Por que as experiências interativas são o futuro do marketing?

09/03/2017

Netflix, the TV-streaming company behind hit shows such as The Crown and House Of Cards (pictured), is working on ways to give viewers control of key plot decisions in a new interactive storytelling strategy

Já imaginou se você pudesse criar os finais dos episódios de suas séries favoritas? A Netflix já. Confira abaixo

CEO da Wayin acredita que o uso de novas tecnologias permitirá a entrega de experiências de marketing 1:1 em escala de massa

O marketing continua usando uma via de mão única, diz Richard Jones, CEO da Wayin, empresa que oferece sistemas de gerenciamento de conteúdo voltados para experiências em canais digitais. Mas isso é um grande equívoco. “As verbas estão migrando para o digital, mas até agora a maior parte do marketing digital ainda gira em torno de formatos de broadcast. Pense no Facebook – não é interativo, é uma rede de exibição de vídeos publicitários. O mesmo ocorre com o YouTube e os demais”, comentou ele. Como resultado, as pessoas essencialmente ignoram a grande maioria da publicidade digital que é colocada na frente delas. Há dados para apoiar essa conclusão, diz Jones. Os banners, por exemplo. Quando a AT&T publicou a primeira peça de banner em 1994 no HotWired, que era a versão digital da revista Wired), as taxas de cliques excederam 40%. Hoje, a média das taxas de click-through é inferior a 0,1%. Mesmo em plataformas de rich-media, como o Facebook, as médias de CTR são de 2% nos computadores e 3% em mobile. A solução, portanto, alerta Jones, não é encontrar maneiras novas de derrotar os ad blockers – é usar novas tecnologias para tornar o marketing mais engajador. “A verdadeira promessa do digital é oferecer experiências interativas”, diz Jones. “Isso é o que gera engajamento real – levando as pessoas a tomar uma ação: votar, compartilhar, clicar, fazer opt-in, co-criar, participar.” A incrível popularidade do Pokémon Go é um exemplo de como novas tecnologias, no caso a Realidade Aumentada, pode engajar os usuários. Jones acredita também que alavancar Inteligência Artificial e chatbots também oferecerão novas maneiras das marcas entregarem experiências de marketing 1:1 em uma escala de massa. Fonte: ClickZ
Em breve, você vai escolher os finais de suas séries no Netflix 

Se há uma coisa que não se pode dizer da Netflix é que ela dorme sobre os próprios louros. Empenhada em oferecer um serviço cada vez mais diferenciado, a Netflix está trabalhando em uma tecnologia que vai dar maior poder de escolha aos seus usuários. Eles logo serão capazes de decidir os rumos dos personagens das séries, que terão vários destinos filmados com antecedência, permitindo aos espectadores escolherem os rumos das histórias. ‘Estamos trabalhando em diferentes narrativas para que você esteja realmente possa fazer escolhas enquanto assiste. Vamos ver como isso acontece. É um experimento. Para os criadores, é um novo território”, afirmou uma fonte da empresa. O presidente da Netflix, Reed Hastings, confirmou que a empresa está trabalhando em shows interativos, dizendo apenas que “depois de ter interatividade, você pode tentar qualquer coisa”. Não está claro, entretanto, se todo o catálogo de séries originais do serviço de streaming de vídeos contará com a novidade ou se haverá restrições. A data para que isso aconteça também não foi divulgada. Fonte: The Daily Mail

O que significa de fato ter uma “casa inteligente”?

O número de “casas inteligentes” está crescendo rapidamente. Ou não, porque isso vai depender muito da forma como elas são contadas. Segundo um estudo do The Diffusion Group, realizado com 2 mil usuários de banda larga nos EUA, se uma casa que tem uma “smart TV” ou uma TV conectada for considerada uma “casa inteligente”, então 74% dos lares nos EUA encaixam-se naquela categoria. Já outro estudo, da PwC, apontou que 26% dos consumidores americanos têm um “smart home product”. E em um novo estudo, da Gartner, ainda é mais conservador: apenas 10% dos lares nos EUA têm “connected home solutions”, que são definidas como “um conjunto de dispositivos e serviços conectados uns aos outros e à Internet que podem responder automaticamente a regras pré-estabelecidas, serem acessadas remotamente e gerenciadas por apps móveis ou um browser, e enviar alertas ou mensagens para o(s) usuário(s)”. Seja qual for a definição, o fato, de acordo com todos os estudos, é que a Internet das Coisas, inclusive as “casas inteligentes”, vem crescendo substancialmente e em uma velocidade acelerada. Fonte: MediaPost IoT Daily
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