Nike vira as costas para varejistas “indiferenciados, medíocres”

27/10/2017

Marca vai concentrar seu marketing em 40 redes de varejo

Nike planeja colocar seus ovos em menos cestas daqui para a frente. A marca de produtos esportivos anunciou nesta quarta, 25/10, que planeja concentrar seus recursos organizacionais em 40 parceiros chave e em seus próprios esforços diretos para o consumidor — abrindo mão assim do que chama “canais de distribuição indiferenciados”. Isso significa que criar um suspense para a grande maioria dos 30 mil varejista que vendem seus produtos: embora a Nike não vá deixar de vender para eles, irá concentrar seu marketing, as ofertas de produtos exclusivos, eventos nas lojas e outros recursos, em varejists como Foot Locker e Nordstrom. Segundo The Wall Street Journal, a Amazon.com, que está rodando atualmente um programa piloto com a Nike, e a Farfetch, um boutique online de luxo, estariam na lista dos 40, mas não foi publicado nada oficialmente. Trevor Edwards, presidente da marca Nike, disse que o movimento, que levará 5 anos, está sendo feito porque  “o varejo indiferectiado, mediocre não sobreviverá”. Fonte: RetailWire

Acredite se quiser: consumidores millennials e da Geraçao Z garantirão o futuro das lojas físicas

Parodiando Mark Twain, o anúncio da morte do varejo físico talvez tenha sido exagerado. Segundo Davor Sutija, especialista norueguês em internet das coisas e multicanalidade, ex-SVP da FAST/Microsoft e atual presidente da The Thin Film, tudo depende de as redes conseguirem conquistar corações e mentes de millennials e geração Z. Para isso, eles precisarão saber usar as tecnologis que criam experiências digitais e pessoais. Ou seja, os mesmos elementos que ameaçam o futuro do varejo fisico podem ser os vetores de sua salvação. O fato é que as pessoas continuam gostando de sair de casa e terem “experiências de satisfação” nas lojas. Eles gostam de passear nos corredores das lojas e de testarem fisicamente os produtos, mas gostam principalmente de conveniência e personalização, algo que os dispositivos digitais e principalmente móveis oferecem. Com tecnologias de sensores e NFC, essas características podem ser levadas para as lojas. Segundo Sutija, os varejistas precisam reconhecer que o futuro das compras tem a ver tanto com a jornada do consumidor como com o resultado final. Eles devem experimentar novas tecnologias — plataformas de marketing flexíveis — para acertar o passo com sua base de consumidores. Fonte: Marketing Land

Algoritmos do Google e do Waze precisam de auditoria?
Um algoritmo representa um passo a passo de um procedimento que uma pessoa gostaria que um software executasse de maneira muito eficiente. O Waze, por exemplo. Ele reúne uma série de informações de pessoas no trânsito e, dessa forma, procura informar as melhores rotas pelas ruas e avenidas de uma cidade. O mesmo acontece com o Google, que envia uma seleção de sites ou informações que tem relação com as palavras digitadas por um usuário. Mas será que o uso desses algoritmos estaria entregando a melhor informação (ou a mais correta) para um usuário de um aplicativo ou um site na internet, inclusive sem favorecer informações, pessoas, lugares em detrimento de outras? De acordo com Patrícia Peck, advogada e especialista em direito digital presente na Fenalaw deste ano, esse é um dos temas mais emergentes e polêmicos dentro da União Europeia. Por conta disso, há um debate se empresas que prestam serviços de interesse público não deveriam submeter os seus algoritmos a auditorias feitas por empresas independentes. “Há uma preocupação quanto à manipulação de dados por parte de algumas empresas. Nas ferramentas de buscas na internet, por exemplo, um site poderia ser favorecido em função de alguma parceria comercial. A ideia da União Europeia é evitar a manipulação de dados”, disse. Um dos alvos, claro, é o Google na Europa. Recentemente, a empresa de Mountain View recebeu uma multa de quase R$ 10 bilhões. O motivo seria um suposto abuso de poder econômico. Nesse contexto, ela poderia ser alvo de uma auditagem de algoritmos, o que afastaria a possibilidade de um parceiro ser prestigiado no ranqueamento das buscas feitas na plataforma da empresa. Fonte: Consumidor Moderno

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