5 maneiras de dar feedback à equipe

Mais do que uma mera conversa, essa é uma ótima ferramenta de gestão, que pode ajudar no desenvolvimento dos profissionais e no crescimento da empresa. Confira o que é essencial para que esse diálogo com o colaborador possa gerar os resultados esperados. Artigo de Luciana Rangel. com colaboração de Adriana Gomes, consultora de Carreira e diretora do site www.vidaecarreira.com.br. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Adesão a aplicativos “cloud-based” é gradual Continue lendo »

O Marketing Esportivo e o Sanduiche de Mortadela

federer-300x286Na semana passada fomos brindados por algo que não é muito comum nestas bandas. Tênis de nível internacional. Ninguém menos do que Roger Federer esteve bem pertinho da gente. Federer não é um jogador qualquer. Desde 2003, ele é campeão ou vice-campeão da ATP (excetuando-se o ano de 2011, quando fechou em 3º. Lugar). Já ganhou 17 Grand Slams. Jogou 24 finais. O texto é curto para citar todos seus prêmios e recordes. Como se não bastasse, Federer é um lord nas quadras. Não me lembro de vê-lo atirando raquetes no chão, discutindo com juízes ou reclamando de adversários. O jogador suíço tem angariado tantos fãs que, seu principal patrocinador, a Nike, desenvolveu uma marca exclusiva para ele (RF), pois os modos gentis de Roger não vão de encontro à imagem de marca que a rebelde Nike quer estampar a seus produtos, como faz ao patrocinar, por exemplo, o tenista espanhol Rafa Nadal. Mas o que o sanduiche de mortadela tem a ver com tudo isto? Continue lendo em A Zona de Desconforto

Campanhas no Facebook lideram lista do que fazer em 2013, diz estudo Continue lendo »

Você conhece o conceito de M2M, “machine-to-machine”? Tecnicamente, o termo refere-se a tecnologias que permitem aos equipamentos comunicar-se entre si. O M2M usa um equipamento (um sensor, ou um medidor, por exemplo) para capturar um evento (a temperatura, o nível de um estoque, etc.) que é retransmitido através de uma rede (com ou sem fio, ou híbrida) para um aplicativo (um software) que traduz o evento capturado em informação acionável (por exemplo, itens que precisam ser repostos no estoque). Isso é realizado através do uso de telemetria, a linguagem que as máquinas usam quando se comunicam com as outras. Continue lendo »

A Adobe anunciou, durante a conferência de tecnologia MAX 2011, a Adobe® Creative Cloud, uma importante iniciativa da empresa que redefine radicalmente o processo de criação de conteúdo. A Adobe Creative Cloud será o foco da criatividade, onde milhões de pessoas poderão acessar aplicativos de desktops e tablets, serviços criativos essenciais e compartilhar seus melhores trabalhos. Em paralelo, a Adobe anuncia um novo conjunto do Adobe Touch Apps para criação de conteúdo em tablets (consulte comunicado separado). Essas soluções inovadoras disponibilizam recursos de criatividade profissional para um grande número de usuários de tablets – de consumidores a profissionais criativos – e utilizam serviços de nuvem para compartilhar arquivos, visualizar esses documentos em vários dispositivos ou transferir o trabalho para a Adobe Creative Suite para melhorar o refinamento. Continue lendo »

A matéria abaixo é da PC World-EUA, publicada em português pela Computerworld. Seus autores acham que nuvem não é para todo mundo, pequena empresa pode conseguir redução de custo de outras formas. Confira:

Cloud computing é um termo quente no mercado, que ainda é muito questionado, principalmente por empresas pequenas que, embora veja apelo no custo da infraestrutura, ainda tem muito receio da adoção.

Segundo pesquisa da IDC, cerca de 7% dos negócios com menos de cem funcionários usam cloud. E outros 6% planejam algum serviço no próximo ano. Ainda é um número pequeno, dado o potencial da tecnologia.

Há excesso de reticência, visível pelos números, mas realmente é necessário refletir se a computação em nuvem é realmente aderente a cada negócio. Os casos de indisponibilidade da Amazon e de alguns serviços de nuvem da Microsoft, ocorridas entre abril e maio, acendeu outras luzes sobre a discussão.

Confira o que deve ser levado em conta antes de migrar

1 – Nem sempre há economia de dinheiro
Se a empresa já possui um grupo de servidores que atende às necessidades, é melhor pensar duas vezes antes de adotar a nuvem. Jogar hardware fora é desperdiçar investimentos. A nuvem deve aparecer como opção quando a necessidade de expansão da infraestrutura existente for evidente.

2 – Os dados saem das mãos da empresa
Hackers adoram atacar servidores que se vendem como à prova de balas. E às vezes conseguem. Ir para a nuvem ainda é um risco cuja completa dimensão não é totalmente conhecida, principalmente se você não sabe exatamente onde os dados estão residindo. Se o fluxo de caixa não é suficiente para contratar nuvem dos provedores com o mais alto nível de segurança, a situação piora.

3 – Quando a internet cai, os negócios não caminham
Ter todos os dados na nuvem implica na necessidade de se manter um link de internet funcionando 100% do tempo para que os negócios continuem caminhando. Para uma casa de ópera de Delaware, nos EUA, a nuvem foi descartada porque, se alguma falha atingisse a rede, o software de fornecimento de tickets continuaria funcionando e as compras seguiriam. Com um sistema estritamente na nuvem, a venda simplesmente para.

Alternativa
Com 50 funcionários e 32 PCs, uma casa de Ópera de Delaware, EUA, precisava de alternativas para atualizar infraestrutura , economizar energia e manter a venda de ingressos sempre disponível. A solução ficou um pouco distante da nuvem, que era carta fora do baralho, por tirar a companhia de operação em caso de queda de rede.

Em vez disso, a empresa substitui servidores de arquivos e de e-mail, além de implantar virtualização em antigos servidores Windows 2003.

A grande questão, no entanto, foi a rede. Com equipamentos mal configurados e falhas no sistema de contingência, fornecido pelo mesmo provedor de serviços do link principal, a empresa implantou um sistema da Comcast Business Internet, com redundância em linha DLS oferecida por outro fornecedor. Novas ferramentas de gestão e monitoramento de redes foram instaladas para captar qualquer evento.

Com toda essa receita, migração de servidores para hardware com mais memória e CPUs mais rápidas, reconfiguração de internet e uma nova gestão contra falhas, além de uma solução apropriada de backup, possibilitada por uma infra renovada, a empresa conquistou redução de custos de cerca de 18 mil dólares por ano, sem recorrer à nuvem.

Adnews:

O Google oficializou seu serviço de músicas nesta terça-feira, 10, durante a Google I/O, conferência anual para desenvolvedores que trabalham com as plataformas da empresa.

O “Music Beta by Google” é focado na sincronização do conteúdo em diversas plataformas. O usuário pode colocar os álbuns que quiser na “nuvem” e depois ouvir as músicas no computador ou em tablets e smartphones que possuam o sistema operacional Android – tudo isso via streaming.

Pode-se criar playlists, acrescentar ou remover arquivos, entre outras coisas. Além disso, com o Music, o usuário pode ouvir as músicas mesmo quando estiver offline, pois o serviço sincroniza as informações automaticamente nas plataformas que a pessoa desejar.

Por ora, o Music está disponível apenas para internautas norte-americanos e somente no esquema de convite – há um link para pedir o “passe” no site do serviço.

Veja como funciona:

A Amazon acaba de estrear no mundo da “streaming music” com o lançamento do Cloud Player, um tocador de músicas que deixa você subir suas músicas nos servidores da Amazon e tocá-las via web ou Android.

O novo serviço Cloud Player tem um botão “Save to Amazon Cloud Drive” para salvar seus MP3s na nuvem, assim como uma opção para salvar as músicas do computador para um Cloud Drive do usuário. Os usuários ganham 5 GB de armazenagem gratis, mas podem obter 20 GB se comprarem um álbum pela Amazon. Custa 1 dólar por GB.

O Cloud Player tem uma versão para web e uma para Android. Ambas permitem que os usuários subam as músicas, criem playlists e organizem suas músicas. E como é um plataforma “cloud-based”, os usuários podem acessar suas músicas e configurações de qualquer computador compatível ou equipamento com Android.

Comparável ao Cloud Drive, só o serviço da Grooveshark, que também deixa você subir suas músicas. Mas o serviço da Amazon tem várias vantagens, como o armazenamento de MP3, o sistema de pagamento e a própria marca. Fala-se que Google e Apple também estão trabalhando para lancer seus music players baseados na nuvem.

Fonte: Mashable