googleDataLab usa tecnologia proprietária para diagnosticar nível de maturidade dos clientes Continue lendo »

foto_RicardoNesta semana, o marketing de dados brasileiro sofreu uma perda irreparável. A morte de Ricardo Musumeci, na segunda-feira, 4/12, abriu uma lacuna que certamente não conseguiremos voltar a preencher, na medida em que deixamos de contar com a presença de dos maiores profissionais da nossa atividade, um pensador pioneiro, original e combativo.
Ricardo iniciou no marketing direto/dados em 1973, na Abril. Saiu dessa grande escola, talvez a maior do nosso mercado, para se graduar e pós-graduar no mundo, trabalhando no marketing de grandes anunciantes da época, como Banorte, Fininvest, Crefisul e, mais recentemente, Plaza Shopping. Em todas essas empresas tratou de inocular nelas o vírus do marketing de dados, implementando boas práticas de testes e análises de retornos. No marketing direto/dados propriamente dito, atuou principalmente como diretor de algumas das mais importantes agências do país: Ogilvy, Rapp Collins, Wunderman, Merit, US Ponto Com, Embrace e Interact, da qual foi fundador e sócio. Nelas, deixou sempre a marca do seu brilhantismo, dirigindo operações para clientes do porte de  Amex, Jornal do Brasil, IstoÉ, Haspa, Yázigi, para a Ogilvy; Credicard, para a Rapp Collins; Amex, AT&T, Prever, Colgate-Palmolive, Ford, SCI, IBM; Merit: Visanet, TimeLife, Quartzolit, Pueri Domus, IT Mídia, para a Wunderman; C&A Modas, C&A Turismo, Banco Ibi, CitiFinancial, Sudameris/ Real, SulAmérica Seguros, para a US Ponto Com; Goldsztein, Cyrela, para a Embrace; e Amex, Bausch & Lomb, Cia. de Seguros da Bahia, Johnson & Johnson, IBM, BankBoston, Bauducco, Consórcio Sharp, para a Interact.
Ricardo atuou na ABEMD desde o início, tendo sido diretor e conselheiro da associação em várias gestões. Deixa uma legião amigos para trás, pessoas que acompanharam sua longa luta contra o câncer, vibrando a cada batalha vitoriosa e agora tristes mas conscientes de que não se trata propriamente de uma derrota — tão somente, Ricardo aceitou que estava no momento de passar à história.
Fonte: Portal Abemd
Tecnologia 5G vai permitir  reconhecimento facial para pagamento e outras aplicações de segurança
Durante esta semana, a Intel e a Foxconn usaram a rede móvel da Asia Pacific Telecom para demonstrar como a tecnologia de reconhecimento facial de computação de ponta baseada em 5G pode ser usada para fazer pagamentos e também para acesso a edifícios residenciais e empresariais. O processo de autenticação de pagamentos pode ser completado em 0,03 segundos, disse a Intel. Além disso, reduz o risco de vazamento de informações pessoais e fraudes de cartão de crédito. O reconhecimento facial deve ser implementado em uma variedade de indústrias como o meio de autenticação de pagamentos, eliminando a necessidade de dinheiro ou cartões de crédito. Fonte: ZDNet

Estudo: 39% dos anunciantes planejam aumentar verbas de marketing de influência
O chamado “influencer marketing” não é uma moda passageira, indica um estudo eito pela Linqia, plataforma de influencer marketing, que descobriu que 39% dos anunciantes planejam aumentar seus orçamentos para essa área em 2018. Apenas 5% dos entrevistados disseram estar planejando diminuir seus orçamentos de influencer marketing . Dos 86% dos comerciantes pesquisados que usaram a estratégia em 2017, 92% acharam que era efetivo. Para o estudo, chamado “The State of Influencer Marketing 2018”, 181 anunciantes foram pesquisados em novembro sobre como as marcas e as agências estão usando infuencer marketing e como eles planejam alavancar o canal em 2018. 30% disse que gastarão entre US$ 25 mil e US$ 50 mil por programa; e 25% disseram que gastarão entre US$ 50 mil e US$ 100 mil por programa em 2018. O estudo descobriu que 46% dos anunciantes empregaram de dois a cinco programas por ano por marca e 31%, mais de cinco programas por ano por marca, com empresas com carteiras de dezenas de marcas. Fonte: PR Week
Resultado de imagem para comScoreÉ mais uma medida para evitar a contaminação dos anúncios por conteúdos ofensivos

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O carisma de Eike Batista sofreu forte abalo esta semana

Na última semana, a agência Standard and Poor’s anunciou o rebaixamento a nota de crédito da OGX. A notícia derreteu os papéis da companhia na bolsa. O valor das ações despencaram e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) chegou a questionar a empresa. Continue lendo »

Essa “lei” foi criada em 1965, em um “paper” escrito por Gordon Moore, co-fundador da Intel. Tratava-se, na verdade, de um prognóstico, que foi adotado como paradigma pelos fabricantes de computadores e microprocessadores nesses últimos 46 anos. Segundo ela, a cada 18 meses seria possível duplicar a capacidade de processamento dos chips de computadores sem alterar drasticamente os custos de produção e o seu tamanho físico.

O problema é que os chips ficaram tão pequenos que as previsões recentes são de que sua capacidade tende a se estabilizar por falta de espaço físico. Hoje o chip de um computador médio chega a ter mais de 200 mil transistores de silício, e cada transistor pode ter uma espessura média de 32 nanômetros, ou 32 milionésimos de milímetro.

Um artigo muito interessante, escrito pelo professor Carlos Castilho e publicado no site Observatório da Imprensa, discute a “revogação da lei”. Segundo o autor, estamos “entrando numa era onde os softwares (os aplicativos que rodam em dispositivos eletrônicos) ganharão um protagonismo muito maior do que o hardware (os equipamentos que operacionalizam os softwares). E isso pode assinalar uma mudança inédita na chamada economia digital.”

Sairemos de um modelo baseado mais na reprodução em massa de um bem para outro onde a prestação de serviços passa a ser o mais importante. É o que ele chama “protagonismo do software”, que pode ser relevante principalmente porque “acentuaria as características econômicas e sociais da chamada economia da informação em rede, cujos parâmetros são diferentes da economia industrial, de produção em série, que orienta a confecção dos chips em mega empresas como Intel e AMD.”

Algumas pessoas aqui no laboratório acreditam que é aqui onde se encaixa perfeitamente o conceito de computação em nuvem. E vocês?

Adnews:

 

A Asustek e Google preparam o lançamento de um netbook nos Estados Unidos cujo preço ficará entre US$ 200 e US$ 250. O aparelho, que deve chegar ao mercado em junho, virá equipado com algum dos sistemas operacionais da gigante de buscas: o Android 3.0 ou o Chrome OS, informou o DigiTimes.

A intenção da companhia é atrair aqueles consumidores que só precisem de um portátil para acessar internet e executar funções básicas de escritório.

O netbook foi desenvolvido em uma parceria com a Intel e servirá para ajudar a Asustek a cumprir sua meta de vender seis milhões de aparelhos em 2011.

 

Matéria do Adnews:

A Logitech e a Sony estão com tudo pronto para o lançamento do Google TV, segundo declaração do diretor de Comunicação do Google do Brasil, Felix Ximenes, à Cristina de Luca – do IDGNow!. O primeiro set-top box do gigante das buscas será lançado no mercado norte-americano em 29 de setembro por US$300.

O lançamento será próximo ao da previsão de chegada da Apple TV ao mercado. O serviço da marca da maçã será comercializado a US$99, com acesso aos vídeos da iTunes e do serviço Netflix. Já o Google oferecerá a liebrdade de navegação e consumo de produtos.

Com ela, telespectadores poderão assistir a programas e filmes sem precisar de emissoras. O aparelho receptor terá o software do Google que vai se conectar à rede e teclado com os comandos; iPhones ou celulares com Android também poderão ser usados.

De acordo com o G1, na semana passada, o chefe-executivo da Intel, Paul Otellini, disse ao jornal americano “The Wall Street Journal” que os receptadores da Google TV começariam a ser vendidos ainda em setembro.

A Logitech não confirma oficialmente a informação, mas inseriu todas as notícias com referência ao preço e à data na área de clipping do site oficial do produto.