B2B: por que construir confiança precisa se tornar uma prioridade

17/04/2017

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Segundo William Wickey, Content & Media Strategy, da LeadGenius, a confiança dos consumidores nos métodos e fornecedores de marketing digital vem caindo em anos recentes. Uma pesquisa realizada em dezembro de 216 pelo MarketingSherpa, por exemplo, descobriu que 80% ou mais dos entrevistados confiava em anúncios impressos ou comerciais de TV, mas apenas 39% confiava em banners na web ou anúncios móveis. Nesse cenário, enfatizou Wickey, a confiança do comprador torna-se sua própria moeda — e um diferenciador chave para os fornecedores de tecnologia de marketing buscando se posicionar na liderança. Para eles, o atendimento ao cliente é uma das principais áreas, alerta Wickey. Em um estudo conduzido pela Zendesk, ela foi considerada o fator QUE mais afeta a confiança dos consumidores em uma empresa. Os fornecedores que puderem tornar os processos de seus atendimentos mais precisos, personalizáveis e relevantes irão se destacar. Além disso, a construção da confiança é chave porque as lideranças de marketing e vendas, especialmente na arena B2B, dão muita importância a recomendações de seus pares. Um estudo da G2 Crowd, patrocinada por Blanc & Otus, descobriu que 86% dos entrevistados disseram que o boca a boca positivo sobre um determinado fornecedor de tecnologia B2B é o fator mais influente em suas decisões, e 83% disseram que esse fator influencia na seleção final de um fornecedor. Fonte: MarTechAdvisor

Facebook Messenger quer anúncios como principal fonte de receitas, não comércio

Em 2014, quando o Facebook contratou David Marcus, ex-presidente do PayPal, para dirigir o Facebook Messenger muita gente concluiuque a empresa começaria a construir o modelo de negócios do Messenger em torno de pagamentos e comércio. Outros apps de mensagens como o Line (Japão) e WeChat (China) já estavam construindo negócios florescentes em torno desses dois elementos e pensava-se que pagamentos ofereceria um fuxo de receitas paralelo ao negócio de publicidade do Facebook. Além disso, havia Marcus que, antes do PayPal, havia fundado a Zong, que processa pagamentos para jogos nas mídias sociais e em apps de plataformas como… Facebook. Mas não foi o que ocorreu. Marcus confirmou que a empresa não pretende monetizar pagamentos no app, mas continuará a gerar receitas através de publicidades. A estratégia do app gira em torno do News Feed e dos anúncios no inbox, com a receita publicitária do Facebook tendo crescido 57% no ano passado, chegando a cerca de US$27 bilhões. Fonte: Recode

Walmart vai oferecer descontos para pedidos online que são retirados nas lojas

A Walmart está respondendo ao bombardeio da Amazon.com. A gigantesca rede de supermercado anunciou na semana passada que vai oferecer “pick-up discounts” aos consumidores dos EUA em itens que eles pedirem online e retirarem nas lojas. Esse tipo de pedido já tem frete grátis e agora, com esse desconto adicional, deve convencer mais consumidores a usar o serviço — e tirar “market share” da Amazon. Marc Lore, diretor das operações de e-commerce da Walmart, disse esperar que o movimento impulsione as transações online e melhore o tráfego nas lojas. A promoção inicia em 19 de abril, com os descontos sendo válidos para cerca de 10 mil itens — em junho, será expandido para mais de 1 milhão de produtos. Fonte: MyTotalRetail

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