(O texto abaixo foi escrito por Robert Fleming, CEO da eMarketing Association Network e tinha o objetivo de atrair participantes para a conferência do ano passado da associação. Achei que valia a pena traduzi-lo e colocá-lo aqui, principalmente em um final de semana)

“Primeiramente, eu sou velho. Quão velho, vamos apenas dizer que eu lembro de uma época em que a música dos Beatles não era tocada em elevadores. Por isso eu me lembro com carinho dos “velhos tempos”. Então, eu tenho uma visão um pouco nostálgica d0 tempo quando havia realmente apenas jornais, TV, rádio e mala direta como elementos-chave de publicidade (ok, outdoors  também). Foi uma grande época e aqui estão 5 razões disso. Continue lendo »

Perplexo. Foi assim que me senti no final da sexta passada. Eu voltava de uma reunião no Rio ao lado de Anete Schoeneberg, CEO da Incentiva quando ela me mostrou um QR Code em um anúncio e me perguntou o que eu achava desses códigos como ferramenta de marketing.

(E aqui cabem parênteses para explicar ao mais desavisados do que estamos falando. QR Codes, Quick Reference Codes, códigos de rápida referência, aqueles quadradinhos que parecem “testes de Rorschach”, são uma evolução dos códigos de barra e foram criado em 1994 por uma subsidiária da Toyota para rastrear os veículos durante o processo de manufatura. Hoje, graças ao fato de haver sido desenhado para ser decodificado com grande velocidade e também à sua relativamente grande capacidade de armazenamento de dados, invadiram outras indústrias e chegaram ao marketing. Tecnicamente, consistem de módulos pretos arranjados sobre um fundo quadrado branco. A informação codificada pode ser feita com quatro tipos (“modos”) de dados (numéricos, alfanuméricos, binários e kanji, os caracteres chineses), ou através de extensões que suportam virtualmente qualquer tipo de dado.) Continue lendo »