É muito simples participar. E muito importante: basta apagar todas as luzes da sua residência durante uma hora hoje à noite, das 8h30 às 9h30. Vamos mandar esse recado — “Eu me importo! — a todos aqueles que não se deram conta, ou não se importam mesmo, com a situação dramática dessa pequena e maltratada nave onde viemos parar.

Lançada em 2007 na Austrália, a Hora do Planeta chega mais longe a cada ano. 147 países participarão do movimento este ano — em 2011 foram 135 —, que será registrado do espaço pelo astronauta e embaixador do WWF, André Kuipers.  Continue lendo »

Aqui no Laboratório, todos estaremos de luzes apagadas no próximo sábado, 26 de março, entre 20h30 e 21h30. É uma forma de dizermos que nos preocupamos com o meio ambiente e a saúde do nosso mundo.

A Hora do Planeta é um ato que consiste em apagar as luzes durante uma hora. Simbólico, evidentemente, mas nem por isso menos efetivo. Criada pela World Wildlife Fund, este ano, já recebeu a adesão de mais de 3.800 cidades, em 131 países, sendo 26 megacidades, entre as quais, Délhi, Mumbai, Buenos Aires, Moscou, Teerã, Istambul e Londres. Os sete continentes e todos os países que compõem o G-20 também estão representados. É um recorde de participação.

No Brasil, até o momento, 35 cidades, incluindo 8 capitais, formalizaram a adesão à Hora do Planeta 2011. A maior parte delas também participa pela terceira vez. Outras 17 prefeituras encontram-se já na fase final de entrega do documento, que traz a indicação de quais monumentos serão apagados.  A Frente Nacional de Prefeitos (FNP), representando 400 municípios, é parceira da Hora do Planeta no Brasil neste ano.

As capitais que aderiram são Aracaju (SE), Goiânia (GO), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Rio Branco (AC), Campo Grande (MS) e São Paulo (SP). Nesta última cidade, o apagar das luzes será também uma forma de comemoração de outro evento: no fim do ano de 2010, foi criado o Parque Estadual Restinga de Bertioga, uma unidade de conservação que protege 9,3 mil hectares de Mata Atlântica. Esta área protegida ajudará a manter a biodiversidade e serviços ambientais úteis a toda a sociedade, e será um espaço dedicado ao ecoturismo, lazer e educação ambiental para os brasileiros.

Fonte: WWF Brasil