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Primeiro, é preciso explicar o que é a Hub Escola de Outono. Segundo a própria definição dos realizadores, trata-se de “um festival de aprendizagem em rede concentrado em três semanas, com atividades em três temas: Inovação, Empreendedorismo e Consciência. As atividades variam entre oficinas, workshops, minicursos, palestras, diálogos, atividades físicas ou ao ar livre, e são todas desenvolvidas com o objetivo de gerar reflexões e experiências que estimulem novas ideias e novos negócios, reunindo centenas de pessoas diferentes que trabalham ativamente para o futuro que sonham.” Continue lendo »

A matéria abaixo é da PC World-EUA, publicada em português pela Computerworld. Seus autores acham que nuvem não é para todo mundo, pequena empresa pode conseguir redução de custo de outras formas. Confira:

Cloud computing é um termo quente no mercado, que ainda é muito questionado, principalmente por empresas pequenas que, embora veja apelo no custo da infraestrutura, ainda tem muito receio da adoção.

Segundo pesquisa da IDC, cerca de 7% dos negócios com menos de cem funcionários usam cloud. E outros 6% planejam algum serviço no próximo ano. Ainda é um número pequeno, dado o potencial da tecnologia.

Há excesso de reticência, visível pelos números, mas realmente é necessário refletir se a computação em nuvem é realmente aderente a cada negócio. Os casos de indisponibilidade da Amazon e de alguns serviços de nuvem da Microsoft, ocorridas entre abril e maio, acendeu outras luzes sobre a discussão.

Confira o que deve ser levado em conta antes de migrar

1 – Nem sempre há economia de dinheiro
Se a empresa já possui um grupo de servidores que atende às necessidades, é melhor pensar duas vezes antes de adotar a nuvem. Jogar hardware fora é desperdiçar investimentos. A nuvem deve aparecer como opção quando a necessidade de expansão da infraestrutura existente for evidente.

2 – Os dados saem das mãos da empresa
Hackers adoram atacar servidores que se vendem como à prova de balas. E às vezes conseguem. Ir para a nuvem ainda é um risco cuja completa dimensão não é totalmente conhecida, principalmente se você não sabe exatamente onde os dados estão residindo. Se o fluxo de caixa não é suficiente para contratar nuvem dos provedores com o mais alto nível de segurança, a situação piora.

3 – Quando a internet cai, os negócios não caminham
Ter todos os dados na nuvem implica na necessidade de se manter um link de internet funcionando 100% do tempo para que os negócios continuem caminhando. Para uma casa de ópera de Delaware, nos EUA, a nuvem foi descartada porque, se alguma falha atingisse a rede, o software de fornecimento de tickets continuaria funcionando e as compras seguiriam. Com um sistema estritamente na nuvem, a venda simplesmente para.

Alternativa
Com 50 funcionários e 32 PCs, uma casa de Ópera de Delaware, EUA, precisava de alternativas para atualizar infraestrutura , economizar energia e manter a venda de ingressos sempre disponível. A solução ficou um pouco distante da nuvem, que era carta fora do baralho, por tirar a companhia de operação em caso de queda de rede.

Em vez disso, a empresa substitui servidores de arquivos e de e-mail, além de implantar virtualização em antigos servidores Windows 2003.

A grande questão, no entanto, foi a rede. Com equipamentos mal configurados e falhas no sistema de contingência, fornecido pelo mesmo provedor de serviços do link principal, a empresa implantou um sistema da Comcast Business Internet, com redundância em linha DLS oferecida por outro fornecedor. Novas ferramentas de gestão e monitoramento de redes foram instaladas para captar qualquer evento.

Com toda essa receita, migração de servidores para hardware com mais memória e CPUs mais rápidas, reconfiguração de internet e uma nova gestão contra falhas, além de uma solução apropriada de backup, possibilitada por uma infra renovada, a empresa conquistou redução de custos de cerca de 18 mil dólares por ano, sem recorrer à nuvem.