Em breve, usuários do LinkedIn poderão publicar vídeos em seus feeds

17/07/2017

Recurso já começou a ser testado com um pequeno grupo de usuários

O LinkedIn finalmente permitirá que seus usuários subam videos diretamente em seus feeds através do app móvel. Na quinta, 13/7, a rede voltada para o público profissional começou a testar o recurso com um pequeno número de usuários nos EUA. Os videos rodarão automaticamente nos feeds dos usuários com o som desligado, mas essa exibição automática poderá ser desabilitada nas configurações das contas. A empresa planeja explandir o recurso de compartilhamento de vídeos para todos os usuários “nos próximos meses”, de acordo com um portavoz do LinkedIn. Ele também acrescentou que os vídeos poderão ser horizontais ou verticais e ter até 10 minutos de duração, embora as melhores práticas aconselhem manter a duração entre 30 segundos e 5 minutos. Da mesma forma que Facebook YouTube, Instagram e Twitter, as pessoas poderão ver quantos views, likes e compartilhamentos os vídeos receberão. Além disso, o LinkedIn dará aos usuários informações sobre quem viu o vídeo, como as empresas onde trabalham e seus cargos. Não será uma lista complet, no entanto, apenas uma seleção dos principais. É o tipo de informação que pode não interessar a um criador de YouTube ou a alguém que publicou as gracinhas dos filhos no Facebook, mas é bem importante para o público do LinkedIn. Fonte: Marketing Land

No ano que vem, Facebook oferecerá headsets de RV por 200 dólares 

A Bloomberg noticiou na quinta, 13/7, que o Facebook está planejando lançar no ano que vem uma versão mais barata do headset de realidade virtual Oculus Rift, cujo fabricante foi comprado pela gigantes das redes sociais em 2014. É uma iniciativa em linha com a movimentação atual no mercado de equipamentos tecnológicos para realidade virtual, com empresas como Apple, Sony e Google buscando soluções alternativas aos headsets atuais, cujos preços ficam na faixa dos milhares de dólares. A versão mais barata do Facebook deve ficar em torno de 200 dólares, abaixo por exemplo dos 300/400 dólares do headset da Lenovo que foi anunciado em janeiro. A própria Lenovo, assim como a HTC, fez parceria com o Google para criar o Vive, outro headset de realidade virtual, anunciado em maio. Fonte: Futurism

Usando inteligência artificial, o eBay ShopBot sabe o que você gosta e faz sugestões a partir disso 

Vem se batendo na tecla da personalização há muito tempo, mas personalização de verdade não é fácil, porque somos todos diferentes uns dos outros. Quando se trata de compras, a dificuldade aumenta exponencialmente, porque temos que somar os diversos formatos e tamanhos, além da preferência por marcas específicas e as experiências particulares de cada um. Tudo isso faz com que o chatbot da eBay seja ainda mais interessante. Durante a Mobile Beat 2017, realizada em 11 e 12/7 em San Francisco, a empresa explicou melhor as características da aprendizado por máquina de seu eBay ShopBot que foi lançado em outubro de 2016 no Facebook Messenger. Ao navegar pelas sugestões, os usuários têm quase a sensação de que há um agente humano enviando-as. Segundo os analistas, é um bom exemplo de como as compras em geral mudarão nos próxios anos, principalmente à medida em que o ecommerce continua se expandindo. “A nova norma para o ecommerce será situacional”, explicou Japjit Tulsi, VP de Engenharia da eBay. “Algumas ocasiões de compra ocorrerão via interfaces de voz, sem a necessidade de uma tela. Algumas serão uma experiência híbrida, que pode incluir chatbots. Algumas serão em realidade virtual e aumentada. E algumas ocorrerão com o tradicional autosserviço online, sem necessidade de ajuda ou conversas.” A meta do eBay, segundo ele, é construir uma plataforma de IA que permita compras verdadeiramente personalizadas e ofereça um serviço melhor que o que seria oferecido por um vendedor. Dois bons exemplos disso têm a ver com a maneira como a IA no ShopBot “lembra” de você. Ele pode registrar o tamanho e as marcas de suas camisas para não ficar oferecendo Nike se você prefere Adidas. O bot também usa “computer vision” — ele pode encontrar produtos similares aos que sabe que voce gosta, baseado em uma imagem similar. Até agora, o bot está em beta mas disponível para qualquer usuários. Fonte: Venture Beat
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