A expressão do título foi utilizada por um ex-head global de inovação de uma importante rede de agências de publicidade em entrevista publicada na seção Confissões, do site Digiday, com a garantia de que seu nome seria mantido em sigilo. Resolvi resenhá-la e publicá-la porque aqui no Brasil, também, há muitas notícias sobre o “imenso amor” das agências por startups, inovação e coisas do gênero.

Segundo o entrevistado, há mais coisas entre o céu e a terra nessa onda de implementação de laboratórios de inovação do que sonha a vã filosofia da imprensa especializada. O primeiro ponto abordado na entrevista é a contradição entre a busca pela diminuição de custos, algo que vem ganhando tons de desespero face à fragmentação de mídias e abordagens, e o que o entrevistado chama de “síndrome do brinquedo novo brilhante”, o desejo tanto de clientes como de agências de serem conhecidos como inovadores.

Essa síndrome é piorada por um pensamento de muito curto prazo e o fato de abordarem os desafios errados, não lidando com as causas e sim com os efeitos. Acima de tudo, porém, há uma ausência de parâmetros de mensurabilidade para garantir que as inovações terão efeitos de longo prazo.

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A Apple e seus problemas de inovação – parte 1

Quem diria, poucos anos atrás, que iríamos escrever um título como este. Mas parece ser uma boa definição do que ocorre na mamute de Cupertino sob o reinado de Tim Cook. Claro que, como CEO da Apple, Tim tem uma tarefa muito difícil. Além de administrar a empresa de tecnologia mais valiosa do planeta, mas ele tem que seguir os passos de um dos maiores executivos da história. Será que ele está à altura disso? Continue lendo em A Zona de Desconforto

Quer estimular inovação? Ofereça um big mac Continue lendo »

Primeiro, é preciso explicar o que é a Hub Escola de Outono. Segundo a própria definição dos realizadores, trata-se de “um festival de aprendizagem em rede concentrado em três semanas, com atividades em três temas: Inovação, Empreendedorismo e Consciência. As atividades variam entre oficinas, workshops, minicursos, palestras, diálogos, atividades físicas ou ao ar livre, e são todas desenvolvidas com o objetivo de gerar reflexões e experiências que estimulem novas ideias e novos negócios, reunindo centenas de pessoas diferentes que trabalham ativamente para o futuro que sonham.” Continue lendo »

A revista Fast Company publicou esta semana seu guia anual das empresas cujas inovações tiveram maior impacto em suas próprias indústrias e na cultura em geral. A matéria merece ser inteiramente lida, mas posso adiantar algumas coisas. No topo da lista, segue a Apple. Em seguida vêm, o Facebook, o Google e a Amazon. A quinta da lista é uma semidesconhecida, pelo menos para mim: Square, uma empresa que inovou em meios de pagamento (vou fazer um post em breve sobre ela). Depois, vem o Twitter (inovador inclusive no formato do texto da explicação) e — surprise, surprise! — o Occupy Movement (vale muito a pena ler a explicação!).

Algumas empresas chamam a atenção. A 14a. colocada, Patagonia, segundo a FC, foi escolhida por “vender mais estimulando os consumidores a comprar menos”. O Recyclebank ficou em 37 º lugar e a brasileira Boo-box ocupou o 45º posto. Confiram

O Brasil avançou 21 posições em um ranking de inovação com 125 países elaborado pela Confederação da Indústria da Índia em parceria com o instituto de administração europeu Insead e com a World Intellectual Property Organization (Wipo), agência especializada das Nações Unidas. De 2010 para 2011, o país saltou da 68ª posição para a 47ª.

A Índia aparece na 62ª posição. Entre os Brics, o Brasil perde apenas para a China, 29ª colocada. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20) pelo jornal Folha de S.Paulo.
Leia a matéria completa aqui.

MM Online:

Azul foi a 47ª colocada por ser considerada a 'companhia aérea adequada para o Brasil' Azul foi a 47ª colocada por ser considerada a ‘companhia aérea adequada para o Brasil’

Quando se fala em inovação é difícil sair de alguns nomes de empresa que lideram o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções para os consumidores. Anualmente, a revista Fast Company divulga seu ranking de empresas mais inovadoras de mundo e nomes como Apple, Facebook e Google estão sempre nas primeiras colocações.

Na edição 2011, a liderança cabe à Apple, que ficou em terceiro no ano passado. A publicação ressalta a empresa por “dominar o cenário dos negócios em 101 maneiras diferentes”, uma referência à inovação em tablets, smartphones e tocadores digitais de música.

O “crescimento explosivo de cinco anos que redefiniu as comunicações” colocou o Twitter na segunda colocação. A empresa havia ficado apenas na 50ª posição no ano passado e teve uma subida impressionante. A Amazon, que ficou em segundo no ano passado caiu para a 27ª, mas foi reconhecida pelos seus esforços em inovação de e-readers.

A terceira colocação foi do líder do ano passado, o Facebook. “Apesar de Hollywood, a empresa tem 600 milhões de usuários”, uma referência ao filme sobre seu fundador Mark Zuckerberg. Fecham o top ten a Nissan, que criou o carro elétrico Leaf, o site de compras coletivas Groupon, Google, Dawning Information Industry (que criou o computador mais rápido do mundo), Netflix (pelo serviço de streaming e por ter quebrado a Blockbuster), Zynga (pelos jogos sociais) e Epocrates (serviço que dá referência imediatas sobre remédios para médicos e enfermeiros).

E há uma empresa brasileira no ranking. A Azul Linhas Aéreas Brasileiras é citada na 47ª colocação por ser considerada a “companhia aérea adequada para o Brasil”. O baixo custo aliado às formas de pagamento que dispensam cartões de crédito são considerados fatores importantes no País. Até o final de 2011, diz a publicação, a Azul deverá chegar a 50 cidades, inclusive muitas que não são atendidas atualmente.

Sonora na lista

O ranking da Fast Company tem sub-divisões por mercados. O Terra foi citado na categoria Música, em quinto lugar, por seu modelo de conteúdo “lucrativo e focado em música”, em referência ao serviço Sonora. A liderança da categoria foi da Pandora, por levar seu serviço de seleção de música aos carros.

Na categoria mobile, o ranking tem, pela ordem, Foursquare, eBay (pelas compras em celular), Voxiva (pelos aplicativos), Skype e Square. No mercado de moda, destaque para Burberry, Opening Ceremony, RentTheRunway, J. Crew e Createthe Group. Em design, as cinco primeiras colocações ficaram com Stamen Design, Local Projects, Hoefler & Frere-Jones, Berg e Fuseproject; em biotecnologia estão Amyris, Orneros, Synthetic Genomics, Galapagos e Amgen.

O homem do desodorante

E, finalmente, a publicidade. A liderança foi conquistada graças ao homem de Old Spice, Grand Prix de Film em Cannes, que garantiu a primeira colocação do ranking da Fast Company à Wieden+Kennedy.

A Kraft aparece em segundo por conta de sua estratégia de marketing para as mães, uma categoria geralmente colocada em segundo plano. Na sequencia, veio a Ford, por suas ações em mídias sociais. Depois, a Mullen, pelo trabalho para clientes como JetBlue e Zappos.

Em quinto, veio o grupo Vivaki, que criou um modelo novo de colaboração entre agências rivais dentro do Publicis Groupe. O Google Creative Lab ficou em sexto, por conta de seus trabalhos interdisciplinares, seguido por Horizon Media, empresa de mídia que seguiu independente mas inventiva e lucrativa.

A Grey de Nova York ficou em oitavo pelo trabalho de marketing focado em histórias contadas que são adicionadas à cultura popular. Foi seguida pela 360i, pelo trabalho em buscas e mobile, e BBDO, pelo trabalho que vai além dos 30 segundos dos comerciais.

 

Segundo a Reuters, a China vai se tornar o centro de inovação mais importante do mundo até 2020, superando os Estados Unidos e o Japão. A informação foi retirada de uma pesquisa de opinião pública apresentada na segunda-feira.

A China já se tornou a segunda maior economia do mundo depois de se estabelecer como o centro industrial mundial. Agora, o país quer subir na escada do valor agregado tornando-se também um centro de inovação.

Hoje, os EUA são o país mais inovador do mundo, com 30 por cento das pessoas pesquisadas adotando essa opinião, seguido pelo Japão, com 25 por cento das opiniões e da China, com 14 por cento.

Daqui a dez anos, contudo, 27 por cento das pessoas acreditam que a China vai liderar na inovação, seguida da Índia com 17 por cento, dos EUA, com 14 por cento e do Japão com 12 por cento, segundo a pesquisa realizada pela farmacêutica AstraZeneca, que ouviu 6 mil pessoas em seis países.

A mudança não é porque os EUA estejam investindo menos em pesquisa, mas porque países como a China e a Índia estão aumentando seus esforços de avanço tecnológico –fato reforçado pelo repentino aumento nas descobertas realizadas na Ásia.

Um estudo realizado no mês passado pela Thomson Reuters mostrou que a China era agora o segundo maior produtor de relatórios científicos, depois dos EUA, e que o investimento em pesquisa e desenvolvimento por países asiáticos como um grupo em 2008 foi de 387 bilhões de dólares, comparado com 384 bilhões de dólares pelos EUA e 280 bilhões de dólares pela Europa.

Descobrir o ritmo de desenvolvimento tecnológico dos países emergentes é importante para empresas focadas na área tecnológica. A indústria farmacêutica, em particular, tem estado ansiosa para entrar na China e muitas empresas, inclusive a AstraZeneca, já abriram centros de pesquisa no país enquanto tentam aumentar a produtividade de seus laboratórios de pesquisa e desenvolvimento em casa.

Fonte: MSN Notícias