Estudo: lojas-robô são o futuro do varejo?

19/07/2017

Evolution of Retail - How Men and Women Use Technology While Shopping - Euclid AnalyticsTecnologias atraem, mas ainda são secundárias para a experiência de compra

Não há dúvida de que os smartphones estão causando um impacto dramático na indústria de varejo. 90% dos clientes relatam que estão usando seus smartphones nas lojas, demonstrando como essa tecnologia está desempenhando um papel significativo na experiência de compra em lojas físicas. Mas será que homens e mulheres usam seus celulares da mesma maneira enquanto fazem compras? Segundo o estudo “Evolution of Retail 2017, The Gender Gap Report”, realiado pela Euclid Analytics, as mulheres usam dispositivos móveis mais do que os homens quando estão comprando — e os usam diferentemente. Elas têm mais tendência do que os homens a ligar, enviar email ou mensagem de texto para outras pessoas nessas ocasiões (57% vs. 47%). Também checam mais as promoções que receberam por email (41% vs. 29%), tiram fotos dos produtos (42% vs. 30%) e pedem conselhos a amigos e família em relação a compras potenciais (37% vs. 24%). Paree que compradoras consideram ida às lojas como uma atividade social e interativa. Outra questão envolveu abordagens inovadoras, como Amazon Go. Elas atraem mais os compradores ou os consumidores não se entusiasmam tanto assim por experiências com muita tecnologia e pouco relacionamento humano? O estudo descobriu que, embora o uso de smartphones em lojas físicas seja comum, a tecnologia é secundária em relação à oportunidade de experimentar a mercadoria diretamente e interagir pessoalmente com vendedores. Mais de metade dos respondentes (65% das mulheres e 55% dos homens) disserem que compravam em lojas porque podiam experimentar as roupas e obter recomendações personalizadas.40% de ambos os grupos gostam de promoções na lojas. Os entrevistados mostraram-se abertos ao aperfeiçoamento de suas experiências dentro das lojas através de engajamento via smartphones. Os métodos preferidos para isso são alertas de ofertas (40% dos homens e 47% das mulheres), usar o smartphone para guardar informação sobre o produto para mais tarde (26% dos homens e 36% das mulheres) e a capacidade de pedir quando desejar ajuda a um vendedor (25% de todos entrevistados). Para receber uma cópia do estudo, envie email para fernando.guimaraes@planodigital.com.brFonte: Euclid Analytics

Você não vai mais precisar sair do WhatsApp para assistir a vídeos do YouTube
O WhatsApp está testando um novo recurso que possibilita a visualização de vídeos do YouTube diretamente na janela de bate-papo, evitando que os usuários tenham de sair do app de mensagens para assistir aos conteúdos audiovisuais. Tal funcionalidade incorpora o sistema de reprodução de vídeos na própria área de chat do WhatsApp, exibindo qualquer link do YouTube em uma moldura. Nela, é possível optar pelos modos de exibição normal ou em tela cheia, bem como ativar ou desativar o modo de reprodução contínua. Ao sair de uma janela de conversa durante uma reprodução de vídeo, o conteúdo é automaticamente pausado. O site WABetaInfo informou que apenas alguns usuários do iOS, a partir do iPhone 6, estão conseguindo acessar este novo recurso. Até o momento, não houve nenhum relato a respeito da nova função em aparelhos Android. Caso o resultado dos testes do WhatsApp seja positivo, é provável que a nova funcionalidade seja liberada em breve para todos os modelos de aparelhos recentes da Maçã. Fonte: GSM Arena

Estudo: como uma estratégia de localização dos anúncios digitais afeta a resposta do consumidor
Segundo muitos analistas, “fake news” não é apenas um tema político; é também um tema de marketing. Porque uma compra — na verdade, qualquer ação de conversão — é um ato de fé. E isso requer confiança. O Chief Marketing Officer (CMO) Council e a Dow Jones conduziram uma pesquisa quantitativa com 2.000 consumiodores nos EUA, Reino Unido e Canada, na qual, entre outras questões, quiseram saber “se você reage melhor a anúncios que são servidos diretamente em sites de notícias confiável versus aqueles que aparecer em mídias sociais, sites de buscas ou canais de notícias falsas”. 64% dos entrevistados disseram reagir melhor a anúncios em sites de notícias confiáveis do que nos outros. Mas, surpreendentemente, esse efeito positivo foi praticamente o mesmo em relação às respostas dos anúncios em sites confiáveis para todos os grupos etários, com apenas um leve aumento entre os consumidores mais velhos — 62-63% dos entrevistados abaixo de 55 anos versus 68% com 55 anos ou mais. Outras descobertas: 75% estão preocupados com o crescente número de sites com notícias falsas ou enviezadas, fazendo com que 60% deles estejam consumindo mais conteúdo de fontes confiáveis e canais mais bem estabelecidos e conhecidos. Mais importante ainda, a maioria dos consumidores tem sentimentos negativos em relação a marcas que colocam publicidade próxima ou ao lado de canais que descobrem insultantes ou danosos.  O que leva à conclusão de que é importante renovar o compromisso de tratar a localização de publicidade como uma matéria de estratégia versus automação cega. Assim, apesar da mídia programática acenar com níveis mais altos de eficiência e eficácia, é necessário transparência paa garantir que os investimentos de uma marca estão atendendo as expectativas, éticas inclusive, dos clientes. Fonte: MarketingSherpa
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