A mídia impressa sobrevive. Se virar digital

“Print will not die, will evolve”. Em português, o impresso não vai morrer, vai evoluir. A frase foi dita por Kate Stone, da Novalia, que defende simplesmente que todo impresso pode ser interativo, e segundo o portal ProXXIma resume a tônica do Festival de Mídia de Montreux, que começou dia 15 e termina hoje. Saiba mais.

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(Robert Galbraith, para Meio & Mensagem)

Aos poucos, os clubes brasileiros estão reduzindo a dependência das vendas de craques ao futebol exterior para fechar suas contas. As projeções da consultoria Crowe Horwath RCS indicam que os times brasileiros devem faturar neste ano um valor próximo de R$ 2,1 bilhões, dos quais cerca de R$ 313 milhões (15%) se forem levadas em conta apenas as receitas oriundas de contratos de marketing e publicidade.

Esse montante, se confirmado, representa um crescimento superior a 15% em relação aos R$ 270 milhões faturados pelos clubes em 2009 – que foi de R$ 1,9 bilhão no total -, segundo cifras recentemente consolidadas pela consultoria. A transferência de atletas ao exterior, que representava 37% do volume de recursos em 2007, caiu para 19% no ano passado.

O Corinthians, segundo o levantamento, foi o clube que mais arrecadou com patrocínio e publicidade no ano passado, tendo alcançado R$ 49 milhões, praticamente o dobro do ano anterior. Na sequência aparecem o São Paulo, com R$ 31,3 milhões; Palmeiras, R$ 23,7 milhões; Santos, R$ 17,8 milhões; Internacional, R$ 16 milhões; Flamengo, R$ 15,2 milhões; São Caetano, R$ 10,9 milhões; e Grêmio, com R$ 10,3 milhões. Esses oito clubes são responsáveis por 65% do total arrecadado com patrocínios e publicidade no ano passado.

De acordo com Amir Sommogi, diretor de esporte total da Crowe Horwath RCS, o ciclo de prosperidade dos clubes brasileiros deve seguir em alta até 2014, quando a expectativa é de que o total faturado chegue a R$ 492 milhões só em marketing, patrocínios e publicidade.