GM: consumidores ao volante. O fim inevitável de produtos. E mais

30/07/2013

Consumidores vão guiar GM de volta aos bons tempos

General MotorsA GM atravessou momentos difíceis nos últimos anos, envolvendo uma percepção de baixa qualidade dos veículos, declínio de market share, perdas financeiras e até um pedido de falência em 2009. Mas eis que, como uma fênix, a empresa ressurge com vigor renovado, um foco preciso no consumidor, uma liderança entusiasmada e uma esperança fervorosa de que pode voltar ao topo da indústria automotiva. Os sinais são muitos positivos: pela primeira vez, a GM foi escolhida como a empresa automobilística que oferece a melhor qualidade, de acordo com a pesquisa anual da J.D.Power & Associates, publicada em junho agora. Segundo disse Jim Moloney, general director, customer and relationship services da GM, em entrevista ao site da Loyalty Marketers Association, alguns fatores foram fundamentais, começando por uma nova mentalidade no Contact Center.

“Toda vez que um cliente ou revendedor liga em busca de assistência, temos grupos especiais que lidam com as chamadas, as interações de mídias sociais, chats, e-mails”, explicou. “Estou extremamente otimista com esse foco no cliente. Estávamos operando os contact centers como departamentos de reclamações movidos a custo. Agora, eles estão voltados para oportunidades de envolvimento”, continuou.

Ainda segundo Moloney, a nova GM tornou-se sintonizada com o consumidor a partir do momento em que voltou a exercitar o diálogo. “Você não pode ignorar as pessoas com quem está tendo tão ricas interações. Estamos fazendo mais ações de mídias sociais, e agora temos essa equipe trabalhando ao lado dos departamentos de marketing e de relações públicas com uma nova forma de colaboração em torno do cliente. É incrivelmente emocionante fazer parte desta transformação enquanto ela está ocorrendo”, enfatizou. “Tivemos a sorte de receber uma segunda chance. Com pessoas inteligentes e recursos, por que não podemos ganhar os mesmos louvores que os outros recebem? Eu quero ver a GM brilhando no palco”, finalizou Moloney.

Leia também: Hashtags no Facebook não aumentam envolvimento, revela estudo, e outras notícias do mercado de Marketing Direto = Marketing Diálogo no Portal Abemd

Escreva aí: para alguns produtos, o fim é inevitável

O que uma locadora de filmes e o jornal matinal têm em comum? A resposta é simples e trágica: ambos devem desaparecer nos próximos dez anos. Sou cliente de uma locadora perto da minha casa. Eu, como muitas pessoas da minha geração, ainda mantenho o hábito de caminhar pelas prateleiras recheadas de filmes (a maioria americanos!) e no final, escolher dois ou três para assistir esparramado no sofá. É uma rotina que cultivo há anos. Outra rotina que acabei abandonando foi a de sair de manhã para ir até a banca da esquina para comprar o meu jornal diário. Olha que eu resisti e muito, mas fui vencido pela instantaneidade da internet. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Franquia de sucesso é franquia engessada?

Muitas pessoas optam pelo sistema de franquias quando querem abrir um novo negócio. O fator que mais pesa é a facilidade de gestão e a padronização, que faz com que o empreendedor se sinta muito mais seguro em relação ao investimento. Teoricamente, há até certa comodidade em saber que o modelo já foi testado e aprovado. Imagina-se que para ter sucesso, basta seguir rigorosamente a cartilha que está sendo ditada. Mas, nem sempre é assim… Continue lendo em A Zona de Desconforto

Conheça as oportunidades de negócio que surgem com a “segunda tela”

A Segunda Tela (ou Second Screen) é um complemento em tempo real à televisão, ou seja, à primeira tela. Ao utilizar um computador, um smartphones ou um tablet, na função de “segunda tela”, o “teleinternauta” recebe informações extras e pontos importantes sobre o assunto que está sendo tratado no programa que está no ar no momento. É uma tendência que está crescendo muito, inclusive no Brasil, e que oferece excelentes oportunidades de negócios. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Tomar banho pode prejudicar a saúde e o meio ambiente

Tomar banho é um dos hábitos de higiene mais imprescindíveis, e, nos dias frios, a tendência é passar bem mais tempo debaixo do chuveiro. Com a água quente envolvendo o corpo, fica difícil lembrar que o banho pode causar sérios prejuízos para a saúde e ao meio ambiente – e não é só o gasto excessivo de água que prejudica o planeta.

Sempre utilizado na hora do banho, o sabonete poderia ser dispensado por quem toma duas ou mais chuveiradas diárias. “Se optar por vários banhos ao dia, evite o uso de saponáceos e use-os somente nas axilas e nos genitais”, alerta a dermatologista Daniela Landim. Os sabonetes convencionais não matam as bactérias – apenas perturbam as microcolônias existentes na pele, espalhando-as para outras partes do banheiro. Já aqueles que têm ação antibacteriana nem sempre são 100% eficientes contra os germes, e ainda contêm triclosan – substância que contamina rios e lagos, responsável por causar vários problemas na saúde humana e dos animais. (saiba mais aqui)

A água quente, responsável pelo relaxamento do corpo, também agride a pele, principalmente nos banhos mais longos: assim, ficar muito tempo debaixo do chuveiro pode atacar a camada hidrolipídica, uma barreira capaz de impedir a penetração de agentes irritantes e até mesmo microorganismos, como algumas bactérias oportunistas. Sendo assim, de acordo com o site Consumidor Moderno, o ideal para manter a pele protegida é usar sabonetes neutros e deixar a temperatura da água sempre morna, além de evitar o uso de esponjas e buchas, que deixam a derme mais sensível.

A secagem natural é uma das recomendações mais difíceis de serem seguidas, principalmente no inverno. Mas, de acordo com a dermatologista, jogar a toalha é a opção mais saudável, uma vez que esfregar o tecido na pele pode acabar danificando mais ainda a barreira de proteção natural.

Uma alternativa para quem não consegue deixar a secagem de lado é apostar em toalhas mais macias, trocando-as sempre que possível. Além disso, vale lembrar que compartilhar o tecido que seca o corpo pode expor o organismo a várias doenças.

Reproduzido do site Ciclo Vivo

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