Como destruir sua reputação profissional

É fácil, sabia? Se você está realmente interessado, continue lendo. A especialista Alison Green, autora do popular blog Ask a Manager e co-autora do livro Managing to Change the World: The Nonprofit Manager’s Guide to Getting Results sugere 8 maneiras simples e eficazes de você jogar no lixo aquilo que talvez seja o seu ativo mais valioso. Se você não está interessado, continue lendo também. Quem sabe vai tomar as medidas necessárias para evitar esse desastre. Sim, porque é a sua reputação profissional que leva as pessoas a querem contratar você. Continue lendo em A Zona de Desconforto

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Neste Natal, presenteie fora de sua zona de conforto

microrroteirosVamos começar com uma sugestão aparentemente simples, mas com enorme força artística: um microrroteiro. São histórias de vida, em no máximo 140 caracteres e que vêm convidando as pessoas com quem entra em contato a sair de suas zonas de conforto e imaginar.O projeto é da multiartista Laura Guimarães e pode ser visto em postes e pontos de ônibus de São Paulo e algumas outras cidades. Também pode ser visto em alguns Sesc, onde Laura tem feito intervenções. E nas paredes dos fãs da artista, que estão adquirindo as peças e enquadrando-as. Os textos são dispostos como na foto ao lado, em quatro opções de cores: rosa, amarelo, laranja e verde, e pode ser comprado no formato simples – lambe-lambe colorido com o texto – ou na moldura/prancheta. Os preços são os seguintes: microrroteiro simples – R$40,00, microrroteiro com moldura/prancheta – R$50,00, microrroteiro simples, criado a partir da sua história – R$80,00, microrroteiro com moldura/prancheta criado a partir da sua história: R$90,00. Outro detalhe: ao adquirir um microrroteiro, você também estará contribuindo para a intervenção Microrroteiros do Fim do Mundo, na qual serão espalhadas  pela cidade somente microrroteiros inspirados em boas histórias, neste final de ano. Entre em contato com a beatriz@klaxon.art.br e presenteie com microrroteiros. Veja outras sugestões em A Zona de Desconforto

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Artigo de Carlos Castilho, professor e jornalista especializado em jornalismo online para o Observatório da Imprensa.

A batalha dos tablets opõe conglomerados jornalísticos e indústrias eletrônicas

O lançamento de vários projetos de publicação de notícias em formato tablet parecia a grande promessa de salvação dos conglomerados da indústria de jornais, mas em vez de uma saudável disputa por público, os principais protagonistas acabaram envolvidos numa briga por dinheiro.

A empresa Apple quer cobrar 30% de todo o faturamento gerado pela assinatura de jornais e revistas que usam o tablet iPad como plataforma de publicação. Além disso a Apple não permite o acesso das empresas jornalísticas às bases de dados de assinantes e anunciantes.

A estratégia da Apple precipitou uma quebra de braço entre os fabricantes de tablets e os produtores de conteúdos jornalísticos num momento em que estes vislumbraram uma opção viável para manter o modelo de negócios baseado na publicidade trocando o papel por uma tela eletrônica.

O conglomerado News Corp, o maior do mundo e controlado pelo milionário australiano Rupert Murdoch, acaba de lançar The Daily, o primeiro jornal/revista produzido exclusivamente para o iPad. O Project, um modelo similar, foi lançado em novembro de 2010 pelo grupo britânico Virgin e o The New York Times tem na manga o projeto News Me, também para a plataforma tablet e com início de vendagem previsto para o primeiro semestre de 2011.

São todos projetos inovadores em matéria de jornalismo porque misturam texto, áudio, imagens e interatividade num mesmo ambiente tecnológico. Há horas em que todos eles parecem televisão, em outras são iguais a um jornal impresso, sem falar que permitem o acesso a redes sociais onde o leitor pode discutir os conteúdos que está lendo ou assistindo. É a tão falada multimídia em ação.

O problema é que todos eles se apóiam na estratégia comercial de atrair pessoas através de notícias para obter visibilidade para produtos e serviços de anunciantes que, por sua vez, viabilizam financeiramente a iniciativa por meio de pagamento de espaços publicitários. Até agora esse modelo sustentou o faturamento das indústrias da comunicação jornalística, mas ele ainda não se provou igualmente rentável na era da internet.

A esta dúvida se somou agora o comportamento da Apple, uma empresa que cresceu e se tornou uma das duas mais valorizadas do mundo apostando sempre no controle absoluto sobre seus produtos eletrônicos. Ela usa o fato do iPad ser o líder de vendas no mercado dos tablets para tentar arrancar vantagens das empresas de comunicação.

Estas acham um absurdo pagar 30% de royalties para publicar seus conteúdos via iPad e ainda mais inaceitável o controle da Apple sobre o perfil dos usuários. A briga pode ganhar novos matizes quando produtos de outros fabricantes entrarem no mercado durante 2011, que já foi batizado de ano dos tablets.

Até então as grandes empresas de comunicação controlavam quase todo o ciclo de produção, mas agora precisam da parceria com fabricantes de equipamentos eletrônicos como os tablets, telefones celulares e computadores. Isto significa dividir faturamento, algo impensável para homens como Rupert Murdoch.

Ao que tudo indica o custo, e não a qualidade, será o fator decisivo nesta batalha, que segundo a revista TechCrunch pode ser a última dos grandes conglomerados jornalísticos, antes de eles se tornarem empresas segmentadas de menor porte, no setor da comunicação.

 

Adnews:

Começaram a aparecer as possíveis mudanças que serão feitas no iPad quando surgir a segunda versão. O aparelho, que deve ser apresentado no início de 2011, terá uma câmera para videochamadas e uma porta USB, entre outras novidades.

As informações foram passadas pelo jornal chinês Economic Daily News (EDN) e repercutidas pelo Terra. Pelo menos cinco alterações devem acontecer. A câmera para videochamadas virá com recurso FaceTime, que já está presente nos lançamentos mais recentes da Apple (como o iPhone 4); o iPad 2 também terá “melhor mobilidade”, pois haverá tamanhos menores de tela e ela será feita com um vidro mais fino; a tela, aliás, será a “Retina Display”, que permite melhor resolução e é outro recurso já disponível em produtos mais novos da empresa. A última novidade é um giroscópio de três eixos, usado para melhorar o desempenho do tablet em relação aos jogos.

O segundo iPad não surgirá para um mercado despreparado, como aconteceu em abril. Jornais, revistas e anunciantes já aprenderam a explorar as possibilidades da invenção da Apple, inclusive dando exclusividade a ela. É o caso do Daily, jornal que Rupert Murdoch disponibilizará somente para usuários do gadget.

Outro tipo de “impresso” será criado apenas para iPad, uma revista da Virgin, empresa de Richard Branson que atua em setores como fonográfico, de TV a cabo e de telefonia celular. O lançamento acontecerá no próximo dia 30, em Nova York, e a revista será focada em entretenimento, negócios, viagens e cultura, de acordo com a Folha.

Não foram divulgados detalhes como preço ou data em que o produto estará disponível para consumo. No caso do jornal de Murdoch, ele custará R$ 0,99 por semana e será colocado no mercado no começo de 2011.