Reproduzido do Blue Bus:

O AdAge divulgou os resultados de uma pesquisa feita com cerca de 1,200 pessoas – entre funcionários de agências e anunciantes dos EUA – que ajudam a decidir onde os dólares da publicidade serao gastos no meio digital. 59% dos entrevistados disseram que aumentarao o investimento nas mídias sociais nos próximos 12 meses, contra apenas 4% que pretendem investir menos nessas plataformas. A expectativa é que, no próximo ano, a publicidade nas mídias sociais corresponda a 27% de todo o orçamento dedicado ao digital – nos 12 meses que se passaram, esse índice foi de 22%. Randy Cohen, presidente da Advertiser Perceptions, acredita, no entanto, que as empresas sentem que devem investir nas plataformas sociais, mas nao sabem exatamente por quê. Leia a matéria na íntegra aqui.

É um simples marcador de páginas, inventado por Oscar Lhermitte, um designer francês extremamente criativo (dá só uma olhada no site dele), mas é uma sacada de gênio. Ele muda “automaticamente” de página, seguindo sua leitura. O “segredo” são os adesivos nas pontas, coladas uma no início e a outra no final do livro. Quando a página é virada, o marcador passa para a página seguinte. Veja o vídeo para entender melhor como funciona. (Saiu no BuzzFeed, mas peguei a dica no Blue Bus.)

Horror! Segundo um estudo do  Ehrenberg-Bass Institute, uma organização australiana que tem a Procter & Gamble, a Coca-Cola e outros grandes anunciantes como apoiadores, não muito mais do que  1% dos fãs das maiores marcas no Facebook de fato se envolvem com elas — ou seja, comentam, compartilham e curtem seus posts.

Mas isso é necessariamente uma má notícia? Em minha opinião, longe disso. Como profissional de marketing direto, sou regularmente questionado sobre a “efetividade” das peças que crio. Apenas 1% de retorno? Pois é, 1% de retorno, e fico muito orgulhoso disso. Pensem só um pouco no que significa. Digamos que enviei 1 milhão de malas diretas, ou de emails. Um por cento de retorno significa que 10 mil pessoas compraram o produto ofertado. Para conseguir a mesma quantidade de compradores, um comercial de televisão em horário nobre precisa atingir várias dezenas de milhões de telespectadores. Várias vezes.

Ah, mas tem a questão da imagem da marca, o brand awareness. Um comercial de tv ganha longe nesse quesito, indiscutivelmente. O que nos leva a concluir que a questão é só de definir com clareza metas e objetivos. Uma página no Facebook, ou melhor, uma ação bem planejada em mídias sociais vale muito mais do que o engajamento direto que produz. Ou não?

Leia a matéria, em inglês, no AdAge.

Fonte: Blue Bus

– ou seja, comentam, compartilham e curtem posts.

Esta semana foi realizada em Nova York a convenção anual da NRF, National Retail Federation. Como sempre, valeu a pena acompanhar: as principais tendências e realidades do varejo mundial foram expostos e discutidos lá. Se você quer saber mais sobre o que ocorreu na NRF, faça uma visita ao blog do Luiz Alberto Marinho e ao Blue Bus. Em termos de marketing de relacionamento, talvez o que li de mais interessante foi o artigo abaixo, que saiu no Direct Marketing News. O entrevistado, CMO da Macy’s, abriu o jogo como poucas vezes vi. Confiram. Continue lendo »

Mais uma dica do BlueBus (aqui no Laboratório, nós adoramos o “ônibus azul”; sempre trazem informações relevantes para o negócio da comunicação) em nota de Jacqueline Lafloufa:

“O Google faz questao de manter blogs para os mais diversos tipos de serviços oferecidos pela empresa, e sao mais de 100, o que dificulta a vida de quem quer se manter atualizado sobre as novidades. Para centralizar tanta informaçao foi lançado o Google New, um ‘portal’ que concentra informaçoes e novidades sobre os serviços e produtos da empresa. A notícia é doTechCrunch.”

(A gente aqui no Laboratório gostou e achou que você iria gostar também desta nota do Marcelo Albagli, publicadaontem no Blue Bus. Ele conta as “desventuras” recentes do fundador do Facebook. Ironicamente, tem tudo a ver com… privacidade! Vale a pena uma lida.)

A vida de Mark Zuckerberg está se tornando um inferno

Imagina o porquê? Por falta de privacidade! O nova-iorquino Paul Ceglia afirma possuir um contrato que lhe daria o direito de controlar nada menos que 84% da maior rede social do planeta. Agora nas cortes federais, onde especialistas acreditam que a chance de Zuckerberg enfrentar um juri é menor, Ceglia tenta trazer o processo q iniciou 2 meses atrás de volta para o seu estado. Segundo ele, lá haveria a jurisdiçao necessária para desmascarar fatos da vida privada de Zuckerberg, relevantes para o processo.

Ao apoiar financeiramente o open source Diaspora, concorrente em potencial do próprio Facebook, Zuckerberg continua tentando se afastar do polêmico tema da privacidade. Mas ele nao é o único a querer se aproveitar do conteúdo gerado e compartilhado nas redes sociais. Na verdade, é um ganha-ganha para agências, veículos e anunciantes – sem falar na própria indústria de tecnologia. Se o movimento dos advogados de Zuckerberg é apenas estratégico, ou se de fato existem detalhes embaraçosos que o jovem bilionário tenta esconder, isso esperamos descobrir em breve.

Alertados pela sempre atenta Débora Schach, do Blue Bus, fomos no AdAge descobrir quais são eles. Surpresa: nenhum é da Nike. E ironia: os números 11, 12 e 13 são da Nike! Eis a lista por anunciante: Blendtec (da série “will it blend?”, feito pelo próprio anunciante!), Evian, Old Spice, Pepsi, Microsoft, Dove, T-Mobile, Doritos, Old Spice (again!) e DC Shoes. Quem fez a lista foi a Visible Measures.

Leia e assista aqui.