Preparem-se: vêm aí os anúncios em realidade virtual

27/07/2017

Resultado de imagem para VR adsDiferentemente das experiências que vimos até agora, eles serão vistos em uma ampla rede de apps de RVEsqueça os banners que pulam em suas telas e os vídeos que rodam automaticamente. O anúncio/comercial do futuro é imersivo, quase como se fosse um jogo. E está bem próximo. Na semana passada, a Unity, maior desenvolvedora mundial de realidade virtual, anunciou Virtual Room, um novo tipo de publicidade interativa que planeja lançar ainda este ano. Diferentemente das experiências de RV que vimos até agora, que são ações isoladas, os anúncios em Virtual Room serão vistos em uma ampla rede de apps de RV, similar aos anúncios display que vemos em nossos laptops ou os videos publicitários que vemos quando jogamos em nossos celulares. Fonte: Wired

Twitter diz adeus ao SnappyTV
Recursos serão transferidos para o Media Studio
Há algum tempo, o Twitter em se esforçado para aperfeiçoar e simplificar sua interface e tornar mais acessível a sua plataforma para usuários novos ou mais casuais, assim como a retaguarda do seu serviço. Em sua mais recente iniciativa, o microblogging está se preparando para eliminar o SnappyTV, um serviço adquirido em 2014 para agregar, editar e compartilhar video clips no Twitter e em outras mídias sociais. Em seu lugar, planeja levar muitos recursos do SnappyTV para o Media Studio, um painel de controle que permite a empresas e “power users” publicar, agendar e gerenciar tuítes com mídia que foi lançado cerca de um ano atrás. Fonte: Techcrunch

Se fosse uma empresa, o YouTube valeria 75 bilhões de dólares
Aparentemente, o boicote dos anunciantes realizado alguns meses atrás não afetou muito o YouTube. A  Alphabet informou nesta segunda, 24/7, que a rede de compartilhamento de vídeo tem agora 1,5 bilhão de usuários mensais, que assistem em média 60 minutos/dia em dispositivos móveis — isso é próximo ao número de buscas móveis do Google. A receita publicitária do grupo cresceu 21% durante o trimestre, comparado com o mesmo período do ano passado, atingindo US$ 26 bilhões. O relatório apontou “tremendos” resultados de busca móvel com forte contribuição do YouTube, de acordo com Ruth Porat, CFO da Alphabet. Alguns analistas ficaram bastante impressionados com as estatísticas do YouTube. Ben Schachter, da consultoria Macquarie, descreveu os números como “notáveis” e Victor Anthony, da Aegis Capital, contou à CNBC que sei o YouTube fosse uma empresa valeria pelo menos US$75 bilhões. Fonte: MediaPost SearchInsider

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