Resultado de imagem para ibm watsonSolução é elemento crítico na estrategia de Internet das Coisas da “big blue” Leia o resto deste post »

Resultado de imagem para 360-degree video snapchatInterações são duas a três vezes maiores ao usar a plataforma
Marcas como Universal Pictures, Chick-fil-A e Netflix estão experimentando os vídeos 360 graus do Snapchat, e Michael Rucker, da OmniVirt, disse que os clientes de sua empresa estão vendo taxas de “swipe-up” (quando o usuário passa o dedo na tela de um dispositivo mobile para dirigir a ação) duas a três vezes superiores quando usam o formato. Nick Cicero, da Delmondo, prevê que o uso de vídeos 360 graus vai crescer muito na plataforma, “porque o ato de swiping up é muito poderoso, pois sinaliza intenção”. Fonte: Digiday

Google lança programa de extensões para Gmail

O Google está fazendo o possível para que desenvolvedores levem seus serviços para o Gmail, usando novas integrações chamadas Add-ons. São construídos de tal form que os desenvolvedores só precisem escrever um conjunto de códigos na linguagem Apps Script, do Google. Assim, uma extensão QuickBooks permitiria que os usuários enviassem facilmente faturas para seus clientes. O Google já oferece extensões para seus softwares de processamento de texto, Docs, e planilhas, Sheets. Esse tipo de sistema pode ser útil para os usuários porque os ajuda a terminar seus trabalhos sem sair do Gmail. Também ajuda a atrair os usuários para o app oficial de email do Google, em vez de usar um dos vários outros clientes que podem acessar o serviço, incluindo o Microsoft Outlook. Fonte: CIO.com

Vídeos nativos do Facebook tem uma taxa de compartilhamento 1.055% superior ao do YouTube
Vídeo nativo está se tornando imensamente importante. Com 25% dos usuários nos EUA adotando um bloqueador de anúncio no ano passado, o conteúdo nativo é como os anunciantes estão evitando o problema. E o video nativo é uma das razões pelas quais o marketing de influenciadores e o conteúdo gerado pelo usuário tornou-se tão importante Em um estudo publicado nesta segunda, 13/3, pela Quintly, empresa de análise de mídias sociais — que usou dados de 6,2 milhões de posts de 167 mil perfis do Facebook durante 2016 — uma coisa é clara: o vídeo nativo não apenas tomou conta do Facebook como fez isso por causa do design. O Facebook está determinado a alcançar e ultrapassar o YouTube na guerra de vídeos. Em 2015, a VB Insight estudou as duas plataformas e descobriu que o YouTube ainda era 11X maior do que o Facebook. Na época, os americanos passaram um agregado de 8.061 anos no YouTube e 713 anos no Facebook. Mas com os vídeos rodando automaticamente nos timelines e um design que reduz a importância das outras plataformas de vídeo, a gigante das redes sociais está diminuindo a dianteira do YouTube. “Nosso último estudo já mostrou os vídeos nativos do Facebook como dominantes na rede social”, contou Nils Herrmann, da Quintly. Em dezembro de 2016, mostrou o estudo, o desempenho foi 186% superior aos videos do YouTube e a taxa de compartilhamentos foi 1.055% superior. Outra prova do acerto da tática do Facebook é o fato de que os compartilhamentos de vídeos do Vimeo praticamente desapareceram inteiramente da rede — apenas 2% dos perfis incluíram um link do Vimeo em seus feeds. Fonte: Venture Beat

 

Advertisers have even less time to connect as mobile video hits turning point

Usuários mobile preferem vídeos mais curtos. Confira abaixo

Estudo da Fjord Accenture revela as oito tendências digitais que darão o tom para marcas e empresas em 2017 Leia o resto deste post »

Resultado de imagem para emailfatigueFrequência exagerada cansa o usuário, mas conteúdo também é importante

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snapApp está co-produzindo shows em formato de vídeo vertical

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Michael Klein

A principal notícia não está confirmada: a Folha de S. Paulo noticiou que a aquisição da Credicard teria sido fechada com o Citi. A operação será anunciada, ainda segundo o jornal, nesta semana. A operação surpreendeu pelo valor: se confirmada, ela indicará o pagamento de três vezes o valor de mercado da companhia. A Credicard tem cerca de 7 milhões de cartões de crédito, sendo responsável por cerca de 4,5% das operações feitas pelos brasileiros no exterior.  Leia o resto deste post »

Google Glass – anatomia de um fracasso social

GGlass  1 of 1 4Tom Forensky, editor do site Silicon Valley Watcher, confessa não ser um fã do Google Glass. Ele tem certeza absoluta de que não é socialmente aceitável a gravação de um vídeo ou de um áudio de pessoas que estão em torno sem a permissão delas, ou estar on-line, sem que os outros saibam. “É simplesmente assustador e as pessoas não vão aturar quem usá-los em sua companhia”, prevê. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Ibope vai traçar perfil do usuário de smartphone Leia o resto deste post »

Tablet da Microsoft rateia nas vendas, mas Ballmer não perde a pose

Surface_435Segundo especialistas do mercado, os fabricantes de PC temiam que o Surface RT engolisse a indústria. Aparentememente, porém, eles não têm o que temer. Este mês, as fatias do Surface RT no mercado caíram para 6,8% nas estatísticas da AdDuplex, abaixo dos 7,6% do mês passado. Nos Estados Unidos, sua parte caiu de 13% para 10%. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Itaú e Google lançam canal com os vídeos mais vistos do YouTube Leia o resto deste post »

Embalagens que falam a hora de tomar remédio: está funcionando

Nesta embalagem, o comprimido vem em um compartimento com o dia da semana

Nesta embalagem, o comprimido vem em um compartimento com o dia da semana

As pessoas acostumadas a preocupar médicos e familiares que desconfiam que eles não estão tomando seus remédios corretamente podem, agora, obter ajuda de uma fonte improvável. O design das novas embalagens e rótulos mais fáceis de compreender têm o objetivo de ajudar as pessoas a se manterem dentro das prescrições. Continue lendo em A Zona de Desconforto

88% das maiores empresas do Brasil estão nas redes sociais, diz estudo Leia o resto deste post »

Big Data: você sabe o que é isso?

A expressão Big Data virou a queridinha do mundo digital. Mas, sinceramente, a impressão que me dá é que as pessoas não sabem exatamente do que estão falando. Segundo Robert Boehnlein, presidente da Aprimo, uma subsidiária de aplicações de marketing da Teradata, a expressão é redutora e leva a uma série de interpretações equivocadas. “Não é apenas uma questão da quantidade enorme de informações associadas a bancos de dados relacionais”, diz Boehnlein. Big Data é mais sobre a forma não estruturada como os dados são frequentemente recolhidos a partir de várias fontes, formatados inconsistentemente e apresentados. Robert falou sobre o assunto na Teradata Partners Conference. Sua apresentação, resenhada pela Direct Marketing News, foi particularmente importante porque, apesar da enorme quantidade de artigos sobre o assunto (mais big data?) as empresas ainda precisam definir melhor a questão para poder resolvê-la a contento. Leia mais

Os desafios do m-commerce no Brasil Leia o resto deste post »