Amazon tem um plano secreto para construir robôs 

25/04/2018

Resultado de imagem para amazon vestaAté o final do ano, eles estarão nas casas dos funcionários da empresa e, até 2019, na dos consumidores

Há dez anos, a Amazon introduziu o Kindle e estabeleceu o apelo da leitura em um dispositivo digital. Quatro anos atrás, Jeff Bezos e companhia lançaram o Echo, levando milhões de pessoas a falar com um computador. Agora a Amazon tem outra grande aposta: robôs para o lar. O gigante do varejo e da computação em nuvem embarcou em um plano ambicioso e ultra-secreto para construir um robô doméstico, segundo pessoas familiarizadas com os planos. Codinome “Vesta”, em homenagem à deusa romana do lar, lar e família, o projeto é supervisionado por Gregg Zehr, que dirige a divisão de pesquisa e desenvolvimento de hardware Lab126 da Amazon, com sede em Sunnyvale, Califórnia. O Lab126 é responsável por dispositivos da Amazon, como os alto-falantes Echo, decodificadores Fire TV, tablets Fire e o Fire Phone malfadado. O projeto Vesta já tem algum tempo, mas este ano a Amazon começou a aumentar agressivamente as contratações. Pessoas informadas sobre o plano dizem que a empresa espera começar a colocar robôs nas casas dos funcionários até o final deste ano, e potencialmente, na casa dos consumidores já em 2019. Um porta-voz da Amazon disse que a empresa não faz comentários sobre “rumores e especulações”. Fonte: Bloomberg
Pesquisa: 32% já experimentaram realidade aumentada — e usam com frequência
A maioria dos consumidores ainda não experimentou a realidade aumentada em seus smartphones, mas aqueles que já fizeram isso tendem a usá-la
 com frequência. Esse é um dos resultados de uma pesquisa com 2.200 adultos dos EUA conduzida pela Thrive Analytics e pela Artillry Intelligence. Cerca de um terço (32%) dos consumidores já experimentaram RA móvel. Dos que o utilizam, 66% são ativos pelo menos uma vez por mês e 54% são ativos semanalmente ou mais. Os principais usos da RA são jogos (83%), mídias sociais (36%) e visualização de produtos (31%). E querem mais jogos (72%), guias da cidade (39%), esportes (35%) e aplicativos de varejo (33%). Daqueles que usam realidade aumentada, 73% relatam satisfação alta ou muito alta. Daqueles que não usam realidade aumentada, 53% relatam desinteresse definitivo e 28% relatam dúvida. Em relação a preços, 65% dos usuários de RA móvel dizem que pagariam US$ 1 ou mais por um aplicativo e 14% dizem que pagariam US$ 5 ou mais. 55% dos usuários de RA não móvel dizem que é pouco provável ou extremamente improvável tentar e 28% não sabem onde procurar aplicativos ou se o telefone é compatível. Daqueles que usam a realidade aumentada, 54% são homens, 46% são mulheres, 61% têm um nível de renda de US $ 50.000 ou mais, com 41% dos que têm uma renda de US $ 75.000 ou mais, de acordo com a pesquisa. Fonte: MediaPost IoT Daily
Varejo físico e eletrônico aliam tecnologia ao atendimento para garantir experiências memoráveis aos consumidores
O setor do varejo eletrônico deve crescer 15% em 2018, prevê a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), com um faturamento de R$ 68,8 bilhões. Mas não é só no mundo virtual que o varejo avança. O varejo físico tem desenvolvido meios para se aproximar cada vez mais do digital, seja na identificação dos clientes ou nas soluções de analytics. As tecnologias favorecem as relações e ajudam a levantar dados para decisões comerciais mais acertadas. No fim, quem ganha com essa aproximação do on e do off é o consumidor. Hoje, ele pode comprar em uma loja física e receber em casa, ou comprar no virtual e retirar no estabelecimento. Eventualmente ainda consegue obter descontos extras nestas transações. Algumas redes menores estão apostando nessa integração. Entre os exemplos, destaca-se a Giuliana Flores, que oferece diversas opções de entrega e também a possibilidade de adquirir seus produtos direto de quiosques e lojas físicas. Outro case interessante é o da loja O Amor É Simples, que resolveu não usar chatbots, uma tendência crescente, pois acredita que seu negócio é muito segmentado. Em vez disso, aposta em lives exclusivas com noivas e suas madrinhas para escolherem o vestido e tirarem todas as dúvidas, reduzindo assim, reduzimos a distância criada naturalmente por ser um ecommerce.

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