Loja virtual que mandou cliente “procurar um macho” comemora sucesso e diz que teve lucro absurdo

Lembram do caso? Em 10 de setembro, um mês atrás, portanto, um blog do Estadão denunciou o tratamento que uma consumidora, por acaso jornalista, havia recebido da loja virtual Visou. Ao fazer uma reclamação no perfil da loja no Facebook por não haver recebido um produto no prazo estipulado, recebeu a seguinte resposta: “Sua vagabundinha de merda. Domingo à noite e você na internet? Não tem um macho pra te comer não? Seu lixo”. Outras clientes disseram que também foram tratadas de maneira truculenta, própria de adolescentes que não gostam de ser contrariados. Bem,a coisa não para por aqui. O blog entrou em contato com os donos da marca, Natasha Souto e Richard Ferrari, para solicitar uma entrevista e recebeu as mensagens que estão ao lado. Em resumo: tratar mal os clientes parece que dá certo. Pelo menos se você visa aquela parcela de público que morre de rir com Danilo Gentili, Rafinha Bastos et caterva. O que você acha? Leia a matéria completa no Curiocidade.

Nikon une-se à ONU para premiar desenhos de crianças do mundo inteiro sobre o tema “Comunidade Verde” Continue lendo »

O título só não é melhor porque não é meu. Bem, pelo menos a piada é minha e costumo usá-la com alguma frequência, referindo-me a trabalhos que gostaria de assinar. Mas, voltando ao título, trata-se da tradução literal do título de uma matéria do Mashable.com. Achei que valia a pena trazer o infográfico para aqui enquanto o assunto está quente, quentíssimo (soube que Salvador ameaça outra greve porque a música de Rio não foi a escolhida rsrsrs). Continue lendo »

O Mashable tem uma série chamada a Centelha do Gênio, patrocinada pela Microsoft BizSpark, na qual apresenta empresas que estão iniciando no mercado e utilizam idéias originais ou realmente interessantes.

Nome: StorageByMail.com

Descrição: A StorageByMail permite que os clientes despachem caixas para armazenamento usando etiquetas pré-pagas e gerenciamento de estoques online.

A Idéia Genial: Inspirado pelo pequeno e caro espaço para armazenamento que dispunha em seu apartamento em Manhattan, em 2005, Daniel Hughes começou, meio como hobbyu, um projeto de armazenamento pessoal para atender suas próprias necessidades. Sua idéia transformou-se em um sistema de envio pelo correio ao estilo da Netflix.

O serviço, StorageByMail, permaneceu praticamente em protótipo até setembro de 2009, quando Hughes decidiu concentrar energias em sua grande idéia e transformá-la em uma empresa “real”. Desde aquela época a jovem companhia integrou-se com APIs dos correios americanos, montou um armazém de aproximadamente 200 mil metros quadrados em Nova Jersey e desenvolveu um sistema de gerenciamento de estoque.

Hoje, quem quer terceirizar suas necessidades de estoque com a StorageByMail pode fazer quase inteiramente online e por um custo que é uma fração do que pagaria por estocagem em qualquer outro lugar; os planos começam em US$29.99 por mês para cinco caixas de qualquer tamanho ou peso.

Os consumidores gerenciam as suas caixas armazenadas através de uma página personalizada que tem o ‘look and feel’ de uma caixa de entrada do Outlook. Lá, podem criar um pacote, dar-lhe um nome, anexar mídia descritiva, como fotos e imprimir uma etiqueta prépaga de despacho pelos correios. Cada etiqueta tem um número, código de baras e o nome gerado pelo usuário, tudo facilmente rastreável.

Os funcionários do armazém escaneiam os pacotes, registram peso e altura e estabelecem uma localização precisa para cada um no estoque da StorageByMail. Os pacotes permanecem no estoque até que os clientes se loguem na página da StorageByMail e solicitem a devolução. Um pacote solicitado é despachado no dia útil seguinte, sem custo para o cliente. Os clientes também recebem alertas por emailo em cada estágio dos processos de despacho, armazenamento e devolução.

Fonte: Mashable.com

O video abaixo é um “bônus” do pessoal do Mashable, porque não se trata exatamente de um conceito novo totalmente desenvolvido, mas de uma interessante “viagem” do pessoal da WaterWorks, imaginando como seria a próxima geração do iPhone se eles introduzirem uma funcionalidade holográfica. Atrai você? Deixe seu comentário sobre isso, please.

http://player.vimeo.com/video/14154019

O pacote de alterações foi maior do que isso. Anunciaram, por exemplo, um dashboard que facilita o gerenciamento dos aplicativos que você usa. Mas as estrelas foram a portabilidade de todo o seu conteúdo e informações e uma versão totalmente e com características revolucionárias do Facebook Groups.

No front da portabiliade dos dados, agora é possível fazer o download de todas as suas fotos, vídeos, posts do mural, conversações e atualizações de status. E você poderá ver tudo em seu próprio browser, com facilidade de acessar e de customizar.

Veja um vídeo que explica como funciona esse novo feature nesta matéria.

Já a nova versão do FB Groups, segundo Mark Zuckerberg, só tem o nome em comum com a versão anterior. É muito mais simples e funcional. Confiram no vídeo demo abaixo:

<object width=”640″ height=”385″><param value=”http://www.youtube.com/v/7RFPFxOguq8?fs=1&amp;hl=pt_BR”></param><param name=”allowFullScreen” value=”true”></param><param name=”allowscriptaccess” value=”always”></param></object>

Fonte: Mashable

Como era seu primeiro celular? Se você tem mais de 35 anos, é bem provável que ele tenha sido um “tijolão”. Que diferença dos ‘smarts’ fininhos de hoje. E não só no peso. O que um desses equipamentos faz hoje não dava para imaginar em meados dos anos 90, quando os celulares começaram a ganhar espaço no Brasil.

Mas… e daqui a 5, 10, 15, 20, 3o anos? Como serão os celulares em 2040? A gente aqui no laboratório não faz nem idéia, mas o fato é que tem muita gente pensando nisso. O blog Mashable juntou 5 conceitos futurísticos para mostrar a possível evolução desses aparelhos nos próximos anos.

A matéria, em inglês, está aqui. Se você preferir esperar, vamos trazer cada um deles, com vídeos e comentários, aqui para o blog do laboratório.

O escritor e guru de marketing Seth Godin planeja não publicar mais livros – pelo menos no sentido tradicional.

Autor de 12 livros, entre os quais Marketing de Permissão, Marketing: IdéiaVírus, O Melhor do Mundo e A Vaca Roxa, ele acha que o processo tradicional de edição “não vale o esforço”. O desabafo foi feito durante entrevista que deu para o site Mediabistro. Segundo ele, “eu gosto de pessoas, mas não posso suportar a longa espera, os filtros, o grande empurrão no lançamento, os pequenos empurrões para fazer as pessoas irem a uma loja onde eles não vão usualmente comprar uma coisa que eles não compram usualmente e fazê-los pagar por uma idéia em um formato que é difícil de espalhar”.

Particularmente, nós aqui do Laboratório, somos ratos de livrarias. Adoramos e sempre vamos adorar os livros. Mas entendemos bem o ponto de vista do Godin: livros de fato não são a maneira mais fácil de espalhar uma idéia quando existem tantos blogs, e-readers e mídias sociais.

Interessante, na semana passada, é que estávamos conversando com um amigo exatamente sobre isso. Ele está desenvolvendo um novo modelo de edição de livros que achamos sensacional. Como está em fase beta, ainda não podemos falar sobre isso. Mas dentro de algumas semanas, vamos apresentar esse novo produto que certamente fará muito sucesso.

Enquanto isso, vocês podem mandar suas opiniões sobre o assunto.

Fonte: Mashable