“É o aparelho mais lindo que já criamos”, disseram praticamente em coro Tim Cook, CEO, e Phil Schiller, vice presidente da Apple, aos jornalistas e à multidão de fãs presentes ontem ao evento de lançamento do iPhone 5. Soou-me como um anticlímax. É isso que um produto tão esperado por dois anos tem para oferecer, ser o iPhone mais bonito dos iPhones? Continue lendo »

Se você não entendeu a piada, parabéns. Significa que é jovem o suficiente para não ter ouvido a gíria “é uma brasa, mora” , popularizada pelo “rei” Roberto Carlos em seus tempos áureos. Agora, se você tem um iPod Nano comprado entre setembro de 2005 e dezembro de 2006, o título acima não é piada de jeito nenhum e é bom você tomar logo alguma providência. Continue lendo »

Finalizando a lista de novidades tecnológicas publicada pelo Mashable.com, seguem os últimos cinco produtos.

Carregador para iPhones: XtremeMac InCharge USB

Se você tem um iPhone, um iPod, ou um iPad, e está pela tampa com o volume incômodo do seu carregador, precisa conhecer o XtremeMac InCharge USB Wall Charger. Quase tão fino quanto um iPhone 4S, seu plug retrátil é perfeito para viagens. Bem “Apple”, concorda. O preço, também: nos EUA, sera vendido a US$29.99.

 

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Brunno Marchetti para o portal Catraca Livre:

Perder a conta de quantas cervejas você tomou em um bar nunca mais vai ser um problema, a não ser que você exagere na dose. Essa é a proposta do aplicativo PedeCana, que apesar do ar descontraído trata de um tema sério: beber não combina com dirigir.

O app foi lançado em meados de julho pela Parsec Digital e funciona em sistema iOs (tanto em iPhone e iPod touch quanto no iPad). Segundo seu desenvolvedor, Marco Lindoso, “o preceito inicial do aplicativo era não perder a conta do que se consome no bar”. Porém com a vantagem de trazer uma lista das principais corporativas de taxi das capitais brasileiras.

Telas do aplicativo no iPhone

A lista de telefones oferecida atualmente pelo aplicativo é estática e o usuário deve buscar nela sua localização. “Numa próxima atualização do aplicativo, pretendemos fazer uso de um sistema de geolocalização para mostrar os taxis mais próximos do bar onde a pessoa está”, completou o desenvolvedor.

Todo mundo tem o que comemorar neste final de ano. O site especializado Pocket Lint reuniu os principais produtos em alta neste ano para votação popular apontar os melhores gadgets em diferentes áreas. E nos resultados finais o Kindle foi considerado o melhor produto do ano.

Mas a Apple não pode reclamar. Seu iPad foi premiado como o melhor computador do ano, desbancando notebooks e desktops. E o iPod foi escolhido como melhor gadget de áudio.

Quanto à Microsoft, seu Kinect, foi considerado o produto mais inovador do ano.

Surpresa mesmo foi o iPhone 4 ter sido desbancado pelo HTC Desire HD como melhor smartphone.

Fonte: Info

A dica é do Mashable. Primeiro, eles confirmam que Damon Albarn, líder do Gorillaz (sabe, aquele grupo musical em desenho animado), vai lançar um álbum gravado inteiramente no iPad. Em seguida, eles elencam 1o vídeos onde os artistas executam os números com seus iPhones, iPods e iPads. Detalhe importante: não são amadores desfiando um sonzinho tosco. Assistam e confiram como alguns aplicativos realmente espetaculares oferecem aos equipamentos da Apple um incrível potencial para a criação musical.

Sweet Dream (Beyoncé), por Yoari & iBand (iPhone&iPad Band):


Adnews:

Com o iPad, Steve Jobs não só criou um novo setor tecnológico, como também acabará com outro: o de netbooks. E foi a própria responsável pelo desenvolvimento do Windows quem admitiu o fato, segundo Jonny Evans, do Computerworld, em matéria repercutida pelo IDGNow!.

Gavriella Schuster, gerente geral da Microsoft, declarou ao jornal americano Seattle PI que os netbboks “estão, definitivamente, perdendo importância. Embora sejam dispositivos secundários, suas vendas estão, de fato, diminuindo.” A executiva deu a sentença quando perguntada se o Windows estaria ameaçado com o crescimento dos sistemas operacionais contidos nos tablets.

O Computerworld comenta que a Microsoft insiste em chamar gadgets como o iPad de “dispositivos” sob a justificativa de que eles não se tornarão o principal aparelho dos usuários. Mas lembra que no segmento de aparelhos secundários o dispositivo da Apple é líder incontestável. Pesquisa realizada pela Changewave revelou, por exemplo, que apenas 1% dos usuários de iPad não estão satisfeitos com ele – 72% estão muito felizes e 23% estão contentes.

Já quando o assunto é o uso do tablet no meio corporativo, a Gartner divulgou uma análise que mostrou o potencial do aparelho em se tratando de treinamento de funcionários. “Por mais que não seja um fato consumado, o iPad deve se tornar um marco da tecnologia, assim como o iPod o foi. Mesmo que você pense que é uma moda passageira, o custo de adaptar-se a ela é pequeno, mas o preço do atraso pode ser altíssimo”, disse Stephen Prentice, vice-presidente da empresa.

 

Adnews:

Ouvir óperas durante as viagens de avião foi o motivo que deu vida ao Walkman, símbolo de entretenimento de uma geração. O aparelho, cuja história ultrapassa 30 anos, deixará de ser fabricado.

De acordo com informações do blog The Presurfer, o último lote do produto foi produzido pela Sony em abril e quando esgotarem as últimas unidades, no Japão, não será mais possível encontrar o modelo.

O aparelho foi construído em 1978 pela divisão de áudio do engenheiro Nobutoshi Kihara para o co-presidente da Sony, Akio Morita, O Walkman original foi comercializado em 1979 no Japão e apenas depois se popularizou.

Aos passos da tecnologia

O reprodutor de músicas, que já foi considerado “um dos maiores símbolos de status” pelo jornal The Wall Street Journal, perdeu espaço com as inovações da tecnologia.

O primeiro modelo, vendido a US$ 200, teve uma recepção calorosa por parte dos amantes da música. O aparelho tinha recursos como entrada dupla para fones de ouvido e botão que diminuía o volume do som para permitir que o usuário conversasse com alguém sem parar a música.

A evolução do produto beneficiou, em seu modelo seguinte, os jornalistas que precisavam gravar áudio. Nos anos posteriores, a tecnologia levou aos usuários modelos com novas cores e aparelhos que rodavam CDs.

Nos anos 80 e 90, a Sony reinou no mercado. Entretanto, o cenário começou a mudar com a era digital, quando os usuários passaram a baixar músicas da internet ou copiar CDs no formato MP3. A chegada do iPod, em 2001, marcou a história e tirou o posto da marca mais conhecida em termos de áudio portátil.

 

É um aplicativo, gratuito, que permite ler livros digitais. Descobrimos em uma página do iTunes. Diz : “Saraiva, maior livraria do Brasil, apresenta o Saraiva Digital Reader, um aplicativo que permite a você ler livros digitais em seu iPhone, iPode Touch e iPad. No momento, você encontra 150 mil títulos internacionais e 2 mil títulos em português, 150 dos quais inteiramente de graça”.

Na área de Livros Digitais do site da Saraiva, pode-se fazer o download do aplicativo, além de realizar um tour no produto. Mas o destaque é menor do que achamos que a novidade mereceria. Não há nada na home, por exemplo.

Outro problema é a confusão com o seu “e-reader” (na verdade, um produto da empresa coreana iRiver), que custa R$ 1.099 e com os próprios livros digitais. Quando busquei no Google por “Saraiva Digital Reader”, apareceu a própria página da Saraiva, comentários em blogs sobre o “e-reader”, comentários em sites de reclamações sobre downloads de livros digitais adquiridos e até notícias sobre o e-reader da Positivo.

Vamos ficar de olho na evolução.

Como diria um antigo locutor esportivo, o tempo passa, torcida brasileira. Nem há tantos anos assim, gastava-se galões de tinta e toneladas de papel discutindo-se os aplicativos da Microsoft. Agora é a vez dos aplicativos Google. O gigante de Mountain View, California, já oferece um menu de opções interessantíssimos, todos em ‘cloud-computing’ e ao alcance mesmo das menores empresas. Não é à toa que mais de 2 milhões de empresas e 25 milhões de usuários utilizam hoje suas soluções de email, geração de documentos e outras tarefas de escritório, um campo até recentemente dominado pela outra gigante, a de Redmond, Washington.

Claro que nem tudo é sensacional (assim como não são as soluções da Microsoft) e vamos trazer algumas soluções Google que são mais ou menos e até ruins. Mas vamos começar pelo lado bom, os aplicativos que você deve pensar em aplicar no seu negócio.

Google Apps Gmail

As vantagens são grandes. Começando pela aparência: ele tem a mesma cara em qualquer browser ou equipamento móvel. Até um iPod Touch vira um portal de trabalho. Não vamos esquecer o espaço. Com Apps pago, dá para oferecer 25Gb por funcionário. E os seus funcionários terão completo acesso remoto. Um acesso logado, o que permitirá o acompanhamento do uso da ferramenta. Além disso, as conversações são “threaded”, isto é, podem ser agrupadas por linha de assunto. Por outro lado, o processo de logar e gerenciar várias contas é complicado. E você vai ser bombardeado por conteúdo publicitário (afinal, esse é o grande negócio do Google, certo?).

Google Apps Calendar

O aplicativo cria uma plataforma comum a partir da qual pode se agendar reuniões e eventos com quem quiser na empresa em tempo real e inclusive de locações remotas. Os agendamentos podem ser atualizados e agrupados – convites por email são gerados e eles incluem botões para resposta. Quando os convidados dão o ok, o aplicativo adiciona a reunião em sua agenda e na deles. Os calendários dos funcionários podem ser juntados ao seu e assim você pode gerenciar melhor as atividades deles. Claro que também é complicado de configurar e outros ‘probleminhas’ semelhantes.

Google Docs

Os problemas anteriores de conectividade e compartilhamento foram recentemente resolvidos e hoje esse aplicativo oferece algumas coisas interessantes, como a possibilidade de revisões simultâneas por várias pessoas. Criar apresentações e propostas ficou muito simples e tem chats e comentários para ajudar a resolver bloqueios criativos. Ainda não substitui completamente o Word, mas está a caminho.

No próximo post, vamos listar os aplicativos Google que não são assim uma brastemp.