Facebook ganha novo prêmio: é a quarta empresa mais odiada dos EUA

FacebookParece um contrassenso, não é verdade? Mais de 1 bilhão de usuários, que passam um tempo enorme de sua vida lá dentro e, no entanto, a empresa ganhou o ódio de milhões de americanos, segundo a pesquisa da 24/7 Wall Street. Mas é fácil de explicar: as ações da empresa despencaram de US$ 35 para menos de US$ 20 poucos meses após a abertura de seu capital na bolsa . “O Facebook tem alienado seus investidores de uma maneira particularmente pública”, diz a pesquisa. Outras empresas detestadas seguiram o mesmo roteiro: falhas com os acionistas, desleixo com uncionários, desrespeito aos clientes. Veja o ranking do ódio… Continue lendo em A Zona de Desconforto

Pesquisadores canadenses descobrem bactéria que “produz” ouro Continue lendo »

App do Facebook Messenger ganha recurso de mensagens de voz

12438_20130104031324 (1)O aplicativo do Facebook Messenger (também conhecido como o chat da rede social) recebeu uma nova atualização na noite desta quinta-feira (4). Agora, é possível gravar e enviar mensagens de voz para os contatos. Disponível apenas para dispositivos Android e iOS, o recurso permite gravações de até um minuto. Para utilizar a ferramenta, basta clicar no botão “+” ao lado do campo de mensagem e pressionar o botão “Record” enquanto fala. No caso de usuários da versão web, o internauta poderá ouvir a mensagem, mas não terá a opção de gravar uma resposta. Ainda não há previsão de quando a versão web receberá a atualização. Além das mensagens por voz, o Facebook implantará nas próximas semanas o recurso de chamadas VoIP, semelhante a aplicativos como Viber e Skype. Por enquanto, elas estão disponíveis apenas para usuários iOS no Canadá. Adnews

M-commerce dobra participação no Brasil em 2012 Continue lendo »

O infográfico abaixo foi criado pelo portal MBA Online e mostra alguns números que podem trazer alguma luz à discussão se o Facebook vale mesmo 100 bilhões de dólares. Ou não. A questão principal é: você investiria no brinquedo do Mark? Continue lendo »

Três notícias interessantes que foram publicadas no site Adnews. Confira

Google é acusado de espionar população pelo Street View

O Google está sendo acusado pelo governo dos Estados Unidos de usar o Street View para coletar dados da população através do sinal Wi-Fi, de acordo com matéria do New York Times repercutida pela Folha de S.Paulo. Leia a matéria completa aqui.

Na TV, Mark Zuckerberg revela nova ferramenta Continue lendo »

Adnews:

 

A partir desta terça-feira (30) os internautas que se cadastraram no Jumo começam a acessar o site, que pretende aproximar pessoas “de bem” pela internet, na intenção de “mudar o mundo”. Criada por um dos fundadores do Facebook, a rede social irá agregar quem busca soluções para os mais diversos problemas ao redor do planeta (acesse).

Em entrevista ao jornal americano “Washington Post”, Chris Hughes, de 26 anos, havia dito que quando o assunto é educação, saúde, economia ou outro tema que abranja a população, “o problema básico é que há milhões de grupos trabalhando nesses assuntos, mas não há nenhum sistema que os conecte”.

Hughes pensou na rede social a partir das experiências que teve como cofundador do Facebook e como diretor de redes sociais na campanha do presidente norte-americano, Barack Obama. Após ver o quão poderosa pode ser esse tipo de ferramenta, ele decidiu que era hora de usar as redes para questões filantrópicas; então reuniu uma equipe com especialistas que conseguissem criar um algoritmo para monitorar o interesses dos internautas em causas sociais por meio do Twitter, YouTube ou nos e-mails.

O Jumo (“juntos em concerto”, em yoruba, idioma da África Ocidental) tinha mais de 66 mil registros de usuários no começo deste mês, antes mesmo de estar funcionamento efetivamente. Para usá-lo o internauta precisa ter conta no Facebook, pois será necessário passar pelo conector do site de Mark Zuckerberg para acessar a rede. Lá há áreas de debates e os usuários poderão opinar sobre as ações humanitárias que estiverem acontecendo.

 

O pacote de alterações foi maior do que isso. Anunciaram, por exemplo, um dashboard que facilita o gerenciamento dos aplicativos que você usa. Mas as estrelas foram a portabilidade de todo o seu conteúdo e informações e uma versão totalmente e com características revolucionárias do Facebook Groups.

No front da portabiliade dos dados, agora é possível fazer o download de todas as suas fotos, vídeos, posts do mural, conversações e atualizações de status. E você poderá ver tudo em seu próprio browser, com facilidade de acessar e de customizar.

Veja um vídeo que explica como funciona esse novo feature nesta matéria.

Já a nova versão do FB Groups, segundo Mark Zuckerberg, só tem o nome em comum com a versão anterior. É muito mais simples e funcional. Confiram no vídeo demo abaixo:

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Fonte: Mashable

(A gente aqui no Laboratório gostou e achou que você iria gostar também desta nota do Marcelo Albagli, publicadaontem no Blue Bus. Ele conta as “desventuras” recentes do fundador do Facebook. Ironicamente, tem tudo a ver com… privacidade! Vale a pena uma lida.)

A vida de Mark Zuckerberg está se tornando um inferno

Imagina o porquê? Por falta de privacidade! O nova-iorquino Paul Ceglia afirma possuir um contrato que lhe daria o direito de controlar nada menos que 84% da maior rede social do planeta. Agora nas cortes federais, onde especialistas acreditam que a chance de Zuckerberg enfrentar um juri é menor, Ceglia tenta trazer o processo q iniciou 2 meses atrás de volta para o seu estado. Segundo ele, lá haveria a jurisdiçao necessária para desmascarar fatos da vida privada de Zuckerberg, relevantes para o processo.

Ao apoiar financeiramente o open source Diaspora, concorrente em potencial do próprio Facebook, Zuckerberg continua tentando se afastar do polêmico tema da privacidade. Mas ele nao é o único a querer se aproveitar do conteúdo gerado e compartilhado nas redes sociais. Na verdade, é um ganha-ganha para agências, veículos e anunciantes – sem falar na própria indústria de tecnologia. Se o movimento dos advogados de Zuckerberg é apenas estratégico, ou se de fato existem detalhes embaraçosos que o jovem bilionário tenta esconder, isso esperamos descobrir em breve.

A pretensão é maior do que a repercussão, isso não há dúvida. São quatro estudantes americanos que criaram um projeto que se pretende simplesmente varrer o Facebook do mapa. Ou não.

A questão é: você já ouviu falar do Diaspora? Sinceramente, a gente aqui no Laboratório, que se pretende bem informada, só soube do projeto pra valer há pouco tempo.

É uma nova rede social, claro. E que tem por objetivo prezar pela privacidade do usuário, além de ter o código aberto para que os internautas possam criar em cima do site e personalizar o conteúdo.

Uma das principais ferramentas do Diaspora permitirá ao usuário importar seus dados das grandes redes sociais – Facebook, Twitter, Flickr – diretamente para o serviço open source. O desenvolvimento do projeto conto com US$ 200 mil – o equivalente a R$ 350 mil. Um dos doadores, ironicamente, foi o  criador do Facebook, Mark Zuckerberg.

Se quiserem saber mais, acessem http://www.joindiaspora.com