Todo ano, o mobile deixa uma marca maior na indústria do marketing. Tráfego por si só não deve ser a única medida, mas não se pode ignorar o fato de que o mobile foi responsável por 40% do tráfego online do Black Friday deste ano, quando há três anos tinha sido responsável por apenas 4%, de acordo com a IBM Digital Analytics. As campanhas estão ficando mais criativas, o tráfego está ganhando volume e as transações continuam a crescer. 2013 viu ações de mobile marketing ainda mais impressionantes. A indústria automotiva brilhou criativamente, enquanto o projeto para crianças desaparecidas da JWT China gerou “awareness” em um nível sem precedentes entre organizações sem fins lucrativos, e marcas como Adidas levaram o engajamento móvel a novas alturas. Vamos dar uma olhada em algumas campanhas que realmente se destacaram. Continue lendo »

Estudo: mobile cada vez mais presente em estratégias globais de marketing

Nismo Watch foi desenvolvido pelo Nismo Lab

Nissan lança smartwatch. Ver nota abaixo

Um estudo realizado pela Responsys e pela eConsultancy mostra que as empresas estão cada vez mais otimistas em relação a anúncios mobile. A pesquisa, realizada no início deste ano com 890 empresas, incluindo agências de marketing, bem como varejistas e outros, também descobriu que 60% das empresas disseram ter uma estratégia para integrar o mobile marketing aos seus esforços globais de marketing. Mais: 15% delas descreveram essa estratégia como importante.  As empresas também disseram que as taxas de resposta para os seus esforços de marketing mobile estão aproximando-se da taxa dos anúncios em desketops. “Houve um aumento significativo em todo tipo de publicidade mobile em relação ao ano passado”, observou o relatório. Continue lendo »

Investimentos em publicidade online estão alcançando TV

O gráfico ao lado (mais detalhes em minha página no Pinterest) foi feito pela BI Intelligence e publicado pela Business Insider mostra que, nos EUA, os investimentos em publicidade online cresceram significativamente de 2006 a 2011 e já estão em percentuais bem próximos dos investimentos publicitários em TV. No Brasil, a diferença ainda é monumental: 65% x 18%. Será que sabemos de alguma coisa que eles não? Com duas letras? Mas o fato é que não poderemos continuar tão “inteligentes” assim. Em algum momento, os responsáveis pelas verbas terão que acordar.

A divisão das verbas publicitárias daqui a 5 anos Continue lendo »

Pesquisa: quais as táticas de geração de leads usadas mais comumente?

Com tantas ferramentas de geração de leads disponíveis, os profissionais precisam ser capazes de avaliar o uso, a eficácia e a dificuldade das táticas preferidas por seu público. Isso irá permitir-lhes decidir quais canais funcionarão melhor para as suas organizações. Para ajudar você a fazer exatamente isso, a MarketingSherpa fez uma pesquisa sobre as táticas utilizados com mais (e menos) freqüência. Veja o gráfico com mais detalhes em minha página do Pinterest. Email continua à frente, até mesmo de SEO, mas é importante notar o crescimento da importância das mídias sociais, que está em um honrosíssimo terceiro lugar. Mobile ainda está lá atrás, mas acredito que atropelará nos próximos anos.

Facebook quer convencer anunciantes que cliques não importam Continue lendo »

Trip e Azul integram programa de relacionamento. Tendência?

Como dizia Vinícius, nada como o dia para passar. O que seria blasfêmia alguns anos atrás parece começar a virar tendência: integração vertical em programas de fidelidade. A partir de terça-feira, o programa de fidelidade da Azul, o Tudo Azul, estendeu-se a todos os clientes da Trip, que poderão se cadastrar no programa e acumular créditos, aproveitando todos os benefícios oferecidos. Saiba mais, inclusive promoções, no site Panrotas.

Google Wallet viabiliza micropagamentos de conteúdo na web Continue lendo »

Eficiência duvidosa da publicidade na TV

Vem dos Estados Unidos uma notícia ao mesmo tempo animadora e preocupante para a imprensa tradicional: segundo a edição de quarta-feira (29/8) da Folha de S.Paulo, está caindo a eficácia da publicidade na televisão americana. Uma pesquisa realizada por um consórcio da Nielsen com a Kantar Media constatou que, em muitos casos, até 75% dos anúncios veiculados são vistos por apenas 20% do seu público-alvo. Em alguns casos, a consulta a telespectadores de determinada faixa etária, justamente aquela que interessava ao anunciante, mostra que apenas uma pequena proporção desse público potencial foi atingida. O estudo comprova uma desconfiança antiga de profissionais ligados à comunicação e publicidade: embora permita atingir grandes massas de consumidores, a televisão não assegura que o público central de uma campanha será alcançado pela mensagem do anunciante. Apesar disso, a TV ainda segue dominando o total dos investimentos publicitários, o que pode ser explicado de uma maneira muito simples: como tiram boa parte de sua receita dos bônus por veiculação, as agências convencem seus clientes de que é mais interessante anunciar na televisão. Os números geralmente impressionantes da audiência televisiva dão a impressão de que os investimentos em criação, produção e veiculação valem a pena. O que a pesquisa divulgada pela Folha demonstra é que nem sempre isso é verdade. Leia a matéria completa no Observatório da Imprensa.

Estudo sugere uma ‘solução 7%’ para Mobile Marketing Continue lendo »

O tema foi discutido em uma matéria da Forbes publicada no finalzinho do mês passado. E a expressão é menos apelativa do que a que eu usei no título: uncharted territory, ou seja, território não mapeado. A ideia é a mesma, no entanto: o autor da matéria, Todd Dipaola, presidente e co-fundador de inMarket, um aplicativo de premiação de compras, afirma que estamos vivendo na era do shopping por celular, um tempo no qual os consumidores entram nas lojas armados com instrumentos do tamanho de um cartão que fornecem acesso instantâneo a ofertas, comentários e comparações de preços. Os mais experientes entre eles vão ainda mais longe, usando o telefone como um canivete suíço na loja para simplificar as suas vidas e maximizar as economias possíveis. Continue lendo »