IDG Now:

Segundo o ministro da defesa britânico, Nick Harvey, o chamado ciberespaço é uma área de combate.

A chamada ciberguerra está realmente na pauta das nações mais poderosas. Depois dos Estados Unidos, agora é a vez do governo do Reino Unido admitir que está desenvolvendo um kit de “ciberarmas”, que pode ser utilizado para atacar outros países. A informação foi divulgada pelo ministro das forças armadas britânico, Nick Harvey. Segundo ele, os militares agora tratam a Internet como um campo de batalha.

Em entrevista ao jornal The Guardian, ele falou sobre a política da Inglaterra para o mundo virtual e definiu o ciberespaço como mais uma área de combate, que também demanda uma estratégia militar.

“Precisamos de um pacote de ferramentas, e elas já estão em desenvolvimento”, afirmou. O militar afirma que a ciberguerra é um conflito sem fronteiras e que ação no ciberespaço fará parte do campo de batalha no futuro.

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Proxxima News:

A entrega da 5ª edição do prêmio Top of Mind Internet, resultado de uma parceria entre o UOL e oDataFolha, contou com o evento “O Poder Transformador do Digital”. O objetivo do encontro foi discutir o papel transformador da internet nos hábitos da sociedade e também a participação das classes C e D no mundo digital – participação esta, ilustrada por uma pesquisa realizada pelo Data Popular e apresentada pelo diretor-geral da companhia, Renato Meirelles.

“O evento é para mostrar e discutir o que está acontecendo hoje no mercado digital brasileiro, para nos prepararmos para o que ainda está por vir”, afirma o diretor de publicidade do UOL, Enor Paiano. Os assuntos abordados durante o evento foram: “Digital: o poder transformador”, que teve Mauricio Ricardo, criador do charges.com.br como mediador e contou com a participação de Luiz Algarra, fundador da Papagallis, empresa especializada em conversações e aprendizado informal, e Maurício Curi, gerente-geral da Educartis, como debatedores. A segunda discussão teve como tema “Classes A/B x Classes C/D”, que contou com a participação de Tim Lucas, fundador da TWR America, empresa especializada na investigação dos hábitos de jovens consumidores e tendências culturais, e Luiz Marinho, sócio-diretor da BrandWorks, que atua no segmento de marketing de varejo. O debate contou com a mediação de João Ciacco, diretor de marketing da Fiat e também presidente da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA).

Segundo dados do Data Popular, hoje, no Brasil, de cada 10 pessoas que acessam a internet, oito pertencem à Classe C. Em 2014, seis entre dez brasileiros serão da classe C. “Por isso, para se chegar à essa classe também é preciso entender a classe D, pois é ela que vai migrar para esse novo mercado. E os números começam a mostrar esse avanço”, diz Meirelles.

Digital: o poder transformador

Não há dúvida de que o acesso à internet provocou uma transformação nos hábitos e na vida das pessoas. “Gosto de olhar um lado da internet que não divide as pessoas por classes ou vê o usuário somente como um número. O que eu gosto da internet é a possibilidade de olhar os internautas como pessoas, independentemente de classe social”, comenta Mauricio Ricardo.

Classes A/B x Classes C/D

Para Tim Lucas, hoje o fundamental para uma empresa é saber ouvir. “É preciso ouvir com atenção o que o consumidor deseja. Hoje, os valores são completamente diferentes, você pode ter um grupo de jovens que são amigos e moram no mesmo bairro, da mesma classe social e têm interesses e valores completamente diferentes”, afirma.

Quem está na internet

A pesquisa F/Radar, realizada pela agência de publicidade F/Nazca Saatchi&Saatchi ajuda a definir o perfil do internauta brasileiro.

Cerca de 78 milhões de pessoas tem hoje acesso à internet em todo o País sendo 75% pertencentes às classes A e B; 53%, C e D, e 19%, D e E. Sendo que quatro em cada dez domicílios brasileiros possuem computador, e desse total, 83% possuem acesso à internet. Quem mais acessa a web são os usuários das classes A e B, que se conectam à rede todos os dias, enquanto que os usuários pertencentes à classe C se conectam de dois a três dias por semana, principalmente nas lan houses. Dados do Data Popular mostram que hoje, as redes sociais são os meios preferidos de comunicação dos brasileiros, sendo que 13 milhões de usuários são das classes A e B; 36 milhões da C, e 12 milhões das classes D e E.

Top of Mind 2011

Confira as marcas mais lembradas pelos internautas em 2011. A pesquisa, realizada pelo DataFolha, aconteceu entre os dias 17 e 19 de janeiro deste ano nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília. Foram ouvidas 2.029 pessoas a partir dos 14 anos que usam internet pelo menos três vezes por semana.

– Esporte: Nike ficou na liderança com 18%, seguida de Adidas, com 11% e Centauro, 4%.

– Informática: A Dell se manteve na liderança com 15%. Positivo se manteve na segunda colocação com 10%, seguida pela LG com 8%.

-Telefonia Celular: Operadoras: Oi mostrou um crescimento de 3% em relação ao ano passado, com um total de 30%, seguida pela Vivo com 22% e Claro com 19%. Aparelhos: Nokia ficou em primeiro lugar com 29%, seguida de Samsung com 15% e Motorola, 12%.

Finanças: Bancos: Vitória para o Itaú que manteve a primeira colocação com 32%, seguido de Bradesco, 23% e Banco do Brasil, 17%.

Planos de saúde: Unimed se manteve estável na liderança com 21%, seguida de Amil, 11% e Bradesco, 5%.

Cartão de crédito: Visa foi a mais lembrada por 36% dos entrevistados. Mastercard vem em seguida com 18% e Itaú/Itaucard, na terceira colocação com 7%.

Companhia de seguro: Porto Seguro manteve a liderança com 15%, depois Bradesco, 8% e Sul América, 5%.

– Transportes: Automóvel: a liderança ficou com a Fiat, 25%, depois Volkswagen com 16% e GM/Chevrolet com 9%.

Companhias aéreas: a TAM conquistou a liderança depois de um empate técnico no ano passado com a Gol registrando 40%, ante os 36% da concorrente.

– Alimentação: Cerveja: Skol ficou em primeiro lugar com 34%, Brahma em segundo, 16%, e Antarctica em terceiro com 6%.

Lanchonete: Mc Donald´s manteve a liderança com 39%, seguido de Habib´s com 4% e Bob´s, 3%.

Refrigerante: Coca-Cola líder com 63%, seguida pela Antarctica com 16%, somando a marca mais o Guaraná Antarctica, e Pepsi com 2%.

Fabricante de alimentos: Nestlé manteve a liderança com 14%, seguida de Sadia, 7% e Perdigão, 1%.

Serviços

E-Commerce: Americanas na primeira colocação com 17%, depois Mercado Livre com 12% e Submarino com 10%.

TV por Assinatura: Houve um empate técnico entre Net, 32%, e Sky, 31%, depois vem Embratel com 4%.

– Produtos de Beleza e Higiene Pessoal: Higiene Pessoal: Colgate ficou com 8%, seguida de Dove com 4% e Lux com 2%.

Beleza: Avon ficou com 11% e foi considerada a vencedora na categoria segundo os critérios de desempate, uma vez que Natura teve 10% e O Boticário ficou com 4%.

Eletrônicos

Refrigerador: Brastemp manteve a liderança com 33%, seguida de Cônsul com 15% e Eletrolux com 12%.

Câmera digital: Sony registrou 32%, enquanto Samsung ficou com 14% e Kodak com 7%.

TV: LG venceu com 23% seguida de Samsung com 20% e Sony com 9%.

Tops Especiais

Top Teen (pessoas com idade entre 14 e 19 anos)

1º Bradesco, 2º Mercado Livre e 3º Sky

Top Feminino (Mulheres)

1º Natura, 2º Avon e 3º Americanas

Top Heavy (pessoas que acessam a internet todos os dias no mesmo local)

1º Net, 2º Sony (câmera digital) e 3º Americanas

Top Lan House (pessoas que acessam a internet em lan houses)

1º Bradesco, 2º Samsung (celular) e 3 º LG (TV)

Você vai ter que ter um pouco de paciência para entender o infográfico abaixo (engraçado como essa ferramenta que foi inventada substituir por imagens os “incompreensíveis” tijolos de texto começam a ficar cada vez mais incompreensíveis), mas acho que vale a pena. O pessoal do Webhostingbuzz reuniu uma série de dados interessantes sobre a internet nos últimos 15 anos, desde os top sites, os países com mais presença na web e idiomas mais falados na rede até a velocidade média da conexao de cada país e o quanto cada nação costuma baixar em termos de gigabytes. Um dados surpreendeu o pessoal do Tecncrunch, de onde tirei essa notícia, e talvez surpreenda você: os EUA estão apenas no 30º lugar quando se trata de velocidade de conexão. No mesmo quesito, uma informação que não surpreende ninguém: o Brasil ficou em 64º lugar.

Fonte: Techcrunch.com (dica do Blue Bus)

A gente aqui do laboratório é fã do Adnews. Grande serviço ao mercado que o Paulo Rosa e sua turma prestam. Nesta modorrenta manhã de sábado, nada melhor do que ler a tradução que eles postaram de um artigo do David Pogue, colunista do NYTimes em que este se “traveste” de executivo da TV a Cabo e expõe o drama que vivem atualmente essas empresas, perdendo assinantes para a Internet.

Há claramente um novo modelo na praça: “As pessoas não querem mais assistir a um determinado programa ajustado para passar às 20h numa quinta-feira na CBS”, afirma ele em determinado ponto do artigo.  Como conciliar o fato da audiência querer cada vez mais uma programação sob medida com a estrutura das TVs, montada para oferecer uma grade rígida?

Leiam a matéria completa.

Saiu a sétima edição do F/Radar, um levantamento semestral que a F/Nazca realiza para quantificar o número de brasileiros que acessam a internet, considerando os locais e períodos de acesso, navegação, compras online, transversalidade das mídias e consumo de notícias. Nesta edição, explora-se pela primeira vez o universo dos jogos eletrônicos.

Eis alguns destaques do estudo:

– O país tem hoje 54% de pessoas acima de 12 anos que costumam acessar a Internet (ou 81,3 milhões).

– A penetração em casa segue em patamares baixos: apenas 27% dos brasileiros possuem conexão com banda larga em casa e 6% com conexão discada.

– 57% dos brasileiros afirmam que “costumam colocar algum conteúdo feito por si próprio na Internet”

– 93% dos brasileiros se consideram mais informados e 60% mais independentes desde que começaram a usar a Internet.

– A única mídia de informação que mantém relevância estável em todas as faixas etárias são as ferramentas de busca, como o Google, mantendo-se em torno de 50% para todas as faixas etárias.

– Embora a televisão continue sendo a mídia de consumo de informação preferida (45%), seguida pela Internet (40%), pelo rádio (7%), pelo jornal impresso (4%) e pela revista (2%), os jovens de 12 a 24 anos se informam prioritariamente nas suas redes sociais (80% entre 12 e 15 anos, 60% entre 16 e 24 anos) e nas ferramentas de busca (55% de 12 a 15 anos e 52% entre 16 e 24 anos).

– Os portais, sites de mídia impressa e blogs só possuem relevância para os mais velhos.

– A pesquisa compreende todos os brasileiros acima de 12 anos, em 143 municípios e é realizada pelo Datafolha.

Leia o release publicado pela agência aqui.

 

  • Primeiro Website em 1990
  • 130 Web Sites em1993
  • 234 milhões de Websites in 2010
  • 16 milhões de usuários em 1995
  • 1,8 bilhões de usuários em 2010
  • 90 trilhões – o número de emails enviados em2009
  • 247 bilhões– número médio de mensagens de email por dia
  • 738 milhões de usuários da Internet na Asia em dezembro de 2009
  • 252 milhões de usuários de Internet na América do Norte. Em 2009
  • 30 bilhões– fotos postadas no Facebook. Em 2010

Fonte: http://www.jeffbullas.com