Alibaba quer criar centro de distribuição no aeroporto de Viracopos

07/09/2018


Atual concessionária não pretende continuar com o comando das instalações

Dona do AliExpress, a gigante chinesa Alibaba fez uma proposta para adquirir a concessão do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Caso a aquisição aconteça, a ideia da companhia é criar, dentro das instalações, um centro de distribuição de cargas e produtos, tirando um pouco do atual foco em tráfego de passageiros. O aeroporto de Viracopos é privatizado e controlado pela Aeroportos Brasil, uma concessionária formada por UTC Participações, Triunfo Participações e Investimentos e Egis. O grupo, que tem a Infraero como sócia, anunciou ainda em julho de 2017 que não pretende continuar com o comando das instalações – e seus acionistas inclusive autorizaram a devolução da concessão. O motivo para a desistência foi a baixa demanda pelo aeroporto, bem menor do que o esperado. Um comunicado da própria Triunfo, divulgado no meio do ano passado, dá uma noção da diferença: segundo o texto, a expectativa divulgada pelo governo era de que quase 18 milhões de passageiros passassem por Viracopos em 2016. No entanto, durante todo o ano, apenas 52% desse total foi “efetivamente registrado”. A crise no país registrada nos últimos anos também afetou a movimentação de cargas. Em vez das 409 mil toneladas projetadas para 2016 pelo governo na licitação, o aeroporto recebeu apenas 166 mil. O resultado foi um prejuízo para a concessionária, que entrou com um pedido de recuperação judicial, homologado no começo de agosto deste ano. Fonte: Olhar Digital

Idec lista prioridades do consumidor; várias propostas já tramitam na Câmara
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou uma ferramenta digital que reúne compromissos a serem assumidos por candidatos à presidência da República e ao Congresso Nacional. Na chamada Plataforma dos Consumidores, os candidatos são convidados a assumir compromissos em relação a políticas que garantam, por exemplo, mais qualidade nos serviços públicos de saúde, transporte, telecomunicações e energia elétrica. Várias das propostas do Idec se referem a projetos de lei que já estão em tramitação na Câmara. Há apoio, por exemplo, para as propostas de política nacional de redução de agrotóxicos (PL 6670/16), de prevenção ao endividamento excessivo (PL 3515/15) e de aperfeiçoamento das agências reguladoras (PL 6621/16). Por outro lado, a Plataforma dos Consumidores pede a rejeição do projeto de lei que facilita o registro de novos pesticidas (PL 6299/02) e do que altera a atual legislação dos planos de saúde (PL 7419/16). Segundo a gerente de programas e políticas do Idec, Teresa Liporace, vários candidatos ao Legislativo já assinaram os compromissos. Ela explica que, a partir de 2019, a plataforma vai se transformar em instrumento de cobrança dos compromissos assumidos pelos candidatos.Fonte:Câmara Notícias

Revolução do Google completa 20 anos
Se o Google mudou completamente a forma como pesquisas e buscas são feitas na internet, esta é apenas uma das inovações que a empresa trouxe para o mundo como hoje conhecemos. Da revolução que o YouTube gerou na forma de consumir mídia – plataforma adquirida em 2006 pelo Google – , passando pela rede social que talvez tenha sido a primeira de sucesso, o Orkut, lançado pela empresa em 2004, até o acesso mais fácil a conteúdo em outras línguas com o Google Tradutor, as transformações que o Google e suas ferramentas trouxeram para o mundo envolve diversas etapas e ainda está em curso. O que vale resgatar nestas duas décadas de atividades do Google é a relevância que a empresa tem não só nas inovações tecnológicas que trouxe mas, principalmente, nas mudanças que gerou no comportamento da sociedade. Em abril deste ano, o Google promoveu um evento já em celebração aos 20 anos de seu serviço de buscas. Nele, revelou que 15% das consultas no Google são inéditas; 130 trilhões de endereços web já foram buscados pelo Google, e 0,25 segundo é a média de tempo de resposta a uma pesquisa. Em um cenário global em que a popularização dos smartphones é crescente, hoje 50% da buscas no Google já são feitas por celulares. Com tecnologias como o Android, revolucionou ainda sistemas operacionais e hoje domina este mercado. Investindo em projetos como YouTube Space – são dez centros como este no mundo, um dos maiores deles localizado no Rio de Janeiro – mira na capacitação de produtores de conteúdo para a plataforma YouTube. Entre janeiro de 2017 e maio de 2018, o Google investiu R$ 700 milhões no Brasil em projetos como cabos submarinos, uma das iniciativas da empresa para melhorar a infraestrutura na América Latina. Parte da verba também foi destinada ao Cloud Region, que tem como foco os clientes que usam o a plataforma de nuvem Google Cloud; o objetivo foi processar dados e aplicações em um local mais próximo para reduzir o tempo de latência para acesso, por exemplo. O valor investido pelo Google no mercado nacional envolveu ainda o lançamento há um ano do YouTube Space no Rio de Janeiro, projeto que visa apoiar produtores de conteúdo oferecendo uma infraestrutura profissional, acesso a estúdios e workshops ligados à tecnologia e audiovisual. Com oito plataformas com mais de um bilhão de usuários –  Busca, Android, Chrome, YouTube, Maps, Play Store, Gmail e Drive –, o Brasil é hoje está entre os cinco principais mercados do Google, não apenas em tamanho, mas também em engajamento. Fonte: Meio&Mensagem

Insatisfeita, Latam Brasil compra e acaba com Multiplus
O Latam Airlines Group SA anunciou hoje que sua afiliada consolidada Tam Linhas Aéreas SA (agora conhecida como Latam Airlines Brasil), não pretende renovar ou estender seu acordo operacional com a Multiplus SA, sua afiliada de coalizão de fidelidade, após 31 de dezembro de 2024. Simultaneamente, a Latam Airlines Brasil anunciou sua intenção de comprar todas as ações ordinárias da Multiplus que as afiliadas da Latam não possuem atualmente e, posteriormente, delistar a Multiplus do Novo Mercado B3 no Brasil e cancelar seu registro. Segundo comunicado da Latam, desde a associação de negócios da Lan e Tam, em 2012, as afiliadas do Latam Airlines Group têm operado dois programas de passageiro frequente separados e distintos. No Brasil, o Latam Fidelidade (herdado da Tam) é operado pela Multiplus. A Latam detém indiretamente uma participação de 72,7% na Multiplus; o restante é negociado no Novo Mercado B3 no Brasil desde seu IPO, realizado em 2010 – antes da associação de negócios da Lan e da Tam. Já o Latam Pass – sucessor do programa Lan Pass da Lan – é o principal programa de passageiros frequentes na maioria dos mercados de língua espanhola. O Latam Pass é totalmente de propriedade da Latam e operado internamente pela empresa e atualmente tem 14,7 milhões de associados. A intenção é que a Latam Brasil siga esse modelo de negócios, voltando a operar seu programa de fidelidade. Fonte: Panrotas

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: