Barbie é um ícone cultural celebrado por artistas como Andy Warhol, o museu do Louvre de Paris e a música satírica de 1997 “Barbie Girl”, do grupo pop escandinavo Aqua.

E, desde a data de hoje, também é uma sexagenária. A boneca nasceu, digamos assim, em 9 de março de 1959. Essa é a data, na verdade em que ela foi apresentada na Feira de Brinquedos de Nova York.

Sex-agenária, também podemos dizer, porque a Mattel está cada vez mais antenando seu principal produto com as realidades do mundo atual.

No aniversário da boneca,o fabricante aproveitou para apresentar novas coleções que homenageiam modelos reais e carreiras nas quais as mulheres continuam sub-representadas. São versões da Barbie que homenageiam 20 mulheres inspiradoras – da tenista japonesa Naomi Osaka à modelo britânico e ativista Adwoa Aboah.

Há também seis bonecas que são astronautas, pilotos, atletas, jornalistas, políticos e bombeiros, carreiras em que a Mattel afirma haver sub-representação femininas.

Resultado de imagem para primeira barbieEssa parte não é exatamente uma novidade. A Barbie já representou mais de 200 carreiras, de cirurgiã a desenvolvedora de videogames, desde sua estréia, quando ela usava um maiô listrado em preto-e-branco. Depois de críticas de que o corpo curvilíneo de Barbie promovia uma imagem irrealista para as meninas, a Mattel acrescentou uma variedade maior de tons de pele e formas corporais, vestiu a boneca com hijab, as vestimentas tradicionais islâmicas, e até criou kits de ciência para tornar a Barbie mais educativa.

As bodas de diamante da Barbie também emprestaram glamour à boneca: uma das versões usa um brilhante vestido de baile com detalhes em prata.

[RawStory]