Foto: Wikimedia CommonsTudo começou em 1891. Naquele ano, o engenheiro americano James William Lambert(1860-1952) estava dirigindo uma de suas mais importantes invenções, o primeiro carro a gasolina que realmente funcionava, quando ocorreu um pequeno problema: o carro bateu na raiz de uma árvore que saía do chão e perdeu o controle, batendo diretamente contra um modelo idêntico, que também estava em testes. Ou seja, os dois únicos modelos que estavam em produção em Ohio, um estado com mais de 116 mil quilômetros quadrados, colidiram um no outro. Continue lendo »

Anúncios
Better Together: Print and DigitalMeio impresso é particularmente relevante em compras “habituais”, como comida

Continue lendo »

De realidade aumentada à Amazon, do IBM Watson aos carros autônomos Continue lendo »

Engenheiro que saiu do Google para dirigir o projeto da Uber teria levado com ele dezenas de milhares de arquivos confidenciais
A Waymo, spinoff do Google encarregada do projeto de carros autônomos, solicitou formalmente à justiça americana para impedir que a Uber opere com tecnologia obtida dos veiculos da empresa da Alphabet. A ação judicial foi deflagrada no mês passado e alega que a Uber roubou elementos chave da tecnologia do Google. A Uber afirma que as acusações não têm base. Na sexta, 10/3, a Waymo entregou um testemunho juramentado de Gary Brown, um engenheiro de segurança forense que está com o Google desde 2013. Citando registros da rede segura do Google, Brown afirma que Anthony Levandowski, um ex-engenheiro da empresa que agora dirige o programa de carros autônomos da Alphabet, tendo baixado 14 mil arquivos de um repositório do Google que contem arquivos de design, esquemas e outras informações confidenciais pertencentes ao projeto de carro autônomo. Levandowski usou um laptop fornecido pelo Google para baixar os arquivos, o que tornou mais facil o rastreamento, contou Brown. Ele também implicou outros engenheiros no esquema: Radu Raduta e Sameer Kshirsagar. Ambos também teriam baixado material confidencial, incluindo listas de fornecedores e consultores. Fonte: The Verge
Facebook coloca realidade virtual na timeline dos usuários 

Três anos depois de adquirir a Oculus, o Facebook está finalmente integrando o braço de realidade virtual da empresa em sua plataforma com um novo app de 360 graus. Desde a aquisição, a gigante das mídias sociais vem dando passos para expandir sua presença em realidade virtual, mas até agora mantinha as áreas separadas. Agora, a linha divisória foi cruzada — pelo menos para alguns usuários. O novo app de RV foi produzido pela Oculus e só está disponível para o Samsung Gear VR. Quem possui o dispositivo poderá acessar conteúdo em 360 graus via sua timeline no Facebook. Como a empresa planeja expandir o app ou seus recursos permanece incerto. “O Facebook está claramente entusiasmado tanto com vídeo como com a realidade virtual, por isso aproximar esses dois paradigmas estrategicamente faz sentido para a empresa”, comentou Paul Verna, analista da eMarketer. “Se os usuários abraçarão RV em massa é outra questão, mas em um futuro próximo podemos esperar muita experimentação de marcas, veiculos e criativos em geral.” Fonte: eMarketer

3 maneiras que emissores de cartões podem usar para alavancar uso e lucratividade
Há pressões cada vez maiores sobre a lucratividade dos programas de fidelidade e premiação ligados ao uso de cartões de crédito, cartões presente e cartões pré-pagos. Os consumidores têm mais recursos do que nunca para a comparação de preços, privilégios e prêmios, o que significa que as marcas precisam se atualizar constantemente para competir e encontrar a combinação mais atraente e lucrativa de ofertas. Os gestores dos programas de cartões não podem controlar a concorrência ou os mercados, mas podem controlar aspectos chave de seus portfolios, incluindo a eficiência operacional, alavancando a flexibilidade, por exemplo, a produtividade de marketing, principalmente através da personalização e aproveitando oportunidades de co-branding, e fidelidade do consumidor, usando eventos definidos no ciclo de vida dos cartões atuais e também recuperando ex-clientes. Ao gerenciar essas três alavancas de lucratividade, pode-se maximizar o sucesso dos cartões. Fonte: Colloquy