Novo livro de CRM, Twitter vira cooperativa, e mais

12/04/2017

Displaying Capa_Oficial_41Conselhos_CRM.jpgLivro sobre CRM e Atendimento ao Consumidor reúne conselhos de 41 especialistas
E-book custa apenas R$ 11,01 e está disponível na loja da Amazon

O consultor e pesquisador Heverton Anunciação acaba de lançar na loja da Amazon o seu novo livro, 41 Conselhos dos 41 Maiores Especialistas em CRM e Atendimento ao Cliente do Brasil. Autor de inúmeros artigos em jornais e revistas, e livros como Gestão de Projeto nas Melhores Práticas para Satisfazer o Consumidor 2.0 e Tudo que você quis saber sobre Redes Sociais e o Google não respondeu, Heverton nesta nova obra, da qual foi idealizador e curador, age mais como o “host” de um fino banquete para o qual convida o leitor a saborear pratos muito especiais, pela qualidade e atualidade, na companhia de um um grupo de ilustres profissionais que se destacam no mercado por sua atuação nas áreas de CRM e Atendimento ao Consumidor. Quatro dos autores são conselheiros da ABEMD: Ana Maria Monteiro, Eduardo Souza Aranha, Fernando Guimarães e Marcelo Custódio. O livro, em formato digital, custa R$ 11,01 e pode ser adquirido neste link: https://goo.gl/cpmKcn

Twitter vai virar uma cooperativa?

 Fato: o Twitter está em dificuldades financeiras. Tanto assim que se especulou muito sobre a venda para empresas como Disney e Salesforce. Mas agora surgiu uma novidade. Aliás, novidade mesmo! Segundo a Vanity Fair, um grupo de usuários que amam a plataforma enviaram uma petição ao CEO do microblogging, Jack Dorsey, tentando convencê-lo a transformar  em uma cooperativa. Apesar dos obstáculos óbvios – a empresa é avaliada em U$10 bi e a transformação implicaria em abrir mão desse “pequeno” valor – a informação é que a ideia não foi descartada de imediato, tanto assim que foi mencionada em um documento enviado à SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA, e está agendada para ser apresentada na reunião de acionistas do próximo mês, embora não seja provável que ganhe apoio desse grupo. A ideia é realmente interessante, pois implicaria em colocar um grupo de fãs apaixonados para trabalhar pelo futuro da empresa que passaria a ser deles. Quem sabe, especulam analistas, que no futuro, considerando a hipótese do valor das ações do microblogging continuarem caindo, ela venha a ganhar impulso. Fonte: Vanity Fair

United Airlines os riscos da excelência operacional ficar mais importante do que cliente

Vocês com certeza leram a respeito: no domingo, 9/4, no aeroporto de Chicago, devido ao overbooking de um voo da United Airlines, um passageiro foi arrastado para fora do avião pela Chicago Aviation Police, que agiu em nome da empresa – o assento deveria ser ocupado por um comissário da própria United para que não perdesse o voo em que estava escalado para trabalhar. Durante o procedimento, gravado por outros passageiros com seus celulares e imediatamente ganhando a atenção do mundo inteiro, graças ao poder das mídias sociais, o passageiro, de 69 anos, bateu a cabeça em um descanso de braço e ficou com o rosto coberto de sangue. O show de horrores não terminou aí. Na sequência, o CEO da companhia aérea, Oscar Muñoz, pediu desculpas por ter que “re-acomodar” os clientes – são cerca de 40 mil “re-acomodações” por ano – mas não por ter ordenado a ação que gerou abuso físico do passageiro. De lá para cá, falou-se muito a respeito da ocorrência (confira aqui as piadas que uniram a United com a questão do comercial da Pepsi, mas um artigo na Forbes levantou uma questão em particular: o fato de que muitas empresas, seus CEOS e equipes de liderança, estão priorizando, como estratégia, a “excelência operacional”. Eles estão tão focados em eficiência, cortes de custos e operações de negócios que esquecem os clientes. Por que, pergunta o autor do artigo, a United não pagou uma passagem em outra companhia aérea e enviou o comissário, em vez de tomar a decisão que pode ser trágica para a imagem da empresa? Porque tudo o que importa é manter o negócio em operação enquanto se tenta manter os custos tão baixos quanto possível – e assim manter os preços baixos, pois acham que isso é tudo o que cliente quer. Mais cedo ou mais tarde, descobrem que não. No caso da United, o que ocorreu no domingo lembrou imediatamente a história da “United Break Guitars”, lembram? Fonte: Forbes 

McDonald’s lança recrutamento de empregos pelo Snapchat

O McDonald’s Austrália fez uma parceria com o Snapchat e um processo de recrutamento no qual os candidatos usam um filtro para vestir um uniforme da rede de fast-food e criarem um vídeo de 10 segundos que enviam para dar início ao processo. A campanha chama-se “Snaplications” e é basicamente um “snap lens”. O vídeo é enviado passa por uma triagem e o candidato é enviado para um hub digital onde pode fazer o download da requisição de emprego. Segundo o CEO do McDonald’s Austrália, Shaun Rumming, o novo modelo não substituirá a tradicional entrevista cara-a-cara, mas será levado em conta. “Nós somos o maior empregador de jovens do país”, declarou Rumming, “por isso estamos buscando maneiras novas e inovadoras de recrutar nossos funcionários.” A empresa emprega 106 mil pessoas na Austrália, 65% dos quais abaixo de 18 anos. O Snapchat tem mais de 4 milhões de usuários diários no país, a maioria jovem. Fonte: News.au
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