Esqueça o iPhone 5. A verdadeira revolução vem com os sistemas abertos.

Pelo menos na opinião de dois gigantes do mercado: Mozilla e Telefonica. A Mozilla está lançando o Firefox OS, um sistema móvel aberto baseado em um kernel Linux e que roda aplicativos inteiramente em HTML5. Quanto à Telefonica, ela revelou em julho planos de lançar produtos com esse sistema – começando pelo Brasil! O movimento da Mozilla foi realizado bem no momento em que Mark Zuckerberg declarou que não iria mais desenvolver seu Facebook Phone, por ser “the wrong move”. Mas Brendan Eich, CTO da Mozilla, pensa diferente. Ele acredita que está na hora de abrir o mercado para sistemas operacionais móveis, da mesma maneira que o Firefox fez no caso dos browsers. Além disso, pensa que o melhor lugar para fazer isso é nos países em desenvolvimento, onde há uma mercado faminto por telefones com melhores recursos. Em outras palavras, o Firefox OS não irá competir com o iOs da Apple – mas sendo disruptivo no mercado ao atacar em uma frente completamente diferentes. Leia matéria mais completa sobre o assunto, em inglês, no TechWeek Europe.

O Twitter despenca; e despenca porque merece Continue lendo »

Neste carnaval, o blog estará meio que em recesso. O “meio que” explica-se pelo fato de que não estará completamente abandonado. Em um dos grupos do LinkedIn de que participo, “Retention, CRM, Customer Insights & Loyalty Marketing…”, um dos participantes, Antonio Beja, um lisboeta que é Vice-Presidente Executivo do International Family Office, publicou uma questão que assola muitos dos profissionais envolvidos com estratégias de marketing de relacionamento envolvendo cartões de fidelidade. Publicarei abaixo a questão por inteiro e, nos posts seguintes, as contribuições ao debate oferecidas por outros membros do grupo. Confiram.

Uma das empresas de varejo nas quais participo do Conselho está pensando em abandonar o programa de cartão de fidelidade que foi implementado há 4 anos e investir o dinheiro que estavam gastando com os cartões de forma  indiscriminada para  todos os clientes. Atualmente, apenas 30% dos clientes usam cartões e nossos estudos mostram que eles têm cartões dos nossos concorrentes também. A idéia é direcionar o tráfego para nossa loja, mesmo que isso signifique comprometer a informação que temos sobre nossos clientes (a qual, na realidade, nem mesmo usamos de forma eficiente). A idéia é garantir a manutenção através de baixos preços diários em categorias específicas. Alguém aqui adotou a mesma estratégia? Estou interessado em alguns insights de experiências passadas.  Obrigado.