“Iphone” é marca da Gradiente. E aí?

Registro da marca G Gradiente Iphone no INPI

Registro da marca G Gradiente Iphone no INPI

Em primeiro lugar, um aviso: somos fãs de carteirinha do Eugenio Staub. O fundador da Gradiente foi sempre, e continua sendo, antes de tudo, um visionário. De uma certa maneira, ele inventou a indústria brasileira de home entertainment. Ao contrário de seus pares, que apostaram desde o início na associação com marcas internacionais – Sharp, Semp-Toshiba, Mitsubishi, etc. –, ele levou a marca Gradiente ao mesmo patamar de share of mind dessas marcas. Continue lendo em A Zona de Desconforto

As marcas campeãs no Facebook em 2012 Continue lendo »

Um choque de realidade para a Geração “Y”

O mundo atual, moderno e tecnológico e a chamada Geração “Y” parecem ter sido criados um para o outro. Afinal, quem mais seria capaz de acompanhar na mesma velocidade as mudanças quase diárias que ocorrem simultaneamente nos quatro cantos do planeta? A cada dia, surge uma Start Up promissora e, junto com ela, talvez o novo jovem super-star da tecnologia. CEOs com mais de 50 anos? Esqueça. Eles não passam de dinossauros. Fósseis de um mundo obsoleto onde os celulares tinham o tamanho e peso equivalente a um tijolo e perdiam uma em cada duas ligações (acredite, celulares só faziam e recebiam chamadas). Por falar nesse mundo, eu venho justamente dele, logo, devo ser considerado um dinossauro. Leiam o artigo completo no site Indikabem.

Varejistas vão usar mais QR codes para impulsionar o m-commerce neste final de ano Continue lendo »

Bradesco se torna 1º banco a permitir acesso via Facebook

s correntistas do Bradesco agora têm uma nova forma de acessar o saldo da conta bancária. Com o aplicativo F.Banking Bradesco, os clientes podem visualizar informações sobre a conta por meio do Facebook. Leia matéria do Adnews.

Abril cria banca virtual e concorrerá com Apple

Ontem, foi lançado o iba, a banca virtual do Grupo Abril, que distribuirá, no início, 25 revistas da Editora Abril, 17 jornais brasileiros (como Folha de S.Paulo, Estadão e Valor) e mais de 6 mil livros de 170 editoras (como Record, Sextante, Rocco e Companhia das Letras). Em tupi-guarani, iba significa “árvore frutífera”, que faz, também, referência à árvore-símbolo da Abril, que é o logotipo da empresa.  Leia matéria do Meio&Mensagem.

Google une serviços de mídia em um único site

O Google centralizou seus serviços de mídia em um único site, que trabalha ao estilo iTunes. Android Market, Google Music e Google eBookstore deixam de existir para fazer parte do Google Play, apresentado nesta terça-feira, 6.  Leia matéria do Adnews.

Mercado cresce 8,5% e TV tem share recorde

Dados do Projeto Inter-Meios, coordenado por Meio & Mensagem e auditado pela PricewaterhouseCoopers, apontam que o mercado publicitário no Brasil cresceu 8,54% em 2011, repetindo o clima otimista da década. A televisão aberta continua na liderança do share, com 63,3% da participação do bolo publicitário. Internet e TV paga se destacaram, com crescimento de 19,63% e 17,85%, respectivamente.  Leia matéria do Meio&Mensagem.

Estudo identifica principais uso de códigos 2D em anúncios

Competitrack, que atua com publicidade norte americana, desenvolveu um estudo sobre 7.300 anúncios que continham códigos 2D para descobrir sobre o uso da tecnologia. Entre as categorias que mais utilizam a tecnologia estão varejo, tecnologia, serviços financeiros e cosméticos.  Leia matéria do Portal ProXXIma.

Skol terá lata estampada com fotos de fãs

A Skol criou uma promoção pela qual os fãs da marca no Facebook poderão ter fotos estampadas em uma embalagem especial da cerveja, “a lata dos fãs de Skol”.  Leia matéria do Adnews.

O tema foi discutido em uma matéria da Forbes publicada no finalzinho do mês passado. E a expressão é menos apelativa do que a que eu usei no título: uncharted territory, ou seja, território não mapeado. A ideia é a mesma, no entanto: o autor da matéria, Todd Dipaola, presidente e co-fundador de inMarket, um aplicativo de premiação de compras, afirma que estamos vivendo na era do shopping por celular, um tempo no qual os consumidores entram nas lojas armados com instrumentos do tamanho de um cartão que fornecem acesso instantâneo a ofertas, comentários e comparações de preços. Os mais experientes entre eles vão ainda mais longe, usando o telefone como um canivete suíço na loja para simplificar as suas vidas e maximizar as economias possíveis. Continue lendo »

Pesquisa prevê viralização no Twitter

O bebê que gargalha, “Luiza do Canadá”… Atualmente, todo mundo está atrás de uma ideia viral. Mas quem conseguiu emplacar uma não consegue explicar exatamente a fórmula. Vai ver não há uma fórmula. Ou será que há? Eis que surgiu um estudo da HP afirmando que pode antecipar potencial de uma notícia ganhar popularidade na rede social. Confira na matéria do Meio & Mensagem.

Restaurante promove pescaria com QR Codes

Outro negócio que está na moda é o uso de QR Codes (em post anterior, eu já expliquei do que se trata).  Estão começando a aparecer utilizações inteligentes e interessantes. Como é o caso deste restaurante, relatado pelo portal ProXXIma.

Tumblr se aproxima do mercado brasileiro

Você tem um blog no Tumblr? Se a resposta for sim, eles vão ficar desapontados, porque a intenção é se posicionarem em uma categoria à parte, entre blogs e microblogs. Seja como for, o interesse pelo Tumblr é grande no Brasil – já somos o segundo país em número de acessos e usuários. E vice-versa, pois está chegando ao Brasil, com equipe própria e tud0. Confira na matéria do Meio & Mensagem.

 

Esta semana começa meio corrida: tenho, literalmente, correr para pegar um avião para o Rio, onde tenho uma reunião importantíssima logo mais. Fiquem então com uma notícia e a resposta a uma dúvida bem comum.

Reuters quer ter instrumento de influência na web

Em meio à briga com a Bloomberg, a agência de notícias Reuters lançou o Social Pulse, agregador que indica quais notícias, pessoas e empresas são mais populares na web. Leia a matéria completa no Tiago Dória Weblog.

Entenda o que são os ‘QR Codes’, códigos lidos pelos celulares

Cada vez mais presente em ações de marketing, os QR Codes ainda se parecem mais com um enigma do que com um meio de transmitir rapidamente informações a dispositivos móveis. Mas o que é, afinal, um QR Code? Leia a matéria completa no Tecnologia e Games.

Continuamos aqui com as opiniões recolhidas em um grupo do LinkedIn do qual faço parte. Todas as opiniões estão publicadas na página da minha empresa no Facebook.

Becky Brigham • Eu acho que QR codes são excelentes para enviar ao convidado mais informções sobre seu produto. Por exemplo: estou no mercado procurando pisos. Quando entro em uma loja é ótimo tirar uma foto do piso que gostei e saber mais sobre o produto. Isso também me permite levar a informação para comigo sem carregar folders ou tentar me lembrar do nome do website. Já colocá-los em outdoors e cartazes, eu acredito que seja um pouco extremo.

Lacey Thacker • Como são gratis e relativamente fáceis de fazer (e considerando o crescimento dos smartphones nos EUA), eu os acho fantásticos. Geralmente não é complicado imprimir algo adicional em um flyer ou na embalagem do produto, e é um link fácil para os consumidores que querem mais informações. Mais informação =consumidores felizes =mais negócios. Eu os uso o tempo TODO! 🙂

Continua na página da Fernando L G Guimaraes Publicidade.

Perplexo. Foi assim que me senti no final da sexta passada. Eu voltava de uma reunião no Rio ao lado de Anete Schoeneberg, CEO da Incentiva quando ela me mostrou um QR Code em um anúncio e me perguntou o que eu achava desses códigos como ferramenta de marketing.

(E aqui cabem parênteses para explicar ao mais desavisados do que estamos falando. QR Codes, Quick Reference Codes, códigos de rápida referência, aqueles quadradinhos que parecem “testes de Rorschach”, são uma evolução dos códigos de barra e foram criado em 1994 por uma subsidiária da Toyota para rastrear os veículos durante o processo de manufatura. Hoje, graças ao fato de haver sido desenhado para ser decodificado com grande velocidade e também à sua relativamente grande capacidade de armazenamento de dados, invadiram outras indústrias e chegaram ao marketing. Tecnicamente, consistem de módulos pretos arranjados sobre um fundo quadrado branco. A informação codificada pode ser feita com quatro tipos (“modos”) de dados (numéricos, alfanuméricos, binários e kanji, os caracteres chineses), ou através de extensões que suportam virtualmente qualquer tipo de dado.) Continue lendo »

Para finalizar as previsões dos especialistas em mídias sociais sobre como essa disciplina evoluirá neste ano que começa, ouvidos pelo site Social Media Examiner, vamos às 10 últimas previsões. O tema principal dessas últimas é a convergência – social/móvel, social/email, social/tradicional…Vale a pena conferir. Continue lendo »