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Mashable.com:

As autoridades chinesas estão recolhendo os iPads das prateleiras das lojas no nordeste da China porque a empresa Shenzhen Proview Technology alega ter a propriedade do nome “iPad.” A Apple receberá uma multa de 38 milhões de dólares por usar o nome “iPad” na China, de acordo com uma fonte da Proview. A Apple, em 2010, comprou os direitos da Proview Electronics, de Taiwan, mas esses direitos não se extendiam à China. A Proview registrou o nome “IPAD” na Europa, Mexico, China e outras partes da Asia, segundo o L.A. Times. E já ganhou da Apple uma ação de 1,6 bilhão de dólares, mas a Apple está apelando da decisão.

É ou não é irônico tudo isso? Leia a matéria completa, em inglês, e com video, aqui.

O evento foi a apresentação, na última terça-feira, 20, dos resultados financeiros da Apple no último trimestre de 2011. Mas, para a gente, o importante foi ouvir da boca do Tim Cook, executivo-chefe da empresa, que o Brasil vem logo depois da China como foco de investimentos futuros da Apple. Pelo menos, no que diz respeito aos BRIC, bloco formado por Brasil, Russia, Índia e China. “Acho que há uma oportunidade enorme para nós lá”, afirmou Tim, “e já começamos a investir mais intensamente no Brasil”. Continue lendo »

Segundo a Reuters, a China vai se tornar o centro de inovação mais importante do mundo até 2020, superando os Estados Unidos e o Japão. A informação foi retirada de uma pesquisa de opinião pública apresentada na segunda-feira.

A China já se tornou a segunda maior economia do mundo depois de se estabelecer como o centro industrial mundial. Agora, o país quer subir na escada do valor agregado tornando-se também um centro de inovação.

Hoje, os EUA são o país mais inovador do mundo, com 30 por cento das pessoas pesquisadas adotando essa opinião, seguido pelo Japão, com 25 por cento das opiniões e da China, com 14 por cento.

Daqui a dez anos, contudo, 27 por cento das pessoas acreditam que a China vai liderar na inovação, seguida da Índia com 17 por cento, dos EUA, com 14 por cento e do Japão com 12 por cento, segundo a pesquisa realizada pela farmacêutica AstraZeneca, que ouviu 6 mil pessoas em seis países.

A mudança não é porque os EUA estejam investindo menos em pesquisa, mas porque países como a China e a Índia estão aumentando seus esforços de avanço tecnológico –fato reforçado pelo repentino aumento nas descobertas realizadas na Ásia.

Um estudo realizado no mês passado pela Thomson Reuters mostrou que a China era agora o segundo maior produtor de relatórios científicos, depois dos EUA, e que o investimento em pesquisa e desenvolvimento por países asiáticos como um grupo em 2008 foi de 387 bilhões de dólares, comparado com 384 bilhões de dólares pelos EUA e 280 bilhões de dólares pela Europa.

Descobrir o ritmo de desenvolvimento tecnológico dos países emergentes é importante para empresas focadas na área tecnológica. A indústria farmacêutica, em particular, tem estado ansiosa para entrar na China e muitas empresas, inclusive a AstraZeneca, já abriram centros de pesquisa no país enquanto tentam aumentar a produtividade de seus laboratórios de pesquisa e desenvolvimento em casa.

Fonte: MSN Notícias