Netflix vai criar edições mobile de suas produções originais

21/03/2017

A ideia seria uma versão com cenas ou ângulos mais facilmente visíveis ou imersíveis em smartphones
O chief product officer da Netflix, Neil Hunt, disse em uma apresentação para a imprensa em San Francisco, na semana passada, que a empresa planeja explorar versões de suas produções originais, filmes e séries, especificamente para dispositivos móveis. Espera assim satisfazer uma crescente parcela de sua audiência. “Não é inconcebível que peguemos uma cópia master e façamos uma edição para mobile”, disse Hunt. Até o momento, a Netflix não tem edições diferentes para serem vistas em plataformas diferentes, mas “é algo que vamos explorar nos próximos anos”, contou Hunt. A ideia seria criar uma versão do conteúdo com cenas ou ângulos mais facilmente visíveis ou imersíveis em um smarphone. Fonte: The Verge

YouTube está reduzindo a exigência de 10 mil assinantes para transmissões mobile ao vivo

Agora em fevereiro, o app do YouTube para Android acrescentou a capacidade de gerar transmissões ao vivo direto do smartphone/tablet do usuário, muito semelhante ao Periscope e Instagram Live. Mas há uma pegadinha: o canal interessado no recurso precisaria ter pelo menos 10 mil assinantes para usá-lo. Agora, o Google parece ter decidido reduzir a exigência, ampliando as transmissões ao vivo para mais usuários. O site Android Police contou que o recurso de “live streaming” ficou disponível para eles na quinta, 16/3, apesar do canal ter apenas cerca de 5 mil assinantes. Outros usuários estão relatando a mesma coisa — e há relatos de disponibilidade em apps iOS. Segundo o site, não parece ter havido outras mudanças. Para ver se o canal está com o recurso, deve-se apertar o botão flutuante de gravação na home do app do YouTube. Em aso positivos, aparecerá um botão ´Go Live´ além do botão de gravar padrão. Fonte: Android Police

Microsoft pode levar marketing geolocalizado para o Office 365
Ferramenta permitirá que consumidor seja atingido em tempo real onde estiver
“Sistemas de inteligência” são prioritários para os fornecedores de software, mas algumas têm trabalhado nesse campo com mais afinco. A Microsoft, por exemplo. A aquisição do LinkedIn (US$ 26 bi), assim como a integração do Office 365 com o Microsoft Dynamics CRM demonstra a intenção de integrar os sistemas internos de dados e aumentar esses dados com fontes externas de informação. Os rumores atuais são que esse roteiro será ampliado, com a Microsoft trabalhando em uma oferta que combina o Office 365 com marketing geolocalizado (em inglês, “location-based marketing – LBM”). Esse serviço capacitaria a empresa a permitir que seus clientes desenvolvessem um marketing mais dirigido, com mensagens e anúncios customizados para perfis e preferências. Segundo analistas, LBM vai levar os sistemas de inteligência para o próximo patamar em termos de ser capaz de atingir o consumidor com a mensagem certa, em tempo real, independente do canal — mobile, web, social, loja física, etc. — que a empresa usar. Fonte: TechTarget
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