F1 e Merck Sharp & Dohme usam análise de dados para entender comportamentos e prever futuro

01/08/2018

Antes limitada a otimizar desempenho dos carros, agora data analytics está no coração do negócios da Formula 1

A análise de dados tornou-se indispensável para organizações de todos os setores e está sendo integrada tanto no lado operacional quanto no de negócios das empresas, afirmaram especialistas na semana passada na conferência Chief Data & Analytics Officer em Cingapura. A Formula 1, por exemplo, usava a análise de dados para otimizar o desempenho dos carros, mas agora usa a tecnologia também para se transformar de marca de esportes a motor para marca de entretenimento, fornecendo insights para permitir uma melhor tomada de decisão nos horários de início do F1, compreender o comportamento do usuário por meio de análise de tráfego em suas corridas e direcionar a personalização do site por meio de um modelo comportamental de clustering. O Google Analytics também é usado para maximizar a audiência de TV de suas corridas, identificar usuários da Web anônimos com maior probabilidade de comprar assinaturas de TV da F1, bem como evitar a rotatividade e melhorar a retenção de clientes para a F1TV. Roy Goh, diretor de ciência de dados, informação e análise da Merck, Sharp & Dohme (MSD), disse que “o valor real da análise de dados é ganhar a visão do futuro”. Embora grande parte das análises da equipe de ciência de dados da MSD seja de natureza descritiva, a equipe está tentando ir além disso para um uso mais sofisticado dos dados. A equipe de Goh agora constrói capacidades preditivas dentro de dashboards para melhorar a tomada de decisões e permitir melhores resultados. Fonte: ComputerWeekly
Estudo: mecanismo top de conteúdo B2B é a busca e não o email
O email é uma das principais plataformas de conteúdo B2B — mas não a principal, de acordo com um estudo da Clutch, que ouviu 360 profissionais que leram conteúdo B2B na semana passsa e descobriu que 71% dos leitores de B2B encontram conteúdo pela primeira vez via boletins informativos por email. No entanto, isso coloca o email atrás dos mecanismos de busca (87%), mídias sociais (85%) e sites da empresa (75%). Ainda assim, há um grande público-alvo de email disponível e os profissionais de marketing B2B precisam manter uma presença visível no meio, concluiu a Clutch. Outros dados importantes do estudo: 45% lêem conteúdo B2B para ficar a par das tendências, 20% o fazem quando decidem comprar produtos ou serviços de uma empresa. E 19% leem conteúdo ao pesquisar produtos. As audiências B2B são mais propensas a consumir conteúdo sobre tecnologia (45%). Em seguida, vem tópicos sobre pequenas empresas (24%), local de trabalho / pessoal (21%) e marketing (12%).Quanto ao formato de leitura, 33% preferem blogs e/ou artigos, e 25%, os comentários. Além disso, 16% absorvem conteúdo em descrições de produtos, 9% em vídeos/webinars e 7% em estudos de caso. No geral, 88% consomem conteúdo B2B online pelo menos uma vez por semana. O estudo da Clutch identifica quatro estágios no funil de vendas B2B: a conscientização está no topo, seguida de interesse, desejo e ação. No estágio de conscientização, 42% leem blogs e artigos sobre tópicos de interesse. Mas aqueles no estágio de interesse buscam descrições de produtos. Reviews são favorecidas por aqueles nas fases posteriores. Fonte: MediaPost EmailMarketingDaily

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