Resultado de imagem para amazon wholefoodsEssa estratégia está no horizonte há mais de 20 anos, mas o momento da verdade chegou Continue lendo »

Ciclo Vivo:

Criado pela empresa Genius, o mouse sustentável é uma boa alternativa para quem prefere usar os sem fio. O novo equipamento não usa pilhas, nem precisa de baterias para substituição. Ele se alimenta apenas de um capacitador. Leia a matéria completa.

Ciclo Vivo:

(…) Diversas pessoas ao redor do mundo querem mudar para melhor a situação de milhares de indivíduos, e estão buscando soluções para acabar com problemas como a escassez e acesso a água potável, problemas de acesso à energia elétrica e internet, aquecimento global entre outros. (…) Pessoas e Organizações estão desenvolvendo trabalhos incríveis para ajudar a situação crítica que o planeta enfrenta. (…) Bola de futebol que gera energia (…) Lâmpada de LED movida a energia solar (…) ONG leva energia elétrica a comunidades carentes da África (…) Fogão a lenha que gera energia elétrica (…) Purificador de água que usa apenas a energia solar (…) UNICEF cria quiosques digitais para levar internet à África (…)

Conheça os seis projetos que o CicloVivo separou e que servem de exemplos para ajudar a mudar o mundo.

Ciclo Vivo:

O presente de aniversário que a cidade de São Paulo receberá no próximo mês é o fim do uso das sacolas plásticas. A lei está suspensa, mas a cidade vai banir as sacolinhas. A solução para os consumidores será o uso das sacolas retornáveis, os antigos carrinhos de feira, caixas de papelão que o próprio mercado doa e a compra de sacolas biodegradáveis – feitas com amido de milho. Estas sacolas são vendidas a R$ 0,19.

Os consumidores de Jundiaí e Belo Horizonte, as primeiras cidades a aderirem a esta nova medida, foram resistentes quanto à eficácia do projeto. Outros que também dividem esta opinião são os ambientalistas que afirmam que falta infraestrutura para a decomposição das sacolas biodegradáveis. Leia a matéria completa.

Ciclo Vivo:

O Instituto Harmonia na Terra lançou um jogo para incentivar a luta pela preservação de ecossistemas e por um mundo mais justo. Trata-se do game baseado nos princípios da Carta da Terra. Uma boa ideia para criar consciência ambiental brincando. A Carta da Terra é uma declaração de 16 princípios éticos para uma sociedade sustentável formulada inicialmente na Eco 92, no Rio de Janeiro, e finalizada em conferência na França, em 2000.

O jogo foi criado pelos ambientalistas Guilherme Blauth, Patricia Abuhab, Cláudio Casaccia e Gisela Sartori Franco. Blauth, que também é um dos fundadores do instituto, acredita que na prática a Carta ainda é irreal. Então, o grupo desenvolveu o jogo por sete anos para assim difundir seu conteúdo e ajudar na divulgação para que alcance mais pessoas. Leia a matéria completa.

Calma. A gente não está antecipando as inevitáveis enchentes dos próximos meses. Trata-se de um projeto arquitetônico feito pelo arquiteto e professor da Universidade de São Paulo, Alexandre Delijaicov. A proposta é tornar a cidade  mais sustentável com a retomada de projetos do Século XIX, no quais ela se tranformaria em exemplo do uso do transporte hidroviário.

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Esta semana, dois grupos de pesquisadores anunciaram avanços na direção de células solares mais eficientes, as chamadas “quantum dot solar cells”, ou células solares de ponto quântico. O objetivo é capturar a parte da energia solar que é perdida normalmente como calor. Continue lendo »

Acreditem, se quiser. São 900 árvores, juntamente com outros tipos de vegetação e plantas, em duas torres residenciais, com 110 e 76 metros de altural. Chama-se Bosco Verticale, bosque vertical, e cada apartamento com uma varanda com árvores plantadas. Um passo à frente, sem dúvida, em relação a “pintar áreas de verde”, como um dos maiores empreendedores brasileiros queria enfrentar, na década de setenta do século passado, as primeiras reações de ambientalistas à concretificação de uma das mais belas paisagens do mundo, a floresta que cerca a cidade do Rio de Janeiro.

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Ciclo Vivo:

O Eco Clock é uma solução para pilhas que ficam abandonadas pela casa. Geralmente, quando uma pilha começa a enfraquecer os usuários já fazem a troca, descartando um grande lixo tóxico, mas este relógio faz uso dela até o fim. Continue lendo »

A notícia saiu no portal Ciclo Vivo (clique aqui para ler a notícia e conhecer mais sobre o Ecopod) e me lembrou um “causo” passado muitos anos atrás com meu amigo Celso Byron. Celso atualmente é o diretor da HTCenter, uma rede de lojas especializada em “home entertainment & automation”, que tem um programa de relacionamento para arquitetos, o Homexperience, muito arrumado.

Mas na época do causo, mais de trinta anos atrás, ele era acima de tudo jovem – e empreendedor. Montara, com o arquiteto Vitor Lotufo, uma empresa que fazia um monte de coisas de papelão. Um dos produtos, talvez o mais simples mas o mais bem sucedido, era um quebra-cabeças que reproduzia grandes obras de arte. Faziam também móveis de papelão. Móveis de verdade, mesas, cadeiras, etc., feitas de papelão bem resistente.
Um dia, o Vitor apareceu com a ideia de fazerem caixões de defunto de papelão. A ideia era substituir os caixões de madeira com que a Prefeitura de São Paulo enterrava indigentes. Ou seja, tinham que ser aprovados pelos burocratas de lá. E lá foi o Celso com um protótipo para o departamento que cuidava de enterros na cidade de São Paulo. Ficava, e fica ainda, embaixo do Viaduto Maria Paula, com entrada pela 23 de Maio. O principal desafio era provar a resistência e, para isso, Celso teve que ficar deitado no caixão que era apoiado sobre dois cavaletes por um longo tempo. O detalhe mais interessante foi que ele teve que treinar para entrar no caixão de forma a distribuir o peso uniformemente, como se fosse um cadáver.
Não, a ideia não foi em frente. Antes que os trâmites avançassem, Celso e Vitor venderam a parte dos quebra-cabeças para a Abril e fecharam a empresa.