Os consumidores estão subindo a bordo do navio da Internet das Coisas, mas para muitos, nem tudo são flores

Continue lendo »

Resultado de imagem para digital transformation
Ambev lidera ranking das mais digitais
A consultoria E-Consulting realizou um estudo para saber como está o grau de transformação digital das principais empresas com negócios no mercado de bens de consumo do Brasil. O intuito da análise, que foi realizada com as 50 maiores companhias, é apontar as organizações do setor mais avançadas e consolidadas em trazerem conceitos de transformação digital para a realidade de seu modelo de negócio. Além de apontar quais são as mais percebidas atualmente no mercado por seu esforço. Numa escala de 0 a 5, construída a partir de diversos critérios que materializam o processo de competitividade a partir da transformação digital, tanto internamente, que envolve sistemas de gestão, investimentos em TI, metodologias avançadas, organização produtiva e plataformas, como externamente, ou seja, a partir da avaliação de seus diferentes stakeholders, como clientes e consumidores, a Ambev conquistou nota 3,88 por fortalecer aspectos de sua atuação em marketplaces B2B, inclusão de conceitos de Internet das Coisas em sua linha de produção, desenho de ofertas e serviços nativos digitais com foco na melhor jornada de compra do consumidor e inovação colaborativa. Além da Ambev, a lista traz a seguintes companhias no ranking: Unilever (3,63); Natura (3,50); O Boticário (3,13) e BRF (3,13)

Investimentos em Internet das coisas pode superar meio trilhão de dólares
As grandes empresas planejam duplicar seus gastos anuais em dispositivos inteligentes conectados à Internet, como equipamentos de vigilância por vídeo e sensores de fábrica nos próximos quatro anos, para um total anual de US $ 520 bilhões, segundo um novo relatório da consultoria Bain & Co. A estimativa, que inclui compras de dispositivos, software e serviços relacionados, superou a projeção de US $ 450 bilhões para 2020 feita pela Bain em sua pesquisa anterior sobre o tema em 2016. A previsão mais alta mostra que as empresas estão aumentando seu apetite por dispositivos conectados ao lado crescente demanda do consumidor por tudo, desde alto-falantes inteligentes até lâmpadas com conexão Wi-Fi. Atualmente, os produtos conectados usados normalmente enviam as informações que coletam, incluindo arquivos de vídeo grandes, para os datacenters em nuvem para análise, para monitorar áreas seguras, medir multidões ou acompanhar a rapidez com que as peças estão gastando. Mas os produtos mais novos terão mais de seu próprio poder de computação e aplicativos de inteligência artificial incorporados, tornando-os mais independentes e eficientes, pelo menos em teoria, impulsionando as vendas. Fonte: Fortune

Redes sociais estão levando a sério a programação em estilo de TV
Em pesquisa recente, cerca de metade dos usuários de mídias sociais com idades entre 18 e 24 anos disseram estar interessados em assistir programas de TV em plataformas sociais. Uma das principais razões pelas quais as plataformas sociais estão se movendo nessa direção é o desejo de explorar o público de visualização de vídeos digitais. Este ano, estima-se que quase 70% da população dos EUA assistirá a vídeos digitais (via streaming ou download) pelo menos uma vez por mês, totalizando cerca de 230 milhões de pessoas. A visualização móvel também continua crescendo; nos EUA, quatro em cada cinco espectadores de vídeo digital usarão um dispositivo móvel para assistir a vídeos mensalmente este ano. Outra razão é o desejo de atrair criadores. Depois de ver o sucesso do YouTube ao trabalhar com esses influenciadores sociais, o Instagram colocou os criadores de conteúdo em destaque no lançamento do IGTV. O Snapchat está atraindo os criadores de conteúdo com ofertas de compartilhamento de receita, anunciando na conferência VidCon de junho de 2018 que estava criando programas para compensar os criadores de conteúdo por programas, incluindo o compartilhamento de receita de anúncios. O Facebook também começou a oferecer mais ferramentas para permitir que os criadores mostrem seus vídeos. Mas esses ainda são os primeiros dias dos esforços de vídeo das plataformas sociais. No ano em que o Facebook lançou o Watch, seu destino para vídeos longos, aprendeu que dois tipos de programa funcionam melhor: grandes produções com celebridades famosas e pequenos shows de nicho que atraem um público-alvo. Shows que estão no meio tendem a se sair menos bem. O episódio de estreia de maio de 2018 de “Red Table Talk”, um talk show com a atriz Jada Pinkett Smith e sua filha, teve 28 milhões de visualizações acumuladas desde o início de agosto. Alguns episódios subsequentes tiveram uma contagem de visualizações acima de 20 milhões. Fonte: eMarketer

Resultado de imagemEstudo do BNDES estima que essas tecnologias poderão gerar no Brasil entre U$ 50 e U$ 200 bilhões por ano, até 2025 Continue lendo »

O quarto do hotel do futuro. Leia mais

Os eventos presenciais continuam importantes, mas a evolução dos websites está trazendo mais receitas

Continue lendo »

 

Investimento em video digital vai a US$ 135 bi nos EUA. Leiam abaixo

Otimização do processo vai reduzir prazo de desembaraço aduaneiro, oferecendo comodidade e agilidade aos importadores Continue lendo »

Resultado de imagem para conarec 15 anosO mundo já transita para uma era pós-digital, mas algumas empresas e até setores da economia brasileira ainda tentam dar os primeiros passos no mundo digital Continue lendo »

realidade aumentada

Realidade Aumentada e a experiência do cliente do vareo. Leia abaixo

A assistente virtual falará em um ritmo mais semelhante ao que as pessoas usam em suas conversas

Continue lendo »

Imagem relacionada

Apps para iOS com vulnerabilidades. Confira abaixo

Mudança inclui nova marca e criação de quinta unidade até o final de 2017 Continue lendo »

Zuckerberg 2020?

17/01/2017

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sentadas

Mark visitou Dallas nesta segunda, 16/1, e reuniu-se com vários grupos de cidadãos, inclusive policiais

Alguns sinais indicam que o CEO do Facebook pretende candidatar-se a presidente dos EUA — e muita gente acha que ele vai ganhar
Segundo Nick Bilton, correspondente especial da revista Vanity Fair para assuntos ligados ao Silicon Valley, a semana passada foi “louca e bizarra” como poucas na história dos EUA — teve a história do dossiê sobre Trump vazada pelo site BuzzFeed e a própria conferência de imprensa do presidente-eleito. Para coroar, ele trouxe uma história que começou a circular entre pessoas influentes das empresas de tecnologia do Vale, envolvendo Mark Zuckerberg. Um número crescente dessas pessoas acredita que, provavelmente, o CEO do Facebook concorrerá a presidente dos EUA nas próximas eleições. E, considerando o resultado da que acabou de ocorrer, ele deve ganhar. “Ele quer ser imperador” é uma frase que teria se tornado comum entre as pessoas mais íntimas de Zuckerberg, contou Bilton. E há alguns sinais de que isso passa pela presidência do país. No final do ano, Zuckerberg respondeu uma pergunta sobre seu ateu, uma crença que professava, em um tom, digamos assim, mais politicamente astuto (considerando que os americanos não gostam de presidentes que não acreditar em algum Deus): “eu cresci judeu e então passei por um período em que questionei as coisas, mas agora acredito que religião é muito importante”. Mais recentemente, David Plouffe, ex-diretor da campanha do Obama, assumiu um posto importante na Chan Zuckergbert Initiative. Outros políticos dos dois partidos também juntaram-se à organização filantrópica. O sinal mais óbvio, entretanto, veio nas Resoluções de Ano Novo, que Mark costuma publicar em sua página no Facebook. Este ano, além de regozijar-se pelo fato de ter vencido os desafios de aprender mandarim e construir um “mordomo” em inteligência artificial para sua casa, ele prometeu “conhecer pessoas em todos os estados dos EUA”. Apenas vontade de viajar? Fonte: Vanity Fair

Samsung/Sapient Razorfish estão levando a Internet das Coisas para o varejo
O National Retail Federation Big Show começou nesta segunda, 16/1, em Nova York. Com toda certeza, um dos pontos altos do evento será a apresentação de ferramentas IoT da Samsung e da SapientRazorfish que têm como objetivo conectar as atividades de compra online com as realizadas na lojas. Incorporando IoT, data analytics e tecnologias móveis, as empresas estão demonstrando uma jornada do consumidor dentro de uma loja de vestuário com sincronização ao sistemas de back office. Em um dos exemplos, o comprador faz um pedido em casa, usando um app e quando entra loja o app dispara um beacon em um grande painel digital que mostra conteúdo personaliado baseado em compras anteriores e sugere itens que podem ser adquiridos via touch screen. Além disso, uma loja parceira é avisada e pode abordar o consumidor. Caso necessário, o atendimento é acionado por um botão de “help”. Fonte: MediaPost/IoT Daily Pay

Assistentes virtuais vão oferecer dados de campanha para anunciantes

O Google lançou um app para smartphones que se conecta com seu assistente virtual, Home, e ajuda os anunciantes a otimizar buscas por voz. Analistas acreditam que o próximo passo será disponibilizar dados para analisar e otimizar campanhas multicanal. Este ano, afirma Alex Porter, presidente e chief strategy officer da agência Location3 Media, mensurar dados de voz vão se tornar um recurso do Google Analytics e do Search Console. Os dados poderão otimizar estratécias de SEO e permitir que as empresas integrem buscas pagas, ganhando uma perspectiva diferente sobre como o conteúdo é mais bem servido para responder questões. O formato dos dados e como os anunciantes acessarão esses dados, porém, não estão claros. Fonte: MediaPost/Search Daily