Uma coisa é certa: modas passam — e a dos influenciadores já começa a dar sinal de cansaço

31/07/2017

Resultado de imagem para influencersEmpresas buscam se alinhar mais com causas, plataforma e eventos que se conectam com a imagem de suas marcas — e usar melhor os dados

Na semana passada, durante o evento Whow, discutiu-se muito o papel dos influenciadores digitais e como usá-los no marketing atual. Fora do Brasil, porém, essa discussão parece já estar em outro nível. Maarten Albarda, CEO Americas da consultoria Flock Associates, em artigo para o MediaInsider, afirma que o papel dos influenciadores está decrescendo. Segundo ele, a tendência dos anunciantes disponibilizarem seus produtos para esses bloggers e vloggers e youtubers, e até pagarem a eles, para garantir que esses produtos apareçam com destaque para os seguidores desses profissionais, atingiu seu pico — e agora deve ir ladeira abaixo, com maior ou menor velocidade. Os anunciantes, opina Albarda, aprenderam que, embora essa tática tenha se mostrado eventualmente útil, geralmente contribui mais para o status do influenciador do que para a imagem da marca — e menos ainda para os resultados de vendas. As empresas estariam agora mais interessados em se alinhar com causas, plataformas ou eventos que têm uma conexão lógica com as próprias plataformas das marcas e seus púbicos-alvo. Para isso, é cada vez mais importante trabalhar com os dados para descobrir sobre o que esses públicos se preocupam, do que eles falam, o que compartilham, etc. Fonte: MediaPost MediaInsider

Amazon vai abrir um espaço de editorial de moda?
Se Jeff Bezos já é ou não o homem mais rico do mundo, há controvérsias. Mas se depender da cartola cheia de novidades de sua empresa, a Amazon, ele logo estará nesse posto. Agora, a gigante do ecommerce, em mais um movimento para consolidar seu império no varejo, está montando uma parceria com a Violet Grey, uma iniciativa que expandirá seu portfolio de produtos de beleza e também desenvolverá um ponto de vista editorial. A Violet Grey opera um site de ecommerce que oferece um grande sortimento de produtos de beleza, mas que se posiciona acima de tudo como “exclusivamente um empreendimento editorial endeavor”. Desde que surgiu, a Violet Grey publica críticas de editores conhecidos sobre produtos e tendências de beleza. Os produtos mencionados nesses artigos e em todo o site são marcados com um “Violet Code,” similar aos que pulicações como Allure usam para endossar produtos testados pelos editores, junto com informação sobre como adquiri-los. Segundo analistas, como Melinda Sanna, CEO e fundadora da consultoria Spark, a iniciativa demonstra uma preocupação da Amazon em garantir um espaço de conteúdo que faça os consumidores permanecerem mais no site. Fonte: Glossy

O DeepMind AI, do Google, agora pode imaginar
Você leu corretamente: os pesquisadores do Google começaram a desenvolver inteligência artificial capaz de imaginação, ou seja, pode raciocinar para tormar decisões e fazer planos para o futuro sem a necessidade de instruções humanas. Dito de outra forma, essa nova geração de IA pode imaginar as consequências de ações antes de executá-las. A equpe que trabalha no laboratório DeepMind, do Google, diz que essa capacidade será crucial para o desenvolvimento de algoritmos de inteligência artificial no futuro, permitindo que os sistemas adaptem-se melhor às condições que surgirem, diferentes do que havia sido programado neles. “Ao colocar um copo na beirada de uma mesa, por exemplo, provavelmente paramos para considerar a estabilidade do conjunto e a possibilidade do copo cair”, explicaram os pesquisadores em um post no blog da empresa. “Com base na consequência imaginada, reajustamos o copo para evitar que caia e quebre.” O objetivo era desenvolver algoritmos com igual capacidade de comportamento. Para isso, combinaram várias abordagens de IA, incluindo aprendizagem por reforço (tentantiva e erro e aprendizado profundo (processando enormes quantidades de dados de maneira similar ao cérebro humano), que resultou em um sistema que mistura as duas abordagens e dá aos bots a capacidade de aprender sobre o ambiente, e pensar antes de agir. Fonte: Futurism

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