Dos sistemas legados ao Hadoop: o que mudou na Telefônica para viabilizar sua estratégia de dados

14/04/2017

Luiz Medici, diretor de BI e Big Data da Telefonica

Projeto foi iniciado há três anos e permite que a empresa olhe cliente a cliente, percebendo mais facilmente pontos de gargalo

A preparação da Telefônica para adicionar uma camada de inteligência, que é a base do Projeto Aura, passou por uma mudança dentro da empresa. Desde a definição das ferramentas até a formação de uma nova equipe dedicada apenas a esta missão. “Antigamente jogávamos muitos dados fora e custava muito caro armazenar essas informações. Começamos um projeto há três anos um projeto de estruturar um ambiente em que a gente pudesse coletar essas informações de maneira muito mais barata e que a gente tivesse a esse processamento de maneira muito rápida”, explica Luiz Medici, diretor de business inteligence e big data da Telefônica no Brasil. A arquitetura de organização de dados foi a mesma usada pelas grandes empresas de Internet, o Hadoop. “É a tecnologia que permite com que muitas máquinas trabalhem no processamento da informação de maneira enfileirada. A informação pode assim ser armazenada de maneira mais barata, processada simultaneamente, devolvida a um lugar único e com isso termos uma resposta mais rápida”, diz Medici. O primeiro uso desse volume de informações foi para otimizar a alocação de recursos e investimentos na rede. “Começamos a olhar cliente a cliente, obviamente com dados agrupados e anônimos, e entender o comportamento para ver os problemas. Com isso podemos perceber pequenos pontos de gargalo e pontos cegos, (fazer) prevenção de falhas muito mais eficiente”, diz Medici. Segundo ele, com isso o investimento fica mais inteligente e o cliente percebe o valor mais rápido. “Só esse projeto já compensou o valor do investimento para coletar os dados”. Fonte: Teletime

Twitter anuncia parceria global para fornecer métricas em campanhas de vídeo

O Twitter anunciou hoje, 10/4, novas parcerias globais com fornecedoras de métricas de mercado para permitir a medição do alcance das campanhas de vídeo na plataforma. Com a participação da Moat (@moat), Integral Ad Science (@integralads), Nielsen DAR (@Nielsen), e comScore vCE (@comScore) será possível comparar métricas de atenção e visibilidade de vídeo em todos os canais, além de medir a mídia publicada na rede sociais por meio de auditoria. De acordo com o Twitter, a iniciativa tem como objetivo diminuir os desafios que as marcas ainda têm no meio digital e oferecer aos anunciantes informações qualificadas em três eixos – influência que a publicidade teve no público alvo; ação resultante que a mídia teve em relação aos usuários; e alcance das mensagens para a audiência certa. Fonte: Adnews
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