Zuckerberg: “ou o Facebook protege os dados do usuário ou não merecemos atendê-lo”

22/03/2018

Captura de tela de noticiário da CNNComunicado na página do executivo faz “mea culpa”e apresenta medidas que serão tomadas

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu nesta quarta-feira, 21/3, que sua empresa não protegeu os dados do usuário na controvérsia que envolveu a Cambridge Analytica, mas disse que medidas já tomadas e políticas recém-divulgadas impedirão os desenvolvedores de apropriar-se de tais informações no futuro. Segundo o comunicado que divulgou em sua página no Facebook, a empresa já havia tomado as “medidas mais importantes” em 2014 para impedir que “mal intencionados” acessassem as informações dos usuários dessa maneira. Ele também descreveu três medidas adicionais que a rede tomará: 1. A empresa investigará todos os aplicativos que tiveram acesso a “grandes quantidades de informações” antes da mudança de plataforma do Facebook em 2014 e “realizará uma auditoria completa de qualquer aplicativo com atividade suspeita”; 2. O Facebook vai restringir o acesso a dados dos desenvolvedores “ainda mais”, como a remoção de acesso a dados de usuários, se esse usuário não tiver usado o aplicativo externo em três meses; e 3. O Facebook colocará uma ferramenta na parte superior do feed de notícias, mostrando os aplicativos que as contas usaram e a “maneira fácil” de revogar as permissões desses aplicativos aos dados. “Eu comecei o Facebook, e no final do dia sou responsável pelo que acontece na nossa plataforma”, disse ele no comunicado. “Temos a responsabilidade de proteger seus dados e, se não pudermos, não merecemos atendê-lo.” Fonte: Los Angeles Times
Proteção de Dados: Summit na ABEMD debateu encaminhamentos possíveis para essa questão fundamental
Na manhã desta quarta, 21/3, um grupo de cerca de 30 profissionais de marketing e comunicação, a maioria associados da ABEMD, mas também alguns convidados e outros interessados, reuniu-se na sede da associação para conhecer melhor as propostas de legislação sobre proteção de dados. O Summit foi aberto pelo novo presidente executivo da ABEMD, Toninho Rosa, que contou alguns dos planos que tem para a associação e, em seguida, passou a palavra ao diretor jurídico da entidade, Dr. Vitor Morais de Andrade, especialista no tema. Na abertura da palestra, Dr. Vitor utilizou os dados da mais recente pesquisa da Global DMA que ouviu mais de 3 mil profissionais em 17 países — no Brasil, a pesquisa foi coordenada pela ABEMD. O estudo mostrou claramente que as empresas estão dando uma importância crescente ao uso dos dados e preocupam-se com o impacto de futuras legislações. Em seguida, ele apresentou as regras de proteção de dados em vigor atualmente e discutiu em particular o acesso a dados públicos e seu uso. No final da palestra, Dr. Vitor apresentou um comparativo das propostas que estão sendo discutidas no Congresso Nacional e sugeriu alguns encaminhamentos. O evento foi encerrado com uma seção de perguntas da plateia. A palestra pode ser acessada neste link: http://abemd.org.br/interno/Palestra_Protecao_e_Gestao_de_Dados_210318.pdf
Lojas de varejo estão fadadas a serem ainda mais tecnológicas
Soluções tecnológicas são uma realidade no varejo atual e as marcas estão investindo pesadamente para melhorar todas as áreas de seus negócios. Mas um relatório recente da LoyaltyOne, “CX: Intention vs. Impact”, que entrevistou varejistas e clientes sobre como os esforços de experiência do cliente (CX) ressoam com os consumidores, descobriu que a tecnologia e os dados também são enormes prioridades no futuro. De acordo com o estudo, os varejistas estão testando e construindo uma enorme variedade de tecnologias de varejo voltadas para o cliente e também para o back-office. Há duas áreas em especial que estão recebendo maior atenção. Uma delas é a “frente da loja”, porque a tecnologia, apesar de todos os investimentos, ainda não se constitui em um diferencial real. Apenas 8% dos clientes disseram usar tecnologia na loja ao fazer uma compra. Provavelmente porque, até agora, a maior parte do foco  tenha sido em aplicativos voltados para operações secundárias ou operações. No entanto, os clientes que interagiram com a tecnologia na loja tiveram uma experiência extremamente positiva. Dos clientes pesquisados, 71% relataram uma alta taxa de satisfação com essas interações. E 66% informaram que a tecnologia na loja é importante em suas futuras decisões de compra, o que significa que é hora de começar a investir em áreas como telas digitais, tablets, códigos QR, verificadores de preços e muito mais. A outra área é a de pagamento móvel, principalmente por ser uma ótima maneira de acelerar a experiência de checkout. A tecnologia ainda é relativamente nova, mas à medida que a penetração da telefonia móvel cresce em todos os lugares e os bancos e provedores de serviços móveis trabalham juntos para integrar as opções de pagamento móvel, a necessidade de integrá-la ao seu sistema logo será uma necessidade. Fonte: Colloquy

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