Como (e por que) sua empresa deve se planejar para a tecnologia deepfake

08/07/2019

Resultado de imagem para deepfakePolíticos e astros de Hollywood não são os únicos em risco: as empresas precisam entender os perigos que os deepfakes representam para suas marcas e funcionários; o site TechTarget preparou uma “cartilha” sobre o assunto, que traduzir e vou publicar aqui. Esta é a primeira parte.

A nova tecnologia baseada em IA, e conhecida como deepfakes, permite que as pessoas produzam ou alterem conteúdo de vídeo, de modo que ele apresente algo que, na realidade, não ocorreu. Embora possa haver alguns usos práticos e positivos da tecnologia deepfake — um esforço para ajudar as pessoas com ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica é um exemplo — os usos nefastos dos deepfakes estão assustando políticos e executivos de tecnologia.

A tecnologia deepfake pode ter sido responsável, por exemplo, por uma tentativa de golpe militar no Gabão e foi usado para representar o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg. Os especialistas temem que possa ser usada para danificar marcas, criar movimentos de ações ou sujar a reputação de executivos. A tecnologia deepfake também pode ser usada para comprometer a segurança cibernética.

“Como alguns deepfakes de alta qualidade, mas obviamente falsos, se tornaram virais, acho que os líderes empresariais e governamentais começaram a perceber o potencial de perturbação que podem criar”, disse Dave Hatter, consultor de segurança cibernética da Intrust IT. Os políticos estão pedindo audiências e propondo novas regulamentações; as empresas também precisam começar a lidar com a tecnologia deepfake.

Entrevistas com especialistas em tecnologia, além de pesquisas em ética e IA, deixam claro que as empresas pecisam entender os vários perigos das tecnologias deepfake, incluindo danos à reputação e novas vulnerabilidades de segurança. As empresas também podem querer desenvolver campanhas educacionais para ajudar a educar os funcionários sobre como lidar com ataques profundos.

Mas combater os deepfakes não será fácil, alertam aqueles especialistas. Embora as ferramentas para detecção de deepfakes estejam melhorando, o mesmo ocorre com a tecnologia deepfake. A longo prazo, a melhor proteção contra problemas profundos provavelmente será o monitoramento contínuo dos processos.

Antes de entrar no campo do risco às corporações e suas respostas possíveis a deepfakes, na segunda parte, vamos dar uma breve introdução a esse admirável (e aterrador) mundo novo.

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