Burger King entre as marcas que não perdem tempo nas redes sociais

05/08/2017

Rede de fast food presenteia jogador do Corinthians e engrossa a lista de empresas rápidas em aproveitar oportunidadesEm comemoração ao seu primeiro gol como profissional do Corinthians, na semana passada, o jogador Pedrinho foi até uma loja da rede Burger King. Ao ser sincero sobre o feito, o jogador foi motivo de brincadeiras dos colegas. Nas redes sociais, no entanto, o atleta foi levado a sério e ganhou um lanche em sua homenagem, o Whoppedrinho, além de um catão com direito a cem combos do sanduíche na rede. A rápida resposta levou o próprio Corinthians a entrar na história e repostar a homenagem. A agilidade da marca entra em uma lista de outras empresas rápidas em aproveitar oportunidades que surgem nas redes sociais. Veja outros exemplos neste artigo. Fonte: Meio&Mensagem

Quando o product placement vai realmente entrar em cena na TV aberta brasileira?
O mundo multiplataforma e multiconectado gera uma série de desafios para as marcas, sobretudo dentro dos meios mais tradicionais, como a televisão aberta. O motivo não é segredo para ninguém: os famosos breaks comerciais, que sempre tiveram que explorar ao máximo a criatividade para chamar a atenção, agora encontram um terreno ainda mais complexo, uma vez que os consumidores podem usar o intervalo da programação para checar notificações ou informações em seu smartphone. Como ser assertivo é a grande questão. A conexão de marcas com histórias através da introdução de produtos e serviços nas cenas pode ser um caminho bastante interessante e rentável, como já se provou inúmeras vezes no cinema, principalmente o americano. Quem não se lembra da bola “Wilson” em o Náufrago? E os óculos Ray-Ban, de Tom Cruise, que ditariam moda depois de Top Gun? O product placement não é exatamente novidade na televisão brasileira, embora nunca tenha apresentado a qualidade de Hollywood. Segundo Raul Santahelena, professor, autor dos livros “Muito Além do Merchan – Como Envolver as Novas Gerações de Consumidores” e “Truthtelling – Por Marcas mais Humanas, Autênticas e Verdadeiras” e gerente de publicidade da Petrobras, “um dos problemas para o product placement não decolar no Brasil, não se aprimorando e não incrementando a qualidade de suas ações, é o fato do mercado não ser maduro o suficiente—e isso inclui, claro, a questão da concentração de remuneração baseada em compra de mídia e o baixo interesse dos produtores de conteúdo em desenvolver projetos mais consistentes, embrionários e híbridos. Não há ainda um cenário favorável para incentivar o surgimento de players especializados em mediação entre marcas e produtora de conteúdo, como acontece no mercado americano.” Para ele, é necessário propósito estratégico e “alinhamento total—quase uma cumplicidade—entre marca, players de comunicação (agência de publicidade, agência digital, agência de mediação de entretenimento etc…) e players de entretenimento (produtores culturais, empresas de produção e desenvolvimento de conteúdos, classe artística etc…)”.Fonte: Adnews

A tendência atual em franquias: redes investindo em lojas próprias
De um lado, os candidatos às franquias mais cautelosos. De outro, os custos de ocupação dos shoppings mais tradicionais e consolidados ainda bem salgados para o atual momento econômico. Entre eles, a franqueadora, disposta a não deixar escapar uma boa oportunidade e garantir a presença da marca em endereços considerados estratégicos. Este é o cenário atual principalmente no eixo Rio-São Paulo, que tem provocado um movimento no franchising que há tempos não se via – a expansão de redes por lojas próprias. Para Marcelo Cherto, da Cherto Consultoria, o movimento de fato não é novo: ganhou força anos atrás quando a indústria decidiu se aproximar mais do consumidor final e agora começa a tomar corpo novamente. “Só não acontecia mais nos diversos segmentos do franchising porque não havia necessidade, sobravam interessados em operar mesmo com custos altos, porque o retorno era certo”, afirma. “A economia mudou, começaram a surgir pontos bons em shoppings cobiçados que até pouco tempo não existiam e as marcas não podem perder as boas oportunidades”. Fonte: Revista do Varejista

Clear Channel encerra comercialização de outdoor no interior de São Paulo
A Clear Channel anunciou ao mercado o encerramento da comercialização da mídia Outdoor nas cidades do interior de São Paulo, com exceção de Campinas. A empresa, dessa forma, pretende concentrar esforços na expansão dos contratos de mobiliário urbano, digital OOH e iniciativas de inovação e integração digital que ditam o futuro do nosso mercado.

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