Accor e ex-jogador Raí selam parceria

Em ação pioneira dentro da rede, a Accor no Brasil nomeou um embaixador para o programa de fidelidade Le Club. Trata-se do ex-jogador Raí, que fez história no São Paulo Futebol Clube, na seleção brasileira e também na França, ao longo dos cinco anos em que defendeu as cores do Paris Saint-Germain, uma das mais populares equipes francesas de futebol. A ideia, de acordo com o diretor de Marketing, Distribuição e Vendas da Accor para a América Latina, Emanuel Baudart, nasceu a partir do momento em que a rede começou a pensar em associar o programa à imagem de um profissional bem posicionado nos mais diferentes aspectos. “E é esse o caso do Raí, uma pessoa muito conhecida, eticamente incontestável, que teve muito sucesso na carreira e que também adquiriu bastante respeito pelo trabalho que desenvolve em sua ONG”, explica o diretor. Raí, por sua vez, disse que se hospedou inúmeras vezes nos hotéis da Accor enquanto jogava na França e que conhece inclusive a diferença entre cada bandeira do grupo. “Sem dúvida nenhuma, e sem modéstia, esta é uma parceria que vai gerar muitos resultados também porque é uma história que já existe, que não precisa ser criada: a Accor é francesa, eu tenho uma ligação muito forte com a França, conheço as bandeiras da rede, as que tem mais a cara da família, as mais executivas. É algo verdadeiro”, disse o são-paulino. Fonte: Panrotas

5 maneiras do LinkedIn tornar você mais inovador

O nLinkedIn é potencialmente uma poderosa ferramenta de inovação, escreve Stefan Lindegaard, em seu blog 15inno. Usado corretamente, o LinkedIn pode ajudar a identificar especialistas em um determinado campo, abordá-los e convencê-los a ajudar a resolver seus problemas. “O conhecimento é o elemento chave para a inovação e LinkedIn é uma grande ferramenta para a identificação de pessoas com conhecimento”, escreve Lindegaard. Eis as 5 maneiras de tornar-se mais inovador via LinkedIn, segundo Lindegaard: 1) identifique e conecte-se com pessoas; 2) participe de grupos de interesse especial; 3) crie seus próprios grupos; 4) use LinkedIn Answers para publicar perguntas que gostaria de ver respondidas pela comunidade; e 5) use o LinkedIn Polls para pesquisar assuntos na comunidade. Além disso, ele dá algumas dicas: complete seu perfil, consiga tantas conexões quanto for possível, desenvolva uma política pessoal para obter conexões, upgrade sua conta. Leia o artigo completo (em inglês).

Existem apenas 7 tipos de “brand stories”; conheça quais são elas

Os sete temas arquetípicos que aparecem em todo “storytelling” foi o tema de um painel no qual a revista Adweek reuniu o diretor de criação da Droga5 Ted Royer e a romancista Kathy Hepinstall, com a mediação de Rob Schwartz, presidente global de criação da TBWA. De acordo com o painelistas, o desafio de qualquer marca é escolher de forma inteligente, sutil e crível um dos sete temas, de forma que o cliente sinta-se convidado a entrar e passar a participar do enredo. “Se fizermos isso direito, podemos contar algumas histórias muito bonitas”, disse Royer. Os tiipos de história são renascimento, busca, viagem e retorno, tragédia, comédia, dos trapos à riquezas e a superação do monstro. Leia a matéria, em inglês, e assista os vídeos que ilustram os tipos no site da Adweek.

Crescem queixas contra programas de fidelidade de cartões de crédito

Os programas de fidelidade de cartões de crédito por pontos, que deveriam ser um benefício para os correntistas, estão se transformado em problema para clientes, com alguns casos podendo chegar à Justiça. Seja pela demora na transferência dos pontos para as companhias aéreas ou pela falta de informações sobre o próprio serviço, muitos consumidores se mostram insatisfeitos. Tanto que as reclamações se repetem entre parte dos usuários. Além da demora no repasse dos pontos – que acarreta a perda de promoções de passagens aéreas–, atendimento ruim, cancelamento do cartão seguido da perda da pontuação e alteração nas regras estão entre as principais reclamações. Leia a matéria completa em O Estado de Minas.

Jovens cientistas norte-americanos criam microgerador de energia solar

A energia fotovoltaica foi considerada durante muito tempo como uma alternativa inviável para suprir as demandas da população: primeiro, porque os equipamentos de geração não são baratos; depois, porque a incidência de raios solares varia de acordo com a localização geográfica e com as condições climáticas. Na semana passada, dois cientistas norte-americanos desenvolveram um novo sistema de geração de energia solar: a Fábrica Solar de Bolso (DIY Solar Pocket Factory Machine), ou microsolar, é uma máquina portátil e acessível, capaz de criar painéis solares sem usar materiais muito específicos. Os responsáveis pela invenção são os pesquisadores Alex Hornstein e Shawn Frayne, que desenvolveram o projeto com fundos arrecadados por meio de um site de financiamento coletivo. O aparelho funciona como uma impressora 3D que capta os raios do sol, transformando-os em energia. Os cientistas acreditam que o projeto deverá ser finalizado até abril do ano que vem. Um modelo desenvolvido pelos pesquisadores é capaz de produzir um painel fotovoltaico a cada 15 segundos, totalizando um milhão de dispositivos fabricados por ano. Leia mais no Ciclo Vivo e aproveite para conhecer no mesmo site 3 dicas de brinquedos reciclados para as crianças.

Artigo escrito por Mauricio de Oliveira, para o Valor:

Em março do ano passado, Alex Glikas agiu como um torcedor típico ao celebrar a vitória por 4 a 3 do seu time, o Corinthians, contra o São Paulo. Durante a partida, postou no Twitter comentários de apoio à equipe e também algumas provocações aos adversários. Parece ter momentaneamente esquecido que no dia seguinte, uma segunda-feira, voltaria à rotina de diretor comercial da Locaweb, empresa de hospedagem de sites que era justamente uma das patrocinadoras do São Paulo no clássico – havia pago R$ 600 mil pelo direito de ostentar a marca nas mangas do uniforme naquela e na partida seguinte do tricolor.

Quando se deu conta do potencial devastador das brincadeiras, Glikas tratou de apagá-las, mas já era tarde. Leia o artigo completo.

Calma. A gente não está antecipando as inevitáveis enchentes dos próximos meses. Trata-se de um projeto arquitetônico feito pelo arquiteto e professor da Universidade de São Paulo, Alexandre Delijaicov. A proposta é tornar a cidade  mais sustentável com a retomada de projetos do Século XIX, no quais ela se tranformaria em exemplo do uso do transporte hidroviário.

Leia a matéria completa.

(Robert Galbraith, para Meio & Mensagem)

Aos poucos, os clubes brasileiros estão reduzindo a dependência das vendas de craques ao futebol exterior para fechar suas contas. As projeções da consultoria Crowe Horwath RCS indicam que os times brasileiros devem faturar neste ano um valor próximo de R$ 2,1 bilhões, dos quais cerca de R$ 313 milhões (15%) se forem levadas em conta apenas as receitas oriundas de contratos de marketing e publicidade.

Esse montante, se confirmado, representa um crescimento superior a 15% em relação aos R$ 270 milhões faturados pelos clubes em 2009 – que foi de R$ 1,9 bilhão no total -, segundo cifras recentemente consolidadas pela consultoria. A transferência de atletas ao exterior, que representava 37% do volume de recursos em 2007, caiu para 19% no ano passado.

O Corinthians, segundo o levantamento, foi o clube que mais arrecadou com patrocínio e publicidade no ano passado, tendo alcançado R$ 49 milhões, praticamente o dobro do ano anterior. Na sequência aparecem o São Paulo, com R$ 31,3 milhões; Palmeiras, R$ 23,7 milhões; Santos, R$ 17,8 milhões; Internacional, R$ 16 milhões; Flamengo, R$ 15,2 milhões; São Caetano, R$ 10,9 milhões; e Grêmio, com R$ 10,3 milhões. Esses oito clubes são responsáveis por 65% do total arrecadado com patrocínios e publicidade no ano passado.

De acordo com Amir Sommogi, diretor de esporte total da Crowe Horwath RCS, o ciclo de prosperidade dos clubes brasileiros deve seguir em alta até 2014, quando a expectativa é de que o total faturado chegue a R$ 492 milhões só em marketing, patrocínios e publicidade.