Estudo: emojis tendem a aumentar taxa de leitura em emails

03/07/2017

Resultado de imagem para emojisNova pesquisa da Return Path analisa o impacto dos emojis inseridos nas linhas de assunto das campanhas de e-mail marketingO uso de emojis – aqueles pequenos ícones digitais que representam tudo, desde sushi e veleiros até variações infinitas de expressões faciais – tornou-se parte da vida cotidiana. No entanto, os profissionais de marketing têm se mostrado hesitantes em incorporá-los às campanhas de e-mail, devido à incerteza sobre como seu uso pode ser interpretado por assinantes e provedores. Uma recente pesquisa da Return Path, porém, revela que os emojis podem incrementar o conjunto de estratégias das campanhas de e-mail marketing. O estudo “Emoji use in e-mail subject lines – a monthly guide to emojis and email” mapeia o desempenho de campanhas em períodos significativos para o varejo ao longo do ano, comparando as métricas de mensagens cujas linhas de assunto contêm emojis, com aquelas construídas da maneira tradicional, apenas com textos. Por meio do relatório da Return Path é possível saber, por exemplo, que emoji de lábios são eficientes em campanhas do Dia dos Namorados, enquanto a imagem de chave inglesa fez muito sucesso no Dia dos Pais. Por outro lado, a imagem com brinde de taças de champanhe não apresentou engajamento com os assinantes no período do Ano Novo. Solicite uma cópia do relatório “Emoji Use in Email Subject Lines” pelo email fernando.guimaraes@planisferio.com.br

5 coisas que o marketing das empresas deveria fazer antes do próximo cyberataque (porque ele vai acontecer!)
Cybersegurança é um problema de 445 bilhões de dólares e alguns analistas prevêem que esse número pode chegar a US$ 6 trilhões em 2021. Uma pesquisa de março de 2017 feita pela SpencerStuart descobriu que 39% dos integrantes dos conselhos de administração das empresas disse que eles discutem sobre cybersegurança em toda reunião e que 40% dos entrevistados relataram que, em seus seus conselhos, há pelo menos um diretor com expertise no assunto. Além disso, outros 7% estão recrutando alguém com esse perfil. Na edição de maio de 2017 do Cyber Insights Research Report, a Neustar descobriu que 40% das empresas deparou-se com um ataque do tipo “denial-of-service (DDoS)” através dos seus próprios clientes. É crítico, portanto, começar a se preparar para evitar o pior. Eis alguns pontos que devem ser observadosfaça o  pelos departamentos de marketing para ajudar nas medidas necessárias para a defesa das empresas: 1. identifique todos os elementos chave em relação à cybersegurança da empresa; 2. entenda os riscos específicos à sua marca; 3. determine claramente seu papel no gerenciamento da continuidade dos negócios; 4. faça perguntas… o maior número possível; 5. dê o melhor naquilo que sabe fazer melhor: marketing.Fonte: Advertising Age

Em vez de criar seus próprios apps móveis, a marcas deveriam embarcar nos apps de mensagens

A bolha dos apps móveis aparentemente estourou. Alguns anos atrás, toda marca de consumo estava planejando ter seu próprio app. Fosse uma marca de brinquedos, ou de refrigerantes ou de batatinhas fritas, um app móvel parecia ser um componente chave de toda estratégia mobile. Mas isso mudou. Os consumidores baixam cada vez menos apps e a maioria dos que são baixados têm uma utilidade clara — ou são de entretenimento — com apps de jogos, de mensagens e de redes sociais. Ao mesmo tempo, aumenta a quantidade de tempo que se passa em dispositivos móveis. A questão, portanto, é como uma marca pode alavancar o mobile sabendo que provavelmente vão dar pouca atenção ao seu app. Quase 80% dos usuários mobile mundialmente baixaram apps de mensagens como Facebook Messenger, WhatsApp, TextNow, Line e Viber.  A audiência para esses apps continua a se expandir, juntamente com os recursos que oferecem, como por exemplo novas maneiras de distribuir conteúdos e monetizá-los. E isso abre todo um novo mundo para as marcas. A experiência web exige que a mensagem seja anunciada várias vezes para garantir que uma ação seja realizada. Com os apps de mensagens, o funil se encurta. A inteligência artificial dentro dos apps podem ver e entender sobre o que o usuário está conversando. Usando como exemplo a venda de ingressos, via web o processo é bem complexo, iniciando com palavras-chave em motores de busca, passando por landin pages e vários passos de validação dos dados de pagamento. Via app de mensagens, o processo pode começar quando se identifica o interesse do usuário por determinado filme ou show, ou quando se soma a isso a localização do usuário, e todo o resto já foi pré-definido. Usar esses apps de mensagens, afirmam alguns analistas, é atualmente a forma mais pura e natural de marketing. Fonte: Adweek
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