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O conceito de “blacklist” já é velho conhecido dos envolvidos em campanhas de e-mail marketing. Agora, um novo argumento, antônimo ao que bloqueia agentes que não respeitam as “boas práticas” do mercado, procura espaço no Brasil: a “whitelist”, que busca certificar os responsáveis pelo envio de mensagens, oferecendo vantagens que amplificam significativamente os resultados de uma estratégia nesse sentido.

Quem está trazendo o serviço ao País é a Return Path, empresa americana focada em soluções de entregabilidade. Atuando em parceria com provedores e administradores de e-mails, a operação analisa ações de e-mail marketing e revela pontos que podem classificá-la como spam.

Trabalhando com parceiros especializados no desenvolvimento dessas campanhas, ela indica quais quesitos devem ser adequados para que a mensagem cumpra todos os requisitos para não agredir o consumidor – o que a credencia para figurar na whitelist.

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Segundo um relatório da Cisco Systems, mais de 97% de todos os emails enviados pelas net são “indesejados”, o que caracterizaria um spam. Ainda no relatório, aparece a origem geográfica desses spams. E o Brasil está no topo da lista, com 7,7% desses envios. No segundo posto, estão os EUA, com 6,6%. Seguem-se Índia, 3,6%, Coréia do Sul, 3,1%, Turquia, 2,6%, Vietnam, 2,5%, China e Polônia, 2,4%, Russia, 2,3%, e Argentina, 1,5%.

Aproveitando o ensejo, vocês sabem de onde se tirou o termo ‘spam’ (que é a marca de um apresuntado muito popular nos EUA) para ser usado como “email indesejado”? De um sketch humorístico do grupo inglês Monty Python. Vejam o vídeo:

Fonte: Alltop.com