Elon Musk quer computadorizar sua mente

03/04/2017


O superempreendedor – e o Silicon Valley – estão em uma busca para unir um computador com um cérebro humanoA ideia de Elon Musk é construir um “laço neural”, criar uma “interface cortical direta ”, seja lá com o que isso pareça. Nos últimos meses, o fundador do Tesla, da SpaceX e da OpenAI tem repetidamente demonstrado essas ambições e, então, no início da semana passada, o Wall Street Journal publicou que Musk lançou uma nova empresa chamada Neuralink que objetiva implantar minúsculo eletrodos no cérebro “que podem algum dia fazer uploads e downloads de pensamentos”. E ele não é o único. Bryan Johnson, um empreendedor do Silicon Valley que vendeu uma startup ao PayPal por US$800 milhões e agora está desenvolvendo uma empresa chamada Kernel, usando para isso US$ 100 milhões do seu próprio dinheiro. Diz ele que o objetivo da empresa é construir uma nova espécie de “ferramentas neurais”, tanto de hardware como de software, que realize uma utopia tecnológica em que o cérebro fará coisas nunca feitas antes. “O que realmente me interessa é ser capaz de ler e escrever as funções subjacentes do cérebro”, diz Johnson. O que Johnson e, presumivelmente, Musk esperam fazer é reunir dados que podem, anos à frente, nos ajudar a construir um tipo de interface que permita aos humanos conectar seus cérebros a máquinas. Fonte: Wired

Google lança programa de fidelidade para  Android Pay
Algum tempo atrás, o Google começou a testar um programa de fidelidade para o Android Pay. Em janeiro deste ano, também discretamente, a empresa expandiu a iniciativa para um grupo maior de usuários nos EUA. O programa Tap 10 segue os padrões normais, oferecendo recompensas a quem usar com frequência o app de pagamentos. As regras são simples: o primeiro, o segundo e o sexto pagamento dão direito, cada um, a baixar gratuitamente uma música do Google Play Music. O décimo pagamento deve ocorrer dentro de um prazo determinado — no lançamento, deveria ser feito até fevereiro — dá direito a um Chromecast, o dispositivo do Google para transmissão online de vídeos, e que no mercado americano está sendo vendido a 35 dólares. A iniciativa é claramente uma resposta do Google ao fato de que a concorrência é cada vez mais, assim como a apatia dos consumidores. O antecessor do Android Pay, Google Wallet, não conseguiu decolar e mesmo o principal rival, o Apple Pay, tem caminhado a passos de tartaruga. Fonte: Finextra 

Pesquisa mostra o que consumidores realmente pensam sobre a polêmica dos conteúdos ofensivos no YouTube
A controvérsia em curso entre os anunciantes, como AT&T, Verizon e Johnson & Johnson, que retiraram seus anúncios do YouTube por causa do conteúdo às vezes racista, sexista, homofóbico e extremista que pulula na plataforma de vídeo, levanta uma questão: qual o impacto que essas veiculações têm sobre os consumidores? Para tentar descobrir isso, o site Adweek contratou a Survata para realizar no final de semana passado uma pesquisa online sobre o assunto. Houve 502 respondentes, muitos dos quais disseram ver regularmente clips ofensivos e também anúncios que passam nesses vídeos. e clips as well as ads over the videos. Você pode ver os gráficos com as respostas às 6 questões da pesquisa aquiaqui e aqui. O dado mais alarmante é que 36% dos entrevistas vêem os anúncios como endosso das opiniões.Ao mesmo tempo, 55,1% disseram que suas opiniões não mudaram em relação a essas marcas. Uma coisa parece certa, concluiu o estudo, o YouTube precisa dar um jeito de limpar rapidamente a plataforma, antes que o dano se torne irremediável. Fonte: Adweek

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