ter o próximo “Betamax para livros”.

A maioria dos desenvolvedores está desenvolvendo softwares que funcionarão em múltiplos equipamentos (Kindle também funciona no iPad, no iPhone, e em computadores, por exemplo), por isso os consumidores vão se preocupar menos com o equipamento e mais com a experiência que o software oferece, a portabilidade dos títulos de um equipamento para outro e o acesso a um catálogo completo de títulos.

3. O E-Book de US$9.99 Não Vai Durar Para Sempre

A Amazon popularizou o preço de $9.99 para best-sellers, facilitando a adoção do Kindle e o consumo dos e-books. Isso tem causado confusão entre muitos consumidores que pensam simplesmente que todo e-book deveria custar US$9.99 ou menos. Mas a maioria dos títulos oferecidos pela Amazon tem preço superior a esse, especialmente aqueles com recursos interativos únicos. Para editoras voltadas para um public professional ou técnico, como a McGraw-Hill, os e-books não podem ter o mesmo preço baixo de produtos de massa, que é o que muitos consumidores pensam que deveria ser aplicado a todo e-book. Nossos custos vêm de altos investimentos no desenvolvimento de produtos e editorial, com conteúdo técnico e sofisticado. Os custos de papel, impressão e acabamento são apenas uma fração do gasto real. E em algumas areas muitos específicas e técnicas, nossos mercados são muito menores. Nós simplesmente não podemos nos permitir publicar o trabalho se ele tiver que ser precificado ao preço de $9.99.

A oportunidade real para os editors sera desenvolver e-books que ofereçam o tipo de recursos interativos mencionados acima. Nossos clientes exigirão livros interativos que ofereçam uma experiência muito melhor, mais informada e enriquecedora. Para eles, a experiência (não o custo) é frequentemente o motivador primário.

4. O ‘Contextual Upsell’ Será um Modelo de Negócios a Observar

Os E-books permitem aos editors interagir com seus clientes de novas maneiras. Imagine consumidores que estão tentando aprender estatística e com dificuldades em uma fórmula particular. Eles perguntam aos amigos, mas ninguém conseguem explicar direito. Então, eles clicam um botão de ajuda que os leva a um site onde podem baixar tutoriais relevantes sobre formulas especificas por US$2.99. Eles escolhem aquela que precisam e ganham uma nova ferramenta de aprendizagem que os ajuda a progredir em seus estudos. Multiplique isso por centenas de milhares de estudantes que têm problemas de aprendizagem similares e que comprarão através do livro (“in-book app purchase”) e isso será sem dúvida uma nova e interessantes oportunidade de marketing.

5. Os Editores Serão Mais Importantes do que Nunca

Apesar da onda de autopublicação via web, as editoras desempenharão um papel até maior no mundo do e-book. Conteúdo ‘commodity’ pode ser encontrado em todo canto (e a maioria grátis), mas conteúdo de alta qualidade, editado profissionalmente — o que exige uma equipe de especialistas — continuará tendo muito valor.

Na McGraw-Hill, cada livro técnico de referência envolve equipes de ediotores, copydesks, revisores e designers para produzi-lo. No mundo digital, o papelo dos editors sera maior à medida em que as novas tecnologias oferecem uma experiência de uso e aprendizagem também maior. Mais ainda, com o fenomenal crescimento de conteúdo que é oferecido via web, os consumidores procurarão e pagarão por conteúdo especializado que agregue e contextualize informação de forma eficiente para eles e ofereça opções de busca altamente acuradas e específicas. Editores com expertise e recursos nessas areas emergentes serão aqueles que escreverão as novas regras da publicação de e-books.

Trad. de Mashable.com

Adnews:

A videoconferência será ultrapassada por uma forma ainda mais realista de se comunicar. Segundo pesquisadores da IBM, em cinco anos o mundo conhecerá aparelhos celulares com capacidade de captar e reproduzir hologramas em três dimensões. As informações são do IDGNow!.

A ideia, segundo Paul Bloom, CTO para pesquisas em telecomunicações, é fazer com que os aparelhos possam transmitir o sinal a ponto de permitir que o usuário caminhe junto à projeção enquanto conversa. Outra possibilidade seria operários e engenheiros discutirem modificações em projetos enquanto observam, de locais distantes um do outro, a mesma figura.

“Nós vemos a tecnologia 3D migrando para o celular, que terá com isso a capacidade de transmitir informações suficientes para criar um holograma 3D, projetando a imagem em qualquer superfície e com tamanho real”, declarou Bloom.

A companhia já trabalha no aperfeiçoamento da tecnologia e a previsão é que um protótipo esteja pronto em cinco anos, já que as câmeras precisam ser miniaturizadas e ainda não há um software que leia os dados das câmeras. Todo o projeto já faz parte do “IBM Next Five in Five”, lista anual que prevê as inovações que mudarão a vida das pessoas dentro desse prazo.

Veja como seria:


Artigo do Prof. Victor Hugo Cardoso, para o Clube Dentalis:

Um dos desafios dos profissionais envolvidos com a recuperação de pacientes com queimaduras é abreviar o tempo de internação para evitar complicações infecciosas. O uso de biocurativos, produzidos a partir de celulose bacteriana – que possibilita a regeneração mais rápida da pele -, é uma das alternativas promissoras. Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara, em parceria com a empresa Apis Flora, de Ribeirão Preto, desenvolveram um biocurativo cicatrizante e antimicrobiano à base de celulose bacteriana e extrato de própolis.

Própolis

O produto foi testado em laboratório com ótimos resultados. “O objetivo do biocurativo, feito em forma de película, é atenuar o tempo de tratamento e a dor de pacientes que sofreram queimaduras de primeiro e de segundo graus ou que possuam feridas crônicas”, disse Hernane Barud, coordenador da pesquisa. Os resultados obtidos até agora mostram alto grau de eficiência do produto, principalmente na prevenção do crescimento microbiano e na liberação sustentada de própolis. De acordo com Barud, a novidade do produto é o aprimoramento da celulose bacteriana com a incorporação de extrato de própolis, insumo farmacêutico que já fora avaliado quanto à eficácia pré-clínica e clínica em queimados por Andresa Berretta, pesquisadora responsável da Apis Flora.

“A própolis é um material resinoso e balsâmico obtido pelas abelhas que, associada à membrana, produz uma ação cicatrizante e antimicrobiana. Além de regenerar a pele, o biocurativo consegue matar as bactérias que surgem junto com os ferimentos”, explicou o pesquisador, que concluiu recentemente seu doutorado no Instituto de Química da Unesp de Araraquara sobre Materiais Multifuncionais Baseados em Celulose Bacteriana.

Natureza padronizada

A Apis Flora tem patente para o extrato padronizado de própolis e, atualmente, o grupo prepara nova solicitação para o biocurativo com própolis. “Não é qualquer extrato de própolis que apresenta os resultados, mas o que a empresa desenvolveu, avaliou e depositou o pedido de patente”, ressaltou Barud. Segundo Andresa, quando se trabalha com derivados naturais a reprodutibilidade de lote a lote é indispensável para se obter medicamentos. “Nosso grupo já avaliou essas características e tem condições de obter industrialmente lotes reprodutíveis a fim de se registrar um medicamento nos órgãos reguladores”, disse.

A membrana de celulose é produzida pela bactéria Acetobacter xylinum, encontrada principalmente nas frutas em decomposição.”A vantagem da celulose bacteriana, principalmente a produzida pela A. xylinum, é a elevada resistência mecânica conferida pela rede tridimensional formada por nanofibras de celulose”, explicou. Com o novo biocurativo o paciente em tratamento poderá desempenhar atividades corriqueiras como tomar banho ou ficar exposto ao sol. “Como o produto é impermeável, ele funciona como uma barreira bacteriológica, sem impedir que o ferimento respire”, disse.

Monitoramento da cicatrização

Barud acrescenta ainda que, pela transparência e por aderir com facilidade ao leito da ferida, a película possibilitará o acompanhamento constante da cicatrização. Um dos problemas no tratamento de queimados é que o curativo convencional pode provocar lesões todas as vezes que é removido. “O novo biocurativo poderá ser colocado diretamente na ferida sem necessidade de troca. Além disso, conseguimos desenvolvê-lo com liberação sustentada, ou seja, ele libera própolis lentamente”, disse.

A próxima etapa da pesquisa será o teste em animais. Depois de superada essa fase, o biocurativo será testado em humanos. “A meta é produzir o produto em larga escala. A previsão é que dentro de dois a três anos ele seja comercializado”, disse Barud. Participam também da pesquisa os professores Younés Messaddeq e Sidney José Lima Ribeiro, do Instituto de Química da Unesp de Araraquara, além de Andresa Aparecida Berretta, coordenadora de pesquisa na empresa Apis Flora.

 

Em um dos mais famosos momentos culinários da história escrita, Eva convence Adão a compartilhar uma maçã no Jardim do Éden. Certo? Bem, não exatamente.

De fato, Adão e Eva morderam um fruto. Mas o Livro do Gênesis não diz explicitamente que fruto era. Pode ter sido uma maçã. Ou, como sugerem imagens mais antigas, uma romã.  (Romã, em latim, é “malum granate”, ou seja, “maçã com sementes”. N.T.)

Em latim, as palavras para “maçã” e para “mal” são similares. Mālum é a palavra para “maçã”, mălum é a palvra para “um mal ou um infortúnio”.

Como resultado da associação da maçã com a história de Adão e Eva, esse fruto tornou-se um símbolo cheio de significações, representando, entre outras coisas, a tentação, o pecado, a imortalidade, a sedução, o proibido e o conhecimento.

 

A matéria é do Mashable.com, em uma seção onde apresentam startups com “a centelha da genialidade”. No caso, o Aro é um aplicativo para Android (já está em desenvolvimento uma versão para iPhone) que conecta atualizações de email, SMS, voice mail e redes sociais de forma que você pode encontrar quem precisa quando precisa.

O ponto de partida é que, apesar de smartphone ser chamado assim porque oferece um poder de computação avançado a ponto de permitir que o usuário navegue pela web, instale aplicativos e alavance a tecnologia baseada em localização, ou seja, implicar em inteligência no seu celular, inteligente é exatamente o que um smartphone não é.

Esse novo aplicativo pretende ser o sistema nervoso central do seu celular, processando informação para ajudar a aperfeiçoar o funcionamento geral. É um produto que está sendo desenvolvido há três anos e tem implicações bem profundas (está sendo bancado por Paul Allen, co-fundador da Microsoft.

O Aro oferece uma suite de aplicações de gerenciamento da informação pessoal que pode indexar email, mensagens de texto, contatos, atualizações de mídias sociais, calendário, dados de geolocalização e muito mais. Uma vez instalado em equipamentos Android, o Aro pode extrair do texto mais de  100 tipos diferentes de conceitos — tais como pessoas, lugares, eventos, datas, organizações e locais. Pode também entender os contextos e fazer recomendações inteligentes para as próximas ações.

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Google lança navegador de anatomia

O Google Body Browser ainda está em seus primeiros dias, mas nem por isso deixa de ser impressionante. O navegador do corpo humano se tranformará em breve em uma ferramenta indispensável para quem estuda anatomia, desde o ensino fundamental até o superior.

A interface é muito simples e fácil de usar. Existe apenas uma barra lateral que regula a transparência das partes do corpo humano. Esta transparência pode ser feita de dois modos: sobreposta e independente. A sobreposta despe o corpo humano como nós o vemos, gradualmente, até constar apenas o sistema nervoso na tela. Já o independente permite o controle da opacidade de cada sistema individualmente.

A função que mais impressiona, contudo, é a de busca. Basta digitar uma parte do corpo humano de algum dos 5 sistemas (nervoso, cardiovascular, digestivo, ósseo e muscular) analisados pelo programa e tal parte será destacada.

O webware deixa a desejar em dois pontos. O primeiro é a falta de um modelo masculino para estudos e a segunda é a limitação no que se diz respeito aos outros sistemas do corpo não trabalhados pelo aplicativo.

Baixe o Google Canary no Downloads INFO para acessar o Body Browser.

Clique aqui para ser levado ao browser de anatomia da Google.

 

Encontramos o presente ideal para os homens daqui do laboratório: Manslater, um equipamento que traduz fielmente o que as mulheres estão realmente querendo dizer quando dizem “tudo bem, querido”, “faça como quiser, benzinho” e outras platitudes. Veja o comercial abaixo (ainda em inglês, mas em breve pela Polishop ;-):

SÃO PAULO (Reuters) – A empresa de bens de consumo Hypermarcas reforçou sua presença no setor de medicamentos com o anúncio da compra do laboratório Mantecorp por 2,5 bilhões de reais em dinheiro e ações.

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